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Redação

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'Espetáculo' da Carne Fraca causou prejuízos para o país, avalia Temer

O presidente Michel Temer afirmou em entrevista gravada na tarde desta quarta-feira e levada ao ar à noite no programa do jornalista Roberto D'Ávila, na GloboNews, que o "espetáculo" da Operação Carne Fraca causou prejuízos para o país.

No início desta semana, ao discursar em um evento em Brasília, o presidente considerou "insignificantes" os números revelados pelas investigações e disse que o "grande alarde" da PF causou "embaraço" econômico para o Brasil.

Deflagrada pela Polícia Federal na semana passada, a operação investigou o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura em um esquema de liberação de licenças para frigoríficos sem a devida fiscalização. Ao todo, 33 servidores da pasta foram suspensos e 21 frigoríficos, investigados.

Desde que a operação foi deflagrada, diversos países, como a China, Hong Kong, Japão, Suíça e México anunciaram embargo à carne brasileira, seja de maneira geral ou somente às carnes produzidas pelos frigoríficos investigados.

"Não estamos aqui dizendo que, se houver irregularidade, não tem que ser punida, ao contrário. Isso [espetáculo] que não fez bem porque gerou um problema internacional. Eu próprio fui muitas vezes para a China [...] e conseguimos introduzir a carne na China pouco a pouco, foi uma luta, não só minha, uma luta de mais [de] 20, 30 anos", afirmou o presidente.

"De repente, faz-se um espetáculo com este episódio e cria um problema internacional. Nós exportamos para a China quase US$ 2 bilhões por ano e a China suspendeu agora [a importação da carne brasileira] por uma semana apenas, e apenas relativamente aos 21 frigoríficos [alvos da operação da PF]", completou Michel Temer.

Em 2016, segundo dados do governo federal, a China importou US$ 1,75 bilhão em carne brasileira e Hong Kong, US$ 1,5 bilhão.

Ao ser questionado sobre se, em razão desse "espetáculo" da operação, cogitava trocar o atual diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, Temer disse não ver razão para isso.

Entidade defende operação

Na segunda (20), diante de críticas de representantes do governo e do setor agropecuário à Operação Carne Fraca, a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) divulgou uma nota na qual afirmou que há uma "orquestração para descredenciar as investigações de uma categoria que já provou merecer a confiança da sociedade."

"A Operação Carne Fraca é de suma importância, uma vez que as empresas e servidores públicos envolvidos negligenciaram de forma grave a saúde dos consumidores", acrescentava a entidade na nota.

Um dos principais argumentos do governo desde que a operação foi deflagrada é que, dos mais de 11 mil servidores do Ministério da Agricultura, somente 33 se envolveram no esquema investigado pela PF e, das 4,8 mil plantas frigoríficas, 21.

 

  • Published in Brasil

Mubarak, ex-presidente do Egito, é libertado, diz advogado

O presidente egípcio Hosni Mubarak foi libertado nesta sexta-feira (24), afirmou o seu advogado. A justiça tinha autorizado, em 13 março, que ele fosse colocado em liberdade. Ele deixou o Hospital Militar de Maadi, onde estava detido, e seguiu para sua casa, de acordo com a agência Reuters.

A principal corte de apelações do país considerou o ditador, de 88 anos, inocente no caso do assassinato de 239 manifestantes durante a revolta em 2011, que fez parte da Primavera Árabe. As vítimas morreram em um confronto das forças de segurança semanas antes de Mubarak ser forçado a deixar o poder.

Mubarak foi preso inicialmente em abril de 2011, dois meses após deixar o governo, e desde então esteve em prisões ou em hospitais militares sob forte vigilância.

Ele havia sido condenado à prisão perpétua em 2012 por conspirar para assassinar os manifestantes, semeando o caos e criando um vácuo de segurança durante uma revolta de 18 dias iniciada em janeiro de 2011, que culminou com sua deposição.

Um tribunal de apelação ordenou a organização de um novo julgamento, mas a procuradoria apelou da decisão e ordenou mais uma revisão na maior corte de apelação do país.

No julgamento do início de março, Mubarak e seu ministro do Interior foram acusados de providenciar veículos e armas usados para atacar os ativistas e de não adotar ações para evitar mortes. Sentado em uma cadeira de rodas dentro da jaula dos réus, e sem seus óculos escuros característicos, ele respondeu: "Isso não aconteceu".

O tribunal também rejeitou as demandas dos advogados das vítimas para reabrir ações civis, não deixando nenhuma opção para apelação ou novo julgamento.

Muitos egípcios que viveram durante o governo Mubarak o veem como um período de autocracia e capitalismo de compadrio, de acordo com a Reuters.

Sua queda propiciou a primeira eleição livre do Egito, mas o presidente islâmico Mohamed Mursi foi deposto depois de um ano pelo então comandante do Exército, Abdel Fattah al-Sisi, que posteriormente venceu uma eleição presidencial em 2014.

