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Redação

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Cidade tem eleição para prefeito decidida no cara ou coroa nos EUA

Um cara ou coroa decidiu uma eleição para prefeito em uma pequena cidade do estado americano de Illinois.

Tammy O'Daniell-Howell foi escolhida como nova prefeita da cidade de Colp, na última quinta-feira (20), após o lance de moeda.

Bryan Riekena, o candidato derrotado, deixou Tammy escolher cara ou coroa. Ela escolheu cara e venceu.

Os dois candidatos tiveram 11 votos na eleição, realizada em 4 de abril. A cidade, que fica a 193 km de St. Louis, capital de Missouri, tem 250 habitantes.

 

 

A lei de Illinois prevê que empates sejam decididos no cara ou coroa.

Emmanuel Macron e Marine Le Pen vão disputar 2º turno presidencial na França

O 2º turno da eleição presidencial será disputado por Emmanuel Macron, de centro, e Marine Le Pen, da extrema-direita. François Fillon, dos republicanos, e Jean Luc Mélenchon, socialista, ficaram de fora, num resultado histórico. Às 22h30 (hora de Brasília), com 98% das urnas apuradas, Macron tinha 23,86% dos votos e Le Pen, 21,43%. François Fillon, terceiro colocado, tinha 19,94% e admitiu derrota. Jean-Luc Mélenchon ficou com 19,62%.

"Enquanto nosso país está passando por um momento único em sua história, marcado pelo terrorismo, os desafios econômicos e ambientais, sofrimento social, ele respondeu da forma mais bonita, votando maciçamente. Ele decidiu me colocar na liderança no primeiro turno das eleições", disse Macron a seus eleitores.

Le Pen afirmou a seus apoiadores que esta eleição é histórica e que a França não terá mudança com o "herdeiro de Hollande", referindo-se a Macron. Ela criticou a globalização e afirmou que é hora de os franceses se tornarem livres da elite arrogante. "A sobrevivência da França está em jogo", disse, ao pedir que os "patriotas" a apoiem.

Macron é favorito para vencer Le Pen no segundo turno, em 7 de maio. Uma pesquisa realizada na manhã seguinte ao primeiro turno mostra o candidato centrista derrotando a candidata de extrema-direita por 61% a 38%. Em outras duas pesquisas realizadas no domingo à noite, ele aparece com 62% e 64% das intenções de voto, respectivamente.

Os grandes derrotados da noite, o conservador François Fillon e o socialista Benoît Hamon, anunciaram imediatamente que votarão no social liberal para evitar assim o triunfo da extrema direita. Após assumirem o desastre que representa para seus partidos ficarem fora do segundo turno, ao mesmo tempo, pela primeira vez na V República Francesa (instaurada em 1958), ambos reconheceram sua responsabilidade pessoal nos resultados.

A última vez que a esquerda deixou de ter um candidato no segundo turno foi nas eleições presidenciais de 2002, disputadas por Jacques Chirac (conservador) e Jean-Marie Le Pen (extrema direita e pai da atual candidata Marine Le Pen).

"É uma derrota moral para a esquerda", afirmou Benoît Hamon, candidato derrotado do Partido Socialista (PS), que também defendeu o voto em Macron no segundo turno.

Mélenchon também se pronunciou publicamente, mas explicou que aguardaria a oficialização dos resultados para dar mais detalhes de seu posicionamento.

O segundo turno, que será realizado no próximo dia 7 de maio, permanece cercado de expectativa. Isso porque o resultado pode levar ao enfraquecimento ou até mesmo ao fim da União Europeia e da zona do euro. Macron defende a permanência da França no bloco. Já Le Pen apoia o chamado Frexit -- a saída do país do mercado comum.

O tema teve destaque na campanha em meio à discussão sobre o Brexit, a saída do Reino Unido da UE. A crise migratória no continente também levanta debates sobre a proteção das fronteiras. A França, juntamente com a Alemanha, é um dos países fundadores da UE e chamada de "locomotiva" da construção do bloco.

