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Redação

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Em Viracopos pilotos e comissários entram em estado de greve

Os pilotos e comissários de voo decidiram nesta segunda-feira, 24, entrar em estado de greve, após assembleia realizada em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Campinas. Segundo o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), os trabalhadores protestam, entre outros pontos, contra a reforma trabalhista que tramita no Congresso.

Uma nova assembleia será feita na quinta-feira (27) para que a categoria delibere sobre a realização da paralisação, caso não haja recuos no texto do projeto de lei. Em conversa com o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, o diretor de Relações Institucionais do sindicato, Adriano Castanho, não descartou uma eventual paralisação na sexta-feira (28), data em que diversas entidades de trabalhadores planejam realizar uma greve geral.

Em nota, o SNA diz que o projeto da reforma trabalhista traz "enormes riscos" à categoria e impacta a segurança de voo. O sindicato afirma que a permissão de contratos de trabalho intermitentes abriria a possibilidade de os tripulantes ficarem sem remuneração na baixa temporada.

Outros pontos levantados pelo SNA dizem respeito à possibilidade de demissão por justa causa em caso de perda de habilitação ou reprovação em exame médico, o fim da validade das Convenções Coletivas após sua vigência e a possibilidade de demissões em massa sem negociação com os representantes sindicais.

 

"O SNA, juntamente com a categoria, vem atuando intensamente nos últimos dias para conscientizar deputados, inclusive o relator do projeto, sobre as necessidades específicas dos pilotos e comissários", diz a entidade. "As emendas propostas pelos aeronautas não mitigam totalmente os riscos de precarização da profissão trazidos pelo texto substitutivo da reforma, mas atacam os principais pontos que ameaçam não só estes profissionais como, em última análise, a sociedade como um todo, já que mexem com o ativo mais importante da aviação: a segurança de voo."

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Lindsay Paulino apresenta “Rose, a doméstica do Brasil” no Theatro de Paulínia

Atualmente no ar no canal Multishow, compondo o elenco das séries “Treme Treme” e “Xilindró”, Lindsay Paulino dá vida no teatro a doméstica Rose, personagem do ator que ganhou grande repercussão depois de um vídeo cantando “Grelo”, paródia de “Halo”, música da consagrada cantora pop Beyoncé. Na internet, o vídeo já ultrapassou a marca de 1 milhão e meio de acessos.

Na peça, a personagem relembra toda a sua história antes de ficar famosa, sua vida dura na infância, seus filhos e suas desilusões amorosas. Tudo isso com muita música cantada ao vivo, sotaque norte mineiro – que é a marca registrada da personagem – além de um divertido sonho com seu ídolo Amado Batista.Com direção de Adriana Soares e produção da Teatro Mundo, a história promete boas risadas e muita diversão. “Rose apresenta uma narrativa simples e descontraída, como se estivéssemos falando com uma velha conhecida que entre uma espanada e outra, um sonho e outro, divide conosco o seu mundo”, diz Adriana.

Os ingressos custam R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia-entrada) e já podem ser comprados online (www.bilheteriarapida.com.br) ou na bilheteria do Theatro de Paulínia.

Serviço – “Rose, a doméstica do Brasil”

Data: 20 de maio

Horário: 21h00

Bilheteria: Inteira R$ 60,00 | Meia R$ 30,00

Vendas: Theatro Municipal de Paulínia ou através do site www.bilheteriarapida.com.br

Local: Theatro Municipal de Paulínia (Avenida Prefeito José Lozano de Araújo, 1551 – Parque Brasil 500 – Paulínia/SP)

Classificação etária: 10 anos

 

 

 

Prefeito Jonas corta R$ 618 mi em despesas

O prefeito Jonas Donizette (PSB) determinou um corte de R$ 618 milhões nas despesas deste ano, diante da queda de receita com impostos como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), Imposto sobre Serviço (ISS) e especialmente com o repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) verificado no primeiro trimestre. O corte corresponde a 15% das despesas previstas para 2017 e, em uma reunião tensa com o secretariado semana passada, Jonas traçou um quadro pouco animador da situação financeira do Município para este ano. As expectativas iniciais eram de que 2017 poderia dar algum respiro na arrecadação em relação a 2016, quando a Prefeitura fechou o ano sem conseguir pagar dívidas com fornecedores que somaram R$ 250 milhões. Esse déficit foi repassado para este ano e, segundo o secretário de Negócios Jurídicos, Sílvio Bernardim, está sendo pago, mas o valor total ainda não foi saldado.

