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Mulher reencontra anel de noivado em cenoura após 13 anos no Canadá

Uma canadense que havia perdido seu anel de noivado há 13 anos enquanto cuidava do jardim da cada da família reencontrou o anel -que estava envolvendo uma cenoura.

O anel foi encontrado pela enteada de Mary Grams, de 84 anos.

Mary disse que ainda não acredita no que aconteceu. Ela nunca contou ao seu marido, Norman, que tinha perdido o anel. Ele morreu há 5 anos.

Sua enteada, Colleen Daley, achou o anel enquanto colhia cenouras para o jantar com seu cão Billy na fazenda da família, próximo a Armena, no departamento de Alberta. A propriedade é da família há 105 anos.

 

Collenn disse que notou que uma das cenouras tinha um formato estranho. Ao lavá-la, ela notou a presença do anel e falou ao seu marido, filho de Mary, que entendeu o que tinha acontecido e avisou a mãe, que custou a acreditar no que via.

Estudantes da Etecap protestam por merenda

Estudantes da Escola Técnica Conselheiro Antônio Prado (Etecap), em Campinas, protestaram na manhã desta quarta-feira (16) contra a má qualidade da merenda. A escola funciona em período integral e, ao longo do dia, os jovens recebem apenas a chamada merenda seca, como bolacha, pão, fruta, suco ou iogurte. Não bastasse, na metade do primeiro semestre, como relatam, passaram literalmente a engolir a merenda a seco porque o suco parou de ser servido. Por volta das 8h15, os estudantes saíram em passeata, cobrando melhorias na alimentação escolar. O ato foi encerrado por volta das 11h20 na Avenida Orosimbo Maia. Em alguns pontos, o trânsito foi desviado.

A Etecap oferece os ensinos Médio, Técnico e Médio integrado ao Técnico. Apenas no ano passado a escola passou a oferecer merenda. Isso depois de uma série de manifestações realizadas no Estado por estudantes de diversas escolas estaduais que também cobravam melhorias na merenda.

Na ocasião, os jovens chegaram a ocupar a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e o Centro Paula Souza, em São Paulo, para cobrar a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a fraude na merenda escolar de São Paulo. As irregularidades nos contratos para fornecimento de merenda para escolas da rede pública de ensino do eram investigadas pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil na Operação Alba Branca.

Na época, o Centro Paula Souza prometeu iniciar a construção de uma cozinha na Etecap para que os estudantes passassem a receber almoço. Também houve a promessa de providenciar marmita. Mas, segundo os estudantes, de lá para cá a situação piorou. “Desde meados do semestre passado deixamos de receber suco junto da merenda seca. Agora, com frequência, temos de lanche apenas pacotinhos de bolacha de água e sal e banana”, diz um representante da chapa estudantil AtivaMente. Outra reclamação é que a escola só possui um microondas e o equipamento foi comprado com o dinheiro do grêmio estudantil.

Passeata

A passeata foi acompanhada por agentes de trânsito da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec). Houve lentidão no fluxo e os agentes chegaram a fazer um bloqueio temporário no sentido bairro da Avenida Brasil, para que os veículos desviassem da passeata. A Polícia Militar também acompanhou o ato.

O Centro Paula Souza informou que está previsto o início de uma reforma nas instalações da Etecap, já nas próximas semanas, para que alimentos sejam preparados na própria unidade e servidos aos alunos, inclusive almoço aos que estudam em período integral.

 

Informou também que a merenda na Etecap é providenciada pela Prefeitura, por meio de convênio com o Estado, que financia a alimentação escolar e que, atualmente, os alunos da Etecap recebem, além de bolacha, pão com requeijão ou patê, fruta e iogurte.

O Centro Paula Souza também informou que representantes da instituição devem se reunir com a Prefeitura de Campinas para avaliar medidas emergenciais que permitam atender melhor os alunos até a conclusão da reforma prevista.

 

Os alunos informaram que se o Centro Paula Souza não providenciar a merenda — “já que eles nos prometem a construção da cozinha há muito tempo” —, pretendem fazer outras manifestações.

