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Tecnologia (350)

Google Assistant chega aos carros e deixa você controlá-los à distância (assista o vídeo)

A Google, em parceria com a divisão de luxo da Hyundai, a Genesis, vai permitir que as pessoas usem o Google Home e o Google Assistant para controlar algumas funções de seus veículos de forma remota.

A incorporação de conectividade, permitirá que os usuários usem comandos de voz ou de texto para efetuar ações como ligar o carro, ativar o sistema de climatização do veículo em uma determinada temperatura, abrir ou fechar o carro, acionar a buzina ou as luzes e enviar um destino para o sistema de navegação do veículo – tudo à distância, seja no conforto do lar ou através do smartphone.

A liberação das funções será feita com o uso de PIN para evitar que crianças ou outras pessoas não autorizadas utilizem os aparelhos para sair dar umas voltinhas não programadas.

A ação faz parte do pacote de serviços conectados oferecidos pela Genesis, marca que não está presente de forma oficial aqui no Brasil. Essas funções são oferecidas de graça pelos primeiros três anos e depois os donos dos veículos poderão escolher entre interromper os serviços de conectividade ou pagar um plano para manter tudo funcionando.

 

Google Play passa avisar sobre comportamento malicioso de aplicativos

Novidade pode não aparecer ainda para todos os usuários.

O Google, nos últimos tempos, passou a investir mais no que diz respeito a segurança de seus usuários em relação aos aplicativos disponíveis na sua loja virtual. O Google Play Protect, por exemplo, que até então estava escondido atrás dos menus que não costumam ser acessados, aos poucos começou a chegar para partes mais acessíveis do Android.

De acordo com o site Android Police, o Play Protect agora aparece também na seção de “Meus apps e jogos”, que pode ser visto ao puxar o menu lateral na Google Play Store. Lá irá constar um aviso de notificação aos usuários caso houver algum problema ou se os seus aparelhos estiverem seguros.

O Google tem como costume distribuir tais mudanças de forma gradual aos usuários, sendo assim, pode ser que a novidade possa não ser encontrada por todos ainda.

O Google possui a intenção de adicionar alertas do Play Protect em três espaços: no menu de segurança nas configurações do Android, no “Meus apps e jogos”, que irá identificar as atualizações dos aplicativos se estão seguras para instalação e ainda na própria página de aplicativos na loja, que irá mostrar se é seguro ou não realizar o download.

Pelo que podemos perceber, o Google está aprimorando o modo de interação das suas ações com os usuários.

Hackers pedem resgate ao canal HBO

Os hackers que afirmam ter invadido o conteúdo da HBO exigiram ao canal que pague milhões de dólares, enquanto ameaçam divulgar mais arquivos do que reivindicam como um roubo de dados em massa. Um vídeo que circula na internet dirige a mensagem ao diretor executivo da HBO, Richard Plepler, alegando que o grupo conseguiu informações valiosas em um ataque que acarretou no furto de 1,5 terabytes de dados.

A mensagem é atribuída a uma pessoa identificada somente como “sr. Smith”. O site Databreaches.net informou que 10 arquivos foram divulgados na segunda-feira durante a ação dos hackers, incluindo o que pode ser outro roteiro da famosa série 'Game of Thrones'. O vídeo revelou uma carta que declara que os hackers obtiveram documentos e dados altamente confidenciais que incluem roteiros, contratos e arquivos de funcionários. “Queremos XXX (sic) dólares para parar de vazar os seus dados”, diz a carta, que mais adiante faz alusão à cifra da metade do orçamento anual do grupo, de entre US$ 12 e 15 milhões. “A HBO gasta 12 milhões em pesquisa de mercado e cinco milhões em peças publicitárias de GOT7 (sétima temporada de 'Games of Thrones'). Então considere-nos como outro orçamento para os seus anúncios”.

A mensagem aparece uma semana depois do vazamento de um roteiro de 'Game of Thrones' e de conteúdos de outras produções. A carta afirma que a HBO é o 17º alvo atacado pelo grupo de hackers e que “somente três de nossos objetivos anteriores se negaram a pagar, sendo severamente castigados, e dois deles se renderam totalmente”.

 

A HBO declarou que, eventualmente, poderiam ser revelados mais vazamentos do roubo e que “uma avaliação está em curso”. “Embora tenham informado que um número de e-mails foi divulgado, a revisão até a data não nos dá razões para acreditar que o nosso sistema de e-mails em seu conjunto foi comprometido”, diz a declaração da unidade da Time Warner. “Continuamos trabalhando ininterruptamente com empresas de segurança cibernética e com os corpos de segurança para resolver o incidente”.