Primavera Árabe

Em janeiro de 2011, eclodiu na Tunísia uma série de protestos contra o regime autoritário do presidente Zine El Abidine Ben Ali. A deposição de Ben Ali, depois de 23 anos no poder, abre caminho para uma série de revoltas, que ficaram conhecidas como Primavera Árabe, em outros países como Egito, Líbia e Síria.

Pode-se dizer que a luta pela democracia e os direitos humanos da região foi duramente reprimida e não se desenvolveu.

No Egito, os protestos culminaram na queda do regime de Hosni Mubarak. Na Líbia, Muammar al-Gaddafi, que estava há 40 anos no poder, também caiu após um levante em Benghazi, com a intervenção da Otan, segundo a France Presse.

Na Síria, o presidente Bashar al-Assad reprimiu duramente os protestos anti-governamentais, gerando uma revolta que se transformaria em uma guerra civil que já dura seis anos e deixou um saldo de cerca de 400 mil mortos, 4,9 milhões de refugiados, mais de 6,3 milhões de deslocados internos.

 

Este conflito interno, aproveitado pelos extremistas do grupo Estado Islâmico (EI) para se infiltrarem na Síria, ilustra com crueldade as desilusões da Primavera Árabe.

  • Published in Mundo

Uruguai 1 x 4 Brasil: Estamos na Copa!!

No duelo de líder e vice-líder das Eliminatórias Sul Americanas da Copa do Mundo, melhor para a seleção brasileira que foi até Montevidéu e venceu os donos da casa por 4 a 1. Após sair atrás no placar contra o Uruguai, o Brasil não se afobou e contou com três gols de Paulinho e um lindo gol de Neymar para vencer mais uma partida nas Eliminatórias.

O jogo

Brasil e Uruguai fizeram um bom primeiro tempo no Estádio Centenário. Mesmo sem criar grandes oportunidades de gol, as duas equipes deram poucos espaços para o adversário. Apesar disso, a rede balançou para ambos os lados, nos erros individuais.

Aos 8 minutos, Marcelo vacilou ao tentar recuar para Alisson de peito na área e Cavani, atento ao lance, se adiantou sendo derrubado por Alisson. O árbitro marcou pênalti para a Celeste e Cavani não perdoou, abrindo o placar do jogo. Apesar do gol, o Brasil não se afobou e continuou trocando passes, buscando espaços. E a tática deu certo. Aos 19 minutos, Neymar recebeu no meio campo, avançou com ela com a cabeça levantada e tocou no meio para Paulinho. O meia soltou a bomba do meio da rua, acertando o ângulo esquerdo para empatar o jogo com um golaço.

Assim como no primeiro tempo, o Brasil voltou para o jogo dos vestiários trocando passes e buscando espaços na forte marcação uruguaia. Mais presente no campo ofensivo, o time de Tite não demorou a encontrar o caminho do gol. Aos 7 minutos, Firmino arriscou da entrada da área e Martin Silva fez boa defesa. No entanto, o goleiro deu rebote e Paulinho, bem posicionado, anotou o seu segundo gol no jogo.

Atrás no marcador, a Celeste saiu mais para o jogo e tentou pressionar o Brasil. Cavani teve a melhor oportunidade de bola parada, mas viu Alisson fazer grande defesa. Com o time uruguaio mais adiantado, a seleção passou a ter mais espaços para jogar e graças a categoria de Neymar ampliou o placar. Aos 29, Miranda lançou o atacante do Barcelona nas costas da zaga que arrancou até a área e encobriu o goleiro, marcando um golaço.

E ainda teve tempo para mais um. Nos acréscimos, Daniel Alves encontrou Paulinho entre os zagueiros, com um belo cruzamento e o meia anotou o seu terceiro, com o peito, fechando a goleada brasileira.

 

O Brasil volta a campo na próxima terça-feira para enfrentar o Paraguai, na Arena Corinthians, em São Paulo.

Arlindo Cruz acorda do coma após uma semana internado

O cantor Arlindo Cruz, internado há uma semana após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC), acordou do coma nesta quinta-feira. O filho do sambista, Arlindo Neto, confirmou a informação nas redes sociais. “Arlindão acordou, minha mãe pediu para ele abrir a boca e ele malandramente obedeceu a sua esposa. Obrigado por mais essa bênção, Senhor”, escreveu ele.

De acordo com boletim médico, divulgado na última terça-feira, o músico estava sedado, mas com a redução do medicamento apresentou alguns sinais de consciência. Os médicos ainda informaram que o estado de saúde continua grave, porém estável.

 

O processo de redução do sedativo ocorre de forma cautelosa. O artista passou mal em sua casa na última sexta-feira e foi resgatado pelos Bombeiros.

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