Vereador é condenado após espancar a ex, arrastá-la pela escada e fazê-la comer terra em SP

O vereador Guilherme Prócida (PSDB), de Mongaguá, no litoral de São Paulo, foi condenado esta semana a três meses e 18 dias de detenção por agredir a ex-mulher. A vítima, uma professora de Educação Física, de 33 anos, foi alvo de socos na cabeça, teve o cabelo puxado e foi arrastada pela escada de casa.

As agressões que motivaram a mulher a denunciar Guilherme à polícia ocorreram às vésperas do Natal de 2011, segundo a advogada Cristina Yoshiko Saito. Na ocasião, ela discutiu e acabou ferida pelo ex-marido após descobrir uma suposta traição no relacionamento que mantinham há cerca de 3 anos.

"A briga ocorreu dentro da casa deles. Após relatar o que sabia ao Guilherme, ele deu diversos socos na cara dela, a puxou pelos cabelos e a arrastou pelas escadas. Ela disse que contaria a todos sobre a vida promíscua que ele mantinha, inclusive frequentando casas de swing (troca de casais)", disse a advogada.

Segundo Cristina, na mesma ocasião, ele a fez engolir a raiz de uma planta. "Ele disse que ela tinha que comer terra para parar de falar as coisas. Depois disso, a ex-mulher saiu da cidade ameaçada e escorraçada. Ela decidiu por registrar o caso na polícia e continuar com a ação em seguida", explicou.

Durante o processo, a advogada afirma, também, que a educadora física chegou a ser ameaçada. "Ela recebeu e-mails com avisos. Em um deles, estava escrito: 'Cuidado, você pode amanhecer boiando em um rio'. Tudo isso está nos autos, que foram julgados após quase cinco anos", afirmou a defensora.

A ex-mulher decidiu se separar do vereador após o ocorrido e se mudou para o interior do estado. "Ela achou pequena a pena, por isso avaliamos se vamos recorrer. Agora, vamos verificar se entramos com uma ação de danos morais para indenização", disse. A sentença foi estabelecida na segunda-feira (13).

 

Atualmente divorciado, Guilherme Prócida é filho do prefeito da cidade, Artur Parada Prócida (PSDB). O advogado de defesa, Eugênio Malavasi, afirma que o cliente é inocente e está ciente da sentença. "Vamos entrar com recurso da apelação, pois não houve agressão ou ameaça, além do que, tudo já está prescrito", disse.

CNH virtual deve ser implantada até fevereiro

A Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e) deverá ser implantada até 1º de fevereiro de 2018, segundo resolução publicada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) nesta quarta-feira, 16.

A novidade entraria em vigor a partir de fevereiro de 2018, mas o novo texto exige dos órgãos executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal a mudança até essa data.

O documento em arquivo virtual poderá ser acessado por meio de um aplicativo para celulares e terá o mesmo valor jurídico da CNH impressa.

Segundo o Ministério das Cidades, a CNH virtual é opcional, o condutor poderá escolher a versão eletrônica ou a impressa.

De acordo a pasta, a possível cobrança do documento digital ficará a cargo dos Detrans, que já determinam os valores das taxas da CNH impressa.

Ainda segundo o ministério, o documento eletrônico tem tecnologia para suportar sistema criptográfico que assegura a validade do documento.

Como solicitar o documento digital

- Baixar o aplicativo CNH-e que estará disponível para download (Apple Store e Google Play) a partir de fevereiro próximo.

- O condutor deve ter um certificado digital (Serpro), ou se cadastrar em um posto do Detran.

- Fazer cadastro no Portal de Serviços do Denatran (portalservicos.denatran.serpro.gov.br)

- Se tiver cadastro no Sistema de Notificação Eletrônica (SNE), não precisa se cadastrar novamente. Mas deve solicitar a CNH-e pelo portal do Denatran com a mesma senha do cadastro SNE.

- Fazer login no aparelho que utilizará a CNH digital. Criar PIN (4 dígitos) para primeiro acesso e visualizar, posteriormente, o documento.

- Ter a nova CNH impressa com QR Code.

O que fazer em caso de roubo do celular

 

O usuário poderá bloquear o documento. Se tiver certificado digital, poderá solicitar o bloqueio remoto no Portal de Serviços do Denatran. Caso contrário, terá que ir até algum posto do Detran.