Mais de 200 mil pessoas já caíram no novo golpe do WhatsApp

Se você é usuário do WhatsApp, fique esperto: um novo golpe está enganando milhares de pessoas em todo o país. O da vez é a promessa da participação em um falso processo seletivo da rede Carrefour, de supermercados.

O perigo está no que o golpe quer: infectar o celular da vítima e, em alguns casos, realizar cobranças indevidas através de SMS. Em menos de 24 horas, informa a PSafe, já foram mais de 200 mil pessoas compartilhando a falsa promessa.

O golpe funciona de maneira bem semelhante aos outros que circulam em aplicativos e redes sociais. O usuário recebe um link alertando que a rede de supermercados está contratando gente com urgência, sem necessidade de experiência. O golpe ainda promete início imediato.

Ao acessar o endereço enviado para checar quais são as vagas disponíveis, o usuário se depara com a parte mais sofisticada do golpe. É nessa hora que o site solicita ao usuário que responda três perguntas para que sua candidatura seja aprovada e o processo continue.

Independente de qual resposta for dada, a vítima é levada a uma nova página, onde é feito o suposto agendamento da entrevista de emprego oferecida. Para isso, a pessoa deve compartilhar o link com 15 amigos via WhatsApp. A alegação do golpe, neste momento é de que “há muitas vagas que precisam ser preenchidas rapidamente”.

 

Por fim, o usuário ainda é encaminhado para se cadastrar em um serviço pago de SMS. Ainda há opção de baixar apps falsos, que contaminam o celular com diversos tipos de vírus. A dica de especialistas é que sempre haja consulta ao site oficial das marcas quando oportunidades do tipo são compartilhadas por mensagem ou em redes sociais.

WhatsApp será usado pela Justiça brasileira para enviar intimações

Decisão prevê uso do mensageiro exclusivamente para envio de intimações judiciais

 

WhatsApp poderá ser usado para envio de intimações judiciais. A decisão, que visa a agilizar e desburocratizar o despacho do documento oficial, foi tomada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que aprovou a medida por unanimidade.

 

A resolução tem como base uma portaria feita pelo Juizado Especial Cível e Criminal de Piracanjuba (GO) em parceria com a OAB da cidade. Segundo o texto, o WhatsApp deve ser usado exclusivamente para realização de intimações e somente se as partes envolvidas aderirem voluntariamente aos termos do serviço.

 

Outra afirmação importante da Portaria n. 01/2015 é que o uso do WhatsApp para essa finalidade é facultativo. Pela norma, a mensagem precisa ter confirmação de recebimento no mesmo dia de envio. Se isso não ocorrer, será preciso enviar a intimação judicial pelo método convencional.

 

O autor da ideia é o juiz da comarca de Piracanjuba (GO), Gabriel Consigliero Lessa, que usa o mensageiro desde 2015 para comunicação de atos processuais. Foi dele a iniciativa de abrir um Procedimento de Controle Administrativo (PCA) para contestar a decisão do TJ-GO, que havia proibido o uso do WhatsApp no âmbito do juizado Civil e Criminal daquela jurisdição.

 

"Com a aplicação da portaria observou-se, de imediato, redução dos custos e do período de trâmite processual", afirmou Gabriel Lessa, que acredita que o recurso tecnológico é um aliado do judiciário. Por causa da atitude, o magistrado chegou a receber destaque no Prêmio Innovare de 2015.

 

Ataque cibernético afeta atendimento aos pacientes no Hospital do Câncer em Jales

Cerca de 350 pacientes tiveram o atendimento prejudicado na terça-feira (27) depois do ataque cibernético que atingiu o sistema do Hospital do Câncer, em Jales (SP). O setor de radioterapia de Barretos também foi afetado pela invasão.

De acordo com a direção do hospital, em Jales, a maioria dos terminais foi desligada e todas as unidades da instituição, como Fernandópolis, no interior paulista, além de Porto Velho (RO), Juazeiro (BA) e Campo Grande (MS), foram afetadas.

O departamento de informática estima que aproximadamente 1 mil máquinas de toda a rede do hospital foram afetadas e técnicos devem levar até três dias para reverter o ataque cibernético.

Os hackers pediram um resgate de 300 dólares em bitcoins - dinheiro digital usado para compra de produtos - para liberar o sistema em cada computador, porém, não há informações se o hospital irá realizar o pagamento.

“Por volta das 9h30 começamos a notar dificuldades no sistema do hospital, os computadores começaram a se reiniciar e não conseguimos mais acessar”, afirma o diretor clínico de Jales André Luiz Silveira.

Ainda de acordo com o diretor clínico do hospital, com as máquinas paradas, o atendimento aos pacientes ficou prejudicado. “Pacientes que vieram de longe e não conseguiram ser atendidos plenamente, ver resultados de exames e outras consultas, por exemplo”, afirma.