Campanha tumultuada

A campanha presidencial foi tumultuada desde o início, quando as primárias partidárias tiveram resultados inesperados, afastando os principais favoritos à presidência – o conservador ex-presidente Nicolas Sarkozy e ex-primeiro-ministro Alain Juppé (do Republicanos) e Manuel Valls (Partido Socialista).

A ascensão do movimento “En Marche!”, de Macron, e escândalos de corrupção envolvendo Marine Le Pen e François Fillon também contribuíram para tumultuar a campanha.

Tiroteio

Um dos episódios marcantes no fim da campanha eleitoral dos candidatos foi o ataque na Avenida Champs Élysées, que deixou um policial morto e dois feridos na última quinta-feira (20).

 

O episódio na avenida mais famosa da capital francesa colocou a segurança nacional no topo da agenda. Candidatos com pontos de vista mais duros sobre segurança e imigração, como Len Pen e Fillon, podem ter ganhado um impulso maior entre alguns grupos de eleitores.

  • Published in Mundo

Ponte revive histórica e polêmica final de 1977

Quarenta anos depois da histórica e polêmica final de 1977, a Ponte Preta terá a chance de dar o troco ao Corinthians na decisão do Campeonato Paulista de 2017. A Macaca chegou à final depois de eliminar o Palmeiras com uma vitória por 3 a 0 no jogo da idade e derrota por 1 a 0 na volta. Já o Timão passou pelo São Paulo vencendo o jogo da ida por 2 a 0 e empatando a volta por 1 a 1, neste domingo (23).

De folga domingo e nesta segunda (24), o técnico Gilson Kleina disse que o fator campo será fundamental para fazer a diferença. "Nossa equipe encorpou no momento certo e precisa manter os pés no chão, mas vai respirar decisão. Chegou a hora da Ponte. Temos que manter competência", disse.

O Conselho Técnico que vai decidir os locais, dias e horários dos jogos finais acontece hoje na sede da Federação Paulista. A Macaca já disse que não abre mão de jogar em Campinas. "A presença de nosso torcedor é importante. Vamos trabalhar para conseguir a vantagem no primeiro jogo", afirma Kleina.

Para ele, a Macaca chega madura para a decisão. "Houve uma evolução nos jogos contra Santos e Palmeiras. Entramos em campo sabendo da exigência do primeiro confronto e principalmente do lado psicológico no segundo, quando foi necessário jogar sem perder a cabeça ou cair em provocações", conta o treinador.

Para ele, a semana de treinamento será fundamental para reconstruir a equipe. "Vamos trabalhar os substitutos de quem não puder jogar. O Renato Cajá e o Nino poderão estar de volta. Temos a semana para ter uma equipe forte", conta.

Na opinião de Kleina, não há segredo para a final. "Desde que cheguei, sempre foi uma decisão. Se perdêssemos para o São Bento podíamos ter ficado fora da segunda fase. Ganhamos e passamos a respirar esse clima de decisão. Fomos competentes no mata-mata", diz Kleina.

Esta final reedita a histórica decisão de 1977, quando a Macaca acabou perdendo em jogos recheados de confusão. Em 1979, os times também fizeram a final paulista, novamente vencida pelo clube do Parque São Jorge, porém em jogos menos conturbados.

 

A Ponte ainda esteve nas finais de 1981, quando foi derrotada pelo São Paulo e, em 2008, quando perdeu para o Palmeiras.

ONGs estimam perda de R$ 6 bi com as mudanças nos boletos

O modelo de financiamento de organizações não governamentais que atuam no país, como Médicos Sem Fronteiras, Fundação Abrinq, Agência da ONU para os Refugiados (Acnur), majoritariamente baseado em doações, está sendo posto em xeque com uma mudança nos boletos de pagamento bancário, prevista para começar em julho. Segundo essas entidades, a obrigatoriedade da impressão do valor a ser pago no documento deve desestimular as doações espontâneas e encolher em até R$ 6 bilhões por ano a receita das 400 mil ONGs do país.