Senadora australiana veste burca para pedir proibição da vestimenta

Líder da extrema direita australiana, a senadora Pauline Hanson usou uma burca no Parlamento do país nesta quinta-feira para anunciar o posicionamento de seu partido, que defende a proibição na Austrália da vestimenta usada por muitas mulheres muçulmanas. A campanha da senadora provocou rápida repreensão do governo e de organizações islâmicas.

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A entrada de Hanson com a roupa islâmica surpreendeu outras autoridades. O procurador-geral, George Brandis, condenou a atitude, classificando-a como uma ofensa a grupos religiosos, e foi aplaudido por membros dos partidos da oposição. Em discurso firme, Brandis afirmou que as ações da senadora podem isolar cerca de 500 mil australianos que aderiram à fé islâmica.

"Ridicularizar essa comunidade, levá-la a um canto, zombar de suas roupas religiosas, é uma coisa terrível a fazer, e eu gostaria de lhe propor uma reflexão sobre o que você fez", disse Brandis. "Não, senadora Hanson, não proibiremos a burca", completou.

Hanson sentou-se no assento na assembleia por cerca de 20 minutos coberta pela burca antes de removê-la para pedir que fossem banidas em público por razões de segurança nacional.

"Estou muito feliz em remover isso porque isso não é o que deveria pertencer a este Parlamento", disse Hanson ao Senado. "Se uma pessoa usa um balaclava ou um capacete em um banco ou qualquer outro edifício, ou mesmo no tribunal, deve ser removida. Por que não é o mesmo caso para alguém que está cobrindo o rosto e não pode ser identificado?", questionou a senadora, antes de ser repreendida por Brandis.

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"Eu não vou fingir ignorar o golpe que você tentou puxar hoje chegando vestida com uma burca", disse ele, atraindo votos dos membros do Senado.

Hanson, que ganhou notoriedade na década de 1990 por causa de sua estridente oposição à imigração da Ásia e aos requerentes de asilo, tem feito campanha nos últimos anos contra a roupa islâmica e a construção de mesquitas.

Seu partido tem quatro senadores, o que lhe dá influência no parlamento, quando uma legislação intimamente contestada está sendo votada.

 

Adel Salman, vice-presidente do Conselho Islâmico do estado de Victoria, disse que a ação de Hanson era "uma burla de sua posição". "É muito decepcionante, mas não é surpreendente, pois procurou zombar a fé islâmica uma e outra vez".

Filas, superlotação, falta de funcionários e improviso: veja detalhes da crise em hospital público de Campinas

Superlotação, filas, déficit de funcionários, além de equipamentos improvisados para conseguir garantir o atendimento de pacientes internados em estado grave, fazem parte do dia a dia do Hospital Municipal Doutor Mário Gatti e de outras unidades médicas de Campinas. De acordo com o governo municipal e especialistas, a recessão e a migração de parte da população para a rede pública contribuíram para aumentar o colapso na saúde do município.

O Hospital Mário Gatti é um dos principais hospitais públicos do município. Considerado de média e alta complexidade, a instituição atende, em média, 1 mil consultas de pronto-socorro por dia e faz 600 cirurgias mensais. Entre pacientes e profissionais, a unidade recebe 120 mil pessoas por mês, sendo que 1,1 mil ficam internadas.

 

No entanto, a unidade tem filas que chegam a quatro horas no pronto-socorro. Além disso, o hospital conta com uma classificação de risco, que tem os níveis verde (pouca urgência), amarelo (urgente) e vermelho (muito urgente). O último deveria ter tempo máximo de espera de 10 minutos, mas, segundo um funcionário que não quis se identificar, isso não acontece com frequência.

“A classificação de risco no Hospital Mário Gátti foi implementada em 2012. A gente não conseguia classificar pelo menos 50% dos pacientes. Hoje, pela falta de funcionários, a gente classifica 20% ou 30%, mas tem dias que não tem como. Aí é por ordem de chegada. A gente sofre de ver o paciente no risco, mas não tem como, olhando, priorizar um ou outro”, disse.