Temendo que este ano seria de cofres vazios, já nos primeiros dias do novo governo, Jonas determinou um contingenciamento de 25% do orçamento, excluindo desse percentual despesas prioritárias, como folha de pagamentos. O contingenciamento, na realidade, significa postergar decisões de gastos, deixando para mais tarde compras de mercadorias e serviços que podem esperar. Como nos anos anteriores, a Prefeitura faz avaliações trimestrais das receitas e gastos para definir a necessidade de redução ou ampliação dos cortes. Um comitê gestor criado no primeiro mandato de Jonas avalia a necessidade de cada despesa antes de autorizar o empenho de verbas ao longo do ano.

A avaliação do trimestre concluiu que apenas postergar gastos teria pouca eficácia e por isso veio a decisão de cortar despesas para poder atravessar o ano.

O orçamento da Administração direta (que exclui empresas municipais e autarquias) está estimado em R$ 4,3 bilhões e os cortes atingirão especialmente o custeio da máquina, resultando em cautela nas despesas com os gastos ligados à manutenção da cidade. Se houver possibilidade, segundo ficou definido, haverá cortes na folha, atingindo gratificações, horas-extras e benefícios.

No primeiro trimestre, a Prefeitura recebeu R$ 164,7 milhões de repasse do ICMS, uma queda real de 2,37% na comparação com o mesmo período do ano passado, já descontada a inflação acumulada nos últimos 12 meses, de 4,57%.

A arrecadação do ICMS é a segunda maior receita de Campinas e perde apenas para o Imposto Sobre Serviço (ISS), por isso a retração nos repasses preocupa a Administração, aumentando o risco de fechar o ano com déficit nas contas.

“Os municípios estão em sérios apuros com a queda na arrecadação. Muitas cidades dependem do ICMS para sobreviver e só terão melhoria na receita quando a economia do País voltar a crescer. Esse imposto está diretamente relacionado ao vigor econômico”, afirmou o economista e consultor municipal, Carlos Henrique Mussich.

Rombo

Jonas projeta um rombo de R$ 120,8 milhões no orçamento de 2018 caso a crise econômica que atinge o País nos dois últimos anos continue com queda nas receitas e aumento nas despesas. A Administração prevê arrecadar R$ 5,1 bilhões com as chamadas receitas primárias, que são aquelas oriundas de impostos, taxas, contribuições, transferências e vai gastar com despesas primárias, ou seja, com pessoal, custeio, investimentos, R$ 5,22 bilhões. O déficit primário projetado, de R$ 130,6 milhões, dependerá de quanto de restos a pagar o governo vai conseguir liquidar até o final deste ano.

A previsão está no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) encaminhado à Câmara pelo prefeito. Nessa previsão, a Administração projeta um orçamento para o próximo ano de R$ 5,368 bilhões, praticamente a mesma estimativa de 2017, que está em R$ 5,366 bilhões. A projeção de déficit para 2018 é menor do que a estimada para este ano, de R$ 130,6 milhões.

Apesar do resultado negativo previsto, a cidade ainda terá capacidade de endividamento e poderá lançar mão de operações de crédito para os investimentos necessários. A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) estabelece que o limite de endividamento dos municípios é de 120% das receitas correntes líquidas. O endividamento de Campinas atual é R$ 1,39 bilhão.