Quando não há valor no boleto, as pessoas doam quanto quiserem e na data em que tiverem os recursos — diz João Paulo Vergueiro, diretor executivo da Associação Brasileira de Captação de Recursos (ABCR), informando que a doação média é de R$ 40.

CUSTO MAIOR PARA ENVIO

Uma pesquisa do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis) mostrou que 52% dos brasileiros doaram dinheiro em 2015, somando R$ 13,7 bilhões. Entre os doadores, 42% usaram o boleto. As entidades calculam o impacto potencial de perda, após a mudança, em R$ 5,7 bilhões.

As mudanças determinadas pelo Banco Central (BC) nos boletos têm como objetivo evitar fraudes. No ano passado, prática ilícitas com o documento somaram R$ 383 milhões, segundo dados da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban).

O boleto sem registro, portanto sem valor e identificação do destinatário, deixará de existir. Haverá apenas o boleto-proposta (em que o pagamento, que é voluntário, implica a aceitação de oferta de produto ou serviço) e o boleto de cobrança (para pagamento de dívida). Ambos deverão ter CPF ou CNPJ do destinatário e o valor, diz o BC. As informações serão checadas em um banco de dados, no qual os boletos serão registrados.

Hoje, os bancos só tomam conhecimento dos dados do boleto quando chega à compensação, o que facilita a ação dos fraudadores, que costumam, por exemplo, alterar códigos de barras.

Além de evitar fraudes, as mudanças, argumenta a Febraban, são vantajosas para o consumidor. Uma delas é que os clientes não terão mais de ir ao banco emissor para pagar boletos vencidos. Com o sistema de registros, a plataforma faz o cálculo dos encargos, e o documento poderá ser quitado em qualquer banco. O sistema ainda acaba com a possibilidade de um boleto ser pago mais de uma vez.

Usualmente sem identificação e sem valor, os boletos das ONGs não serão validados pelos bancos e terão de ser pagos nas próprias instituições.

— Os boletos são o principal canal de arrecadação das ONGs, embora as doações possam ser feitas por cartão de crédito ou débito em conta. Mas estes são mecanismos menos usados, pois muita gente é desbancarizada ou nem tem cartão de crédito — diz Eduardo Massa, captador de recursos da Acnur, acrescentando que as doações por boleto somam 60% do total recebido pela entidade no país.

DOAÇÃO POR FAIXA DE VALOR

Além disso, observa Vergueiro, da ABCR, o envio de boletos com CPF pelos Correios custa três vezes mais. O gasto com envio dos boletos sem identificação varia de R$ 0,50 a R$ 3 por unidade. Quando o boleto tem a identificação do destinatário é considerado “carta registrada” pelos Correios, e o custo unitário sobe para entre R$ 3 e R$ 6.

Na Fundação Abrinq, os boletos representam 50% das doações feitas pelos 70 mil colaboradores mensais. Com as mudanças, existe o receio de um impacto negativo na arrecadação, afetando os 15 projetos da entidade, que atenderam a 139 mil crianças no país em 2016. A fundação não recebe recursos governamentais e vive basicamente das doações.

— As pessoas preferem os boletos para doar. Se não têm dinheiro numa data, fazem a doação quando for mais conveniente — explica Victor Graça, captador de recursos da Abrinq.

A Febraban informou que as ONGs poderão emitir boleto com o valor R$ 0,00, mas não em branco. Ao registrar o documento, deverão informar que o recebimento pode ser feito com valor diferente do impresso e uma faixa de valores a ser definida pela entidade. Por exemplo, mínimo de R$ 10 e máximo de mil reais. Nessa faixa, o doador poderá pagar o quanto quiser.

— No nosso entendimento, isso não resolve. Com o valor R$ 0,00 impresso no boleto e com faixa de pagamento definida no registro, o doador ficará confuso — avalia Vergueiro.

 

 

 

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