Improviso

Na sala destinada para os casos graves, a capacidade é de quatro leitos, mas, em alguns dias, chega a ter pelo menos 15 pessoas no local. Algumas pessoas ficam a menos de 30 centímetros de distância. De acordo com outro funcionário da unidade, alguns equipamentos estão em falta e eles têm que improvisar para garantir à assistência ao pacientes. Os trabalhadores também estão sobrecarregados por conta de um déficit na enfermagem.

“A gente teve falta de cadarço para amarrar um tubo que é usado em pacientes de extrema urgência. A gente teve que fazer adaptações técnicas. Fizemos a fixação do tubo com esparadrapo, que é totalmente ilegal”, afirmou.

Em outros locais, como nas unidades básicas de saúde do DIC I e do Parque Floresta, a população também reclama de falta de remédios e médicos. “Não tem material para curativos, não tem médico, não tem nada”, relatou a dona de casa Maria Nilza da Cruz.

Números

De acordo com a Agência Nacional de Saúde (ANS), 73,3 mil pessoas migraram para o Sistema Único de Saúde (SUS) entre 2015 e 2016 em Campinas. O Hospital Mário Gatti recebe R$ 200 milhões por ano para manter as portas abertas e a Prefeitura gastou, no ano passado, R$ 1,4 bilhão na saúde pública, que representa 28% do orçamento total do município.

Segundo o presidente do hospital, Marcos Pimenta, mesmo com os valores, a instituição ainda precisa de mais dinheiro. “Em se tratando de um hospital de alta e média complexidade, nunca vai ser o suficiente”, explicou. O secretário de Saúde, Cármino de Souza, afirmou que o orçamento da pasta em 2017 foi igual ao do ano passado e que também não é o suficiente.

O Ministério da Saúde informou que, em sete anos, dobrou o valor do investimento na saúde para os municípios. No entanto, o especialista em gestão de saúde pública, Edson Bueno, disse que esse dinheiro não é usado corretamente e que nem o governo federal e nem o estado estão garantindo assistência à população.

“Quando se olha o valor proporcional, a gente vê que o governo federal não repassa um valor suficiente e os governos estaduais não chegam nem chegam ao limite mínimo constitucional de 12% do orçamento próprio de gasto com saúde. O país e Campinas não estão garantindo o direito à saúde à população”, contou Bueno.

Mais explicações

O Ministério da Saúde ainda informou que estuda ajustar as formas de financiamento da tabela do SUS e que continua ampliando os investimentos na área. Já o governo estadual contrariou a informação e afirmou que a participação da União diminuiu durante os anos.

 

Sobre as denúncias no Hospital Mário Gatti, a administração da unidade explicou que atua o máximo de tempo com classificação de risco, mas admitiu que existem “problemas pontuais quando faltam funcionários”. A instituição também negou a falta de material para amarrar o tubo, como disse o trabalhador, e afirmou que trabalha para diminuir o déficit na enfermagem.

Durante reconstituição, homem que matou designer grávida dá versão diferente sobre crime

O homem que confessou ter matado em abril a designer Denise Stella, que estava grávida, participou nesta segunda-feira (14) da reconstituição do crime. Durante o trabalho realizado pela Polícia Civil e Ministério Público (MP), o acusado deu uma versão diferente da fornecida no primeiro interrogatório policial. Segundo o homem, a morte aconteceu de forma acidental.

A reconstituição, segundo a polícia, foi solicitada pela Promotoria justamente para tirar dúvidas sobre as divergências apresentadas pelo suspeito nos interrogatórios. Entre as diferenças, ele afirma que, antes de jogar o corpo em um canavial na região, tentou "ajudar" Denise, mas desistiu quando percebeu que ela já estava morta.

O Ministério Público denunciou o assassino confesso pelos crimes de homicídio qualificado, aborto e ocultação de cadáver. Segundo a Promotoria, a investigação apontou para crime premeditado. A acusação incluiu cinco "qualificadoras" do assassinato, entre elas tortura e feminicídio (matar por razões ligadas ao fato de a vítima ser mulher).

A designer era moradora de Saltinho (SP) e foi morta na noite de 24 de abril. O corpo dela foi encontrado dois dias depois em um canavial entre Piracicaba e Tietê. Denise mantinha um relacionamento secreto com o acusado, que era casado e gerente da fábrica de roupas onde ela trabalhava. A vítima tinha 31 anos e estava grávida de dois meses. A criança seria filha do suspeito, conforme as investigações.