Como toda rede do Hospital de Câncer é interligada, outras unidades do HC ficaram paradas. No Instituto de Prevenção em Fernandópolis, as salas dos exames de mamografia e ultrassom ficaram vazias.

A professora Meiriava Mendes veio de Belém (PA) essa semana para ser atendida nas unidades da região noroeste paulista e enfrentou a paralisação do sistema.

“Cheguei bem cedo para fazer mamografia e nessa situação fiquei prejudicada porque vim de muito longe”, diz.

Segundo o médico e diretor clínico do Hospital, Paulo de Tarso, o atendimento em alguns setores foi suspenso. “É importante dizer aos pacientes que as situações de urgência e emergência estão sendo atendidas. Os que tiverem consultas e procedimentos é melhor vir ao Hospital para que possa ser reagendado”, relatou.

O ataque

Os hackers pediram uma espécie de resgate para o sistema ser liberado. As mensagens chegaram aos monitores dos computadores do hospital.

A unidade de Jales procurou a Polícia Federal e fez a denúncia. O delegado disse que vai avaliar a denúncia e decidir o que vai fazer.

De acordo com o coordenador do Departamento de Tecnologia da Informação (TI) da instituição, Douglas Vieira dos Reis, esse ataque foi parecido com o que aconteceu em várias empresas no mundo há cerca de dois meses.

“É um programa que se aproveita da vulnerabilidade do sistema. Ele entra e criptografa alguns dados e lança uma tela pedindo resgate das informações”, explicou.

Mundial

Sites do governo e de várias empresas ucranianas foram alvo na terça-feira do ataque cibernético, que atingiu aeroportos, bancos e escritórios do governo. Um conselheiro do ministro do Interior da Ucrânia o classificou como o pior na história do país.

O conselheiro ucraniano Anton Gerashchenko disse que as interrupções foram causadas pelo Cryptolocker, um vírus de resgate como o WannaCry, que bloqueou mais de 200 mil computadores em mais de 150 países em maio. Segundo a empresa de cibersegurança Symantec, o outro vírus responsável pelo ataque desta terça-feira é o Petya.

 

Ainda não se sabe se o ataque ao Hospital de Câncer em Jales e Fernandópolis, no interior de SP, tem relação com o que aconteceu na Europa.

Nova tecnologia permite carregar o celular com a urina

Transforme seu xixi em algo útil", diziam os cartazes do banheiro especial instalado neste final de semana no Festival de Glastonbury, o principal evento do calendário europeu de shows de música ao vivo.

Nesse banheiro adaptado, os litros de cerveja vendidos aos 100 mil participantes do festival britânico viraram fonte de energia, graças a um projeto do Laboratório de Robótica de Bristol.

O chamado Pee Power funciona com uso de células de combustível revestidas de micro-organismos "comedores de dejetos", que processam a urina e, como consequência, acabam gerando eletricidade capaz de carregar - por enquanto, lentamente - a bateria de um smartphone. Isso ao mesmo tempo em que produzem água limpa e fertilizante a partir das susbtâncias da urina.

De acordo com os cientistas de Bristol, o processo atual gera 40 miliwatts de energia com dois litros de urina, um salto considerável em relação aos 2,5 mW do protótipo apresentado em 2013.

Mas ainda bem aquém de um carregador de celular típico, que tem capacidade de 5 watts.

"Nossa proposta é usar a urina, um dejeto, para gerar eletricidade. Não estamos dependendo da natureza errática do vento ou do sol: se existe um produto cujo oferta é sem fim, esse produto é a urina", diz Ioannis Ieropoulos, cientista que coordena o projeto.

Ieropoulos explica que as células microbiais atualmente geram energia suficiente para permitir o envio de mensagens de SMS, o uso de internet e o que definiu como um "curta" ligação. "Precisamos refinar o processo para sermos capazes de carregar completamente uma bateria".

Segundo os cientistas, a eletricidade é um suproduto do ciclo de vida desses micróbios, o que basicamente implica que mais urina gerará mais eletricidade. Ieropoulos e sua equipe veem a utilização prática da tecnologia tanto em um futuro de conforto doméstico quanto para solucionar problemas em áreas mais carentes, como campos de refugiados, por exemplo, em que a geração de energia é um dos mais graves problemas.

"As bactérias adoram se alimentar dos dejetos, é o prato favorito delas", brinca Ieropoulos. "Usar um dejeto como fonte de energia elétrica é o que há de mais ecológico."

 

O projeto foi selecionado pela Fundação de Bill e Melinda Gates como uma das propostas que podem ampliar o acesso a saneamento básico, cuja escassez afeta 2,5 bilhões de pessoas no mundo.