O déficit primário será financiado com recursos que aumentarão o endividamento, como é o caso da operação de crédito feita para a implantação dos corredores Campo Grande e Ouro Verde, por onde circularão os BRTs, e também para o programa de asfalto PAC 2.

Duas despesas pesam muito no orçamento. O déficit previdenciário e o pagamento de precatórios. A Prefeitura já aportou, nesses quatro anos, R$ 750 milhões para cobrir o deficit e tem uma dívida de R$ 439,1 milhões com precatórios, ou seja, ordens judiciais de pagamentos em ações de desapropriações, créditos tributários, salários, vencimentos, proventos, pensões e indenizações. Se não fossem essas despesas, a Prefeitura teria R$ 350 milhões anuais para fazer investimentos.

O quadro deixa claro que a Prefeitura não terá recursos próprios para investir, um dos motivos que leva o prefeito a avançar no programa de concessões, na tentativa de atrair investimentos privados que melhorem os serviços públicos. Pelo menos seis serviços públicos estão na lista de concessões que serão alavancadas em 2017 — pontos de ônibus, terminais de ônibus, zona azul, transporte coletivo, resíduos sólidos e iluminação pública.

O secretário de Finanças, Tarcísio Cintra, disse que 2018 será ainda um ano de aporte, de controle rígido dos gastos. “Será um ano de muita gestão. A situação só irá melhorar quando a atividade econômica voltar a crescer e por enquanto os sinais de que isso irá ocorrer são muito fracos ainda”, afirmou.

 

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Homem é encontrado morto na Estrada Friburgo, região do Aeroporto de Viracopos

Um homem de 28 anos foi encontrado morto neste domingo (23), na Estrada Friburgo, região do Aeroporto de Viracopos, em Campinas. Segundo a Polícia Civil, Warley Aparecido da Silva, era conhecido como Guri e morava com a esposa no bairro Vila Vitória. Por volta das 07h30, a Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.

De acordo com a perícia técnica, a vítima levou três tiros (um na cabeça, na nuca e um no braço). Segundo os vizinhos do homem, ele trabalhava como servente. Disseram também que nos últimos dias, ele teria brigado com parentes e contaram diferentes versões da confusão.

Compareceu no local do crime, a equipe do Setor de Homicídios de Proteção a Pessoa (SHPP) que continuará investigando o caso, que ainda não foram identificados os suspeitos do assassinato. Os investigadores informaram também que pela características das lesões no corpo, o crime teria ocorrido na madruga de sábado para domingo. A ocorrência de homicídio foi registrada na 2ª Delegacia Seccional. A vítima foi levada para Instituto Médico Legal (IML) e aguarda a família para fazer a liberação do corpo.

Os últimos dados divulgados pela pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP), os homicídios dolosos nos primeiros dois meses de 2017 em Campinas, teve um aumento de 38,8% em relação ao mesmo período do ano passado, com 18 mortes registradas. Este ano, o município já contabilizou 25. Ao todo, em 2016 foram 115 ocorrências de homicídios.

Outros crimes

Na última semana, a cidade registrou três crimes contra mulher. Foram dois casos suspeitos de latrocínio (roubo seguido de morte) e um feminicídio. A Polícia Civil investiga a morte de uma idosa, de 77 anos, que morava no bairro Taquaral, e que foi espancada, asfixiada e amarrada. O marido da vítima disse aos policiais que, ao voltar da igreja, encontrou a mulher morta. O homem relatou ainda que os autores do crime levaram dinheiro, dois celulares e um aparelho de medir pressão. O outro caso foi da estagiária de 21 anos assassinada a facadas, no Jardim Metanópolis, no distrito do Campo Grande.

 

Outro crime que chocou, foi da atendente e garçonete Jamily Nayara Paulino, de 28 anos, morta com seis facadas, sendo duas no peito, pelo marido, de 59 anos, no bairro Vila Maria Eugência, na última segunda-feira. A vítima foi dopada pelo suspeito que foi preso por policiais do Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar (Baep), em Pirituba, na Grande São Paulo.

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