O promotor Fábio Aparecido Gasque, que ofereceu a denúncia na Justiça, ao detalhar as acusações, afirmou que o crime foi mais grave do que se pensava inicialmente. Gasque classificou o assassinato de "bárbaro", "cruel" e de uma "gravidade exacerbada". O homem permanece preso preventivamente desde o final de maio, quando venceu a prisão temporária dele.

Motivação e tortura

Segundo o promotor, o homem matou a amante porque ela estava grávida e ele não concordava com a gestação. O gerente não chegou a pedir que a vítima praticasse o aborto, mas agiu de forma dissimulada para fazê-la acreditar que iria assumir o relacionamento com ela e, ainda conforme Gaspe, para atraí-la para um encontro amoroso no local do crime, onde a agrediu de diversas formas e a asfixiou até a morte com o cinto de segurança do carro.

Aborto

Embora não tenha pedido para que a designer fizesse o aborto, o acusado praticou esse crime ao matar a amante que ele sabia estar grávida, conforme a Promotoria. "Ele não negou em momento algum que o filho fosse dele e, pelo contrário, segundo as investigações, falava para a vítima que iria assumir (o relacionamento com) ela e a criança", disse o promotor. O filho do casal seria uma menina.

Pela atual legislação brasileira, a realização do aborto é um crime contra a vida humana, e por isso é passível de prisão da gestante que o provocar ou que consentir que outro o provoque. O aborto não é crime em apenas três ocasiões: quando há risco de morte para a mulher causado pela gravidez, quando a gravidez é resultante de um estupro ou se o feto for anencefálico.

Também foi apontado pela investigação e pela perícia, que o suspeito agrediu Denise de forma inesperada. "Passou a torturar a vítima, agredindo-a na região do couro cabeludo da cabeça, olhos, tórax, abdômen e principalmente na região pélvica (altura do útero)", afirma o texto da denúncia.

Ocultação de cadáver

O documento da Promotoria enviado à Justiça detalha ainda: "Após consumar os crimes de homicídio e aborto, Cristiano assumiu a direção do veículo e seguiu pela estrada de terra, jogando o corpo da vítima em uma ribanceira de difícil acesso, visando ocultar o cadáver. Posteriormente, ele abandonou o automóvel em uma área rural que liga os municípios de Rio das Pedras e Saltinho, a uma distância de aproximadamente 3,5 quilômetros de sua casa, e então retornou para sua residência".

Defesa

 

Na época do crime, o homem confessou ter matado Denise, mas afirmou que teria se negado a romper com a esposa para ficar com a designer. Segundo a versão dele, a vítima não teria aceitado o fim do relacionamento, houve uma discussão e durante a briga ele a matou.

Após batalha judicial, Crocs perde a patente de sandália mundialmente famosa

A fabricante americana de calçados Crocs perdeu uma disputa judicial pela patente do seu produto mais famoso, o tamanco de tipo clog. A empresa acusava sua maior concorrente, a USA Dawgs, e outras fabricantes de terem copiado o famoso design emborrachado do tamanco, e exigia reparações financeiras. A Agência de Patentes e Marcas Registradas dos EUA, entretanto, rejeitou a acusação, afirmando que um pedido de registro do mesmo modelo já tinha sido publicado mais de um ano antes de a Crocs solicitar a patente.

A batalha nos tribunais durou cinco anos e pode significar para a Crocs a perda de uma fatia considerável do mercado de calçados. Apesar de serem consideradas "feias" por muita gente, as sandálias de plástico do tipo 'clog' venderam milhões de unidades em todo o mundo, e conquistaram uma legião de fãs por serem considerados muito confortáveis - entre eles, alguns atores famosos de Hollywood e até famosos chefes de cozinha.

De acordo com o site de notícias Footwear News, especializado na cobertura do setor de sapatos, a decisão de rejeitar a patente da Crocs foi da advogada de moda de Nova York Elizabeth Kurpis, que integra a Agência de Patentes e Marcas Registradas. Segundo ela, a empresa tem 30 dias a partir do dia 11 de agosto para apresentar recursos contra a decisão. Se isso não acontecer, perderá para sempre o direito de requerer a propriedade intelectual do design do tamanco clog.