Google passa a mostrar horários de ônibus de Campinas

A partir desta semana, moradores de Campinas contarão com informações em tempo real dos horários de chegada e de partida dos ônibus municipais com o recurso de atualizações dinâmicas do Google Transit.

Além de encontrar detalhes sobre linhas, rotas, quantidade de paradas e distâncias, as atualizações dinâmicas dos horários ajudam o usuário a planejar a viagem no transporte público de maneira mais eficiente.

 

Para utilizar a novidade, basta acessar o Google Maps, no celular ou no desktop, e visualizar a rota a partir das opções de transporte público. As previsões de chegada dos ônibus são disponibilizadas pelos parceiros Cittati, Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc).

Golpe que oferece cupom de R$ 100 do Uber já atingiu mais de 40 mil pessoas

O aplicativo de transporte Uber tem sido usado como isca para a propagação de um novo golpe, segundo a Eset, fabricante de softwares de segurança. O golpe teve início no último sábado (17) com uma campanha de phishing – tentativa maliciosa de obter acesso à conta do usuário ou gravar informações pessoais ao levar a pessoa a inserir informações confidenciais em um site falso.

A vítima recebe uma mensagem em seu celular informando que ganhou um crédito de R$ 100 em viagens no Uber e, ao clicar no botão, é redirecionada para uma página de cadastro com layout semelhante ao do Uber. São solicitados dados pessoais como nome, CPF, telefone e cartão de crédito.

 

Ao completar as informações, um pop-up confirmando o “sucesso no cadastro” é apresentado e a vítima é redirecionada para a página oficial de login do Uber. Segundo a Eset, até a noite de terça-feira (19), mais de 40 mil pessoas haviam clicado no link.

Tecnologia permitirá pagar contas por rede social

Uma tecnologia pioneira desenvolvida no Brasil pretende dar agilidade e segurança a quem precisar transferir recursos para a conta bancária de terceiros. Dentro de uma semana, o Banco do Brasil (BB) lançará uma ferramenta de envio de dados bancários por meio de códigos QR (desenhos com informações que podem ser lidas por câmeras fotográficas) e de redes sociais, facilitando a divisão de contas em bares e restaurantes.

Batizada de “Pagar ou Receber”, a novidade foi apresentada pelo banco no Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras, organizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Inicialmente disponível em versão beta (de teste), a ferramenta será liberada a todos os correntistas do banco em até 30 dias.

Por meio da solução tecnológica, o cliente que pretende receber os recursos entra no aplicativo do banco e informa o valor e a data da transação. O sistema gerará um código QR que pode ser fotografado por quem vai fazer o pagamento. Basta o destinatário digitar a senha da conta-corrente e confirmar a transferência.

Caso as duas pessoas estejam longe, o recebedor do dinheiro fará o mesmo procedimento. No entanto, em vez de o aplicativo gerar um código QR, gerará um link criptografado (protegido de invasões), que pode ser enviado ao pagante por SMS, aplicativo de mensagens ou redes sociais. Ao abrir o link, a pessoa que fará a transferência novamente digitará a senha e confirmar a operação.

A solução elimina a necessidade de o recebedor dos recursos escrever os dados bancários em pedaços de papel ou, na pressa, passar informações erradas sobre a própria conta. Por enquanto, a ferramenta só poderá ser usada em transferências entre contas do Banco do Brasil.

“Numa mesa de bar, o cliente poderá entrar no aplicativo e gerar um código QR em vez de passar o número da conta num guardanapo. Quem tiver conta no mesmo banco, basta abrir o aplicativo e fotografar a tela do celular do amigo para fazer a transferência”, detalha o diretor de Negócios Digitais do Banco do Brasil, Marco Mastroeni.

No caso do envio de links, o diretor do BB garante que a ferramenta é totalmente segura e impede o acesso aos dados bancários, mesmo que terceiros acessem o endereço eletrônico. “Mesmo se o link for parar em mãos erradas, somente o cliente conseguirá abri-lo. Tudo é feito com toda a segurança. A emissão e a recepção das informações são feitas em ambientes do banco e não passam por redes externas”, explica.

Algumas redes sociais, como o Facebook, permitem transferências de valores por meio da ferramenta de mensagens. No entanto, nos moldes desenvolvidos pelo Banco do Brasil, Mastroeni assegura que a tecnologia é pioneira no mundo.

 

“Lá, a operação parte de quem faz a transferência e só pode ser feita numa única rede social, que é o Facebook. Na nossa ferramenta, quem vai receber os recursos envia os dados criptografados para quem vai pagar por meio de qualquer rede social”, esclareceu o diretor.

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