Imbróglios judiciais entre a Crocs e a USA Dawgs ocorrem desde 2006 nos tribunais americanos. Em agosto do ano passado, por exemplo, a Dawgs apresentou uma queixa de 110 páginas em que acusava 18 funcionários e diretores da Crocs de violar as leis antitruste dos Estados Unidos, a fim de ajudar a empresa a obter uma vantagem desproporcional no mercado.

 

O tamanco da Crocs foi lançado em 2002 por três entusiastas de esportes náuticos, que desenvolveram um material leve, à prova d'água e antiderrapante. A empresa está sediada na cidade de Niwot, no estado do Colorado, nos Estados Unidos.

Laudo confirma que restos mortais encontrados dentro de jacaré são de humanos

Os restos mortais encontrados na barriga de um jacaré são de humanos, segundo exames periciais feitos pela Polícia Científica. A informação é da Secretaria de Segurança Pública do Tocantins. O animal foi morto no município de Lagoa da Confusão no dia 30 do mês passado depois de um homem desaparecer no rio Javaé. A Polícia Civil disse que segue as investigações para esclarecer o caso.

A SSP ainda não informou de quem são os restos mortais. Para os moradores da região, o material é de Adilson Bernardes de Oliveira, 47 anos. Ele sumiu no dia 28 de julho, enquanto acampava com amigos à beira do rio.

“O dono do local contou que foi dormir, por volta de 22h [do dia 27 de julho] e quando acordou não viu Adilson. Ele procurou e encontrou os chinelos e um isqueiro perto do rio”, contou o sargento dos Bombeiros Ronaldo Barbosa, que ajudou nas buscas.

Os militares foram chamados e fizeram buscas por terra, na margem e ao longo do rio, durante dois dias. Durante os trabalhos os militares viram mais de sete jacarés, sendo quatro adultos, com mais de 4 metros de comprimento.

Sem sucesso nas buscas, os Bombeiros relataram que os moradores resolveram capturar um dos jacarés e mataram o animal. Dentro dele, foram encontrados sacolas e restos mortais.

“Os moradores acreditam que os animais tenham devorado o homem. Os jacarés estavam com uma barriga cheia, desproporcional. Dentro do que foi morto, foram encontradas sacolas e Adilson andava sempre com sacolas nas calças”.

Caso semelhante

Em abril do ano passado, um jacaré foi morto em Araguacema, região oeste do Tocantins. Dentro da barriga do animal, moradores localizaram restos mortais. Eles acreditavam que o material era de um homem desaparecido no rio.

 

Rogério Marques de Oliveira, de 41 anos, havia sumido no mesmo mês. Os Bombeiros procuraram por ele durante quatro dias, mas ele não foi encontrado. Parentes contaram à polícia que ele teria sido atacado por um jacaré e puxado para o fundo do Rio Araguaia.

Guarani leva elenco para visita a pacientes e entrega contribuição ao Centro Boldrini

Dirigentes e jogadores do Guarani visitaram nesta segunda-feira de manhã o Centro Boldrini, hospital filantrópico especializado em oncologia e hematologia pediátrica em Campinas. Os bugrinos foram aos leitos, tiraram fotos com os pacientes e entregaram uma contribuição financeira à instituição, o que já era previsto.

O valor oferecido pelo clube representa de 5% a 10% do recebido do programa sócio-torcedor. Será usado para a compra de 500 frascos do Asparaginase, medicamento que ajuda no tratamento de leucemia linfóide aguda. O cheque foi preenchido pelo presidente Palmeron Mendes Filho e entregue à oncologista Silvia Brandalise, presidente do centro.

Estiveram no Boldrini: o goleiro Leandro Santos, os laterais Lenon e Salomão, os zagueiros Ewerton Páscoa e Léo Rigo e o meia Fumagalli. Da diretoria, participaram Palmeron Mendes Filho (presidente), Carlos Queiroz, Assis Eurípedes e Gilberto Moreno (integrantes do Conselho de Adminstração), Anailson Neves (superintendente) e Horley Senna (ex-presidente).

 

 

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