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Polícia

Polícia (595)

Enfermeira derruba bebê durante troca de lençóis em hospital

Uma enfermeira não viu um bebê em cima de uma das camas do Hospital Regional do Gama, em Brasília, e derrubou a criança enquanto fazia a troca de lençóis. O bebê caiu no chão, de uma altura de cerca de 1 metro, e teve ferimentos na cabeça. O acidente ocorreu na manhã de terça-feira, 21.

Um boletim de ocorrência de lesão corporal culposa foi aberto pela Polícia Civil para investigar o caso. Segundo a Secretaria da Saúde do Distrito Federal, "a direção do Hospital abriu processo administrativo que será encaminhado para a Corregedoria da Saúde". "Vale ressaltar que a enfermeira trabalha na SES (Secretaria Estadual da Saúde) há 18 anos e que não há registro de fatos como este no HRG", continua a nota.

 

A enfermeira apresentou uma licença médica e não está afastada. Ainda de acordo com a secretaria, "o bebê foi transferido para a Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais (UCIN) do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), onde continuará em observação". A criança foi avaliada por uma equipe médica do Hospital de Base e não necessita de UTI. "Ele continua com bom estado geral, mamando", informa a secretaria.

Menina de 12 anos estrangula e mata colega de sala

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul diz ter identificado a responsável pela morte da adolescente Marta Avelhaneda Gonçalves, de 14 anos, dentro de uma escola, há duas semanas. A jovem teria sido estrangulada por uma colega de 12 anos, atestam os policiais. O crime ocorreu dentro de uma sala de aula da Escola Estadual de Ensino Básico Luiz de Camões, no bairro Bom Princípio, em Cachoeirinha, na região Metropolitana de Porto Alegre.

Conforme o delegado Leonel Baldasso, que preside o inquérito, o estrangulamento de Marta foi o desfecho para uma briga que teria começado um dia antes, em 7 de março. A menina era nova no colégio e começou a ser vítima de bullying por parte de outras adolescentes.

No dia de sua morte, Marta teve uma discussão com a colega. Durante o intervalo entre as aulas, à tarde, as duas trocaram agressões em uma sala de aula, na presença de outras duas meninas, que procuraram por socorro durante a confusão. Neste momento, a garota mais jovem teria derrubado Marta e a estrangulado.

"Estou responsabilizando-a por homicídio intencional", afirmou Baldasso. "Se fosse uma lesão na cabeça, como a jovem alegou, poderia se induzir que não houve intenção. Mas houve provação prévia e o laudo concluiu que houve estrangulamento."

Marta caiu desfalecida. A menor agressora disse que ela teria batido a cabeça em uma classe e desmaiado. Socorristas do Samu estiveram no local, mas não conseguiram reanimar a jovem. A eles, foi dito que Marta tinha sofrido um mal súbito. A menina chegou sem vida ao hospital da cidade.

 

O delegado está responsabilizando a menina por ato infracional de homicídio. Caberá à Justiça determinar sua internação.

Homens armados invadem hospital e executam líder do MST no Pará

Um grupo de homens armados invadiu nesta segunda-feira (20) o Hospital Geral de Parauapebas, no sudeste do Pará, e executou a tiros Waldomiro Costa Pereira, assessor do gabinete da Prefeitura do município e um dos principais líderes do Movimento dos Sem Terra (MST) na região.

Os vigilantes do hospital relatam que, por volta de 2h30, foram rendidos por cinco homens armados e encapuzados que chegaram em duas motocicletas. Três dos suspeitos entraram no prédio em direção à UTI, onde a vítima estava internada há dois dias, após sofrer um ataque dentro do próprio sítio, no município.

Segundo os vigilantes, toda a ação, que durou cerca de três minutos, foi registrada pelas câmeras de segurança do hospital. A Polícia Civil informou que abriu inquérito para investigar o caso.

 

Em nota, a Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informou que irá disponibilizar todas as imagens do circuito interno de gravação do hospital para as autoridades policiais.

Mãe de Eliza Samudio volta a recorrer ao STF contra soltura do goleiro Bruno

Sonia de Fátima de Moura, mãe de Eliza Samudio, recorreu novamente à Justiça contra a soltura do goleiro Bruno Fernandes. No recurso, ela pede que o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), reconsidere a decisão que manteve Bruno em liberdade. Por meio da advogada Maria Lúcia Borges Gomes, é solicitado também que o recurso seja apreciado pelo colegiado de ministros.

“Requer-se à Vossa Excelência a reconsideração da decisão agravada; se esse não for o caso, que Vossa Excelência coloque o feito em mesa, a fim de que o órgão colegiado possa examinar o recurso de agravo e, ao final , dar - lhe provimento, reformando a decisão monocrática agravada [...]', diz trecho do recurso, com data de 17 de março.

Em 10 de março, Marco Aurélio Mello rejeitou o primeiro recurso apresentado pela mãe de Eliza, no qual ela pedia a revogação da liminar (decisão provisória) que ordenou a soltura do goleiro Bruno Fernandes. Sônia de Moura apresentou o recurso na condição de assistente de acusação, que atua ao lado do Ministério Público no processo contra o goleiro.

Condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pela morte da modelo, Bruno foi libertado no dia 24 de fevereiro deste ano, após obter um habeas corpus de Marco Aurélio. A decisão monocrática do magistrado ainda será analisada por uma das turmas do Supremo, que contém cinco ministros. Antes, no entanto, a PGR ainda vai se manifestar sobre o caso.

O goleiro chegou a ficar preso em regime fechado durante 6 anos e 7 meses preventivamente (prisão sem tempo determinado). Dias depois de deixar a prisão, Bruno retornou ao futebol contratado pelo clube mineiro Boa Esporte. Na data da apresentação do jogador, houve protesto de mulheres em Varginha, no Sul de MG.

Após soltura, Bruno Fernandes foi contratado pelo clube mineiro Boa Esporte (Foto: Lúcio Adolfo/Divulgação)

Recurso negado por ministro

No primeiro recurso, os advogados da mãe de Eliza afirmaram que Bruno é uma “pessoa fria, violenta e dissimulada” e que sua personalidade é “desvirtuada” e “foge dos padrões mínimos de normalidade”. Segundo os defensores de Sônia, o goleiro representa risco à vida do neto dela, filho de Bruno com a modelo assassinada.

 

“O paciente [goleiro Bruno] não só oferece risco, como também já manifestou seu interesse de colocar as mãos na vítima Bruno Samudio de Souza [filho do goleiro com Eliza] e, teme a embargante [Sônia], que possa ocorrer com seu neto e consigo mesma o que aconteceu com sua filha, ser morta”, diz trecho do recurso contra o habeas corpus do goleiro.

 

Bruno foi condenado, em 2013, pelo Tribunal de Júri de Contagem (MG) pela morte de Elisa Samudio, mas sua prisão era provisória desde as investigações, ou seja, ele ainda não estava cumprindo a pena.

 

Para o ministro do STF que determinou a soltura do goleiro, nada justifica a espera pelo recurso de apelação (leia a íntegra da decisão). Com a liminar, Bruno pode responder ao restante do processo em liberdade. Se o recurso contra o júri for negado, ele pode ser preso novamente.

Entenda o caso

 

O goleiro Bruno Fernandes – que atuou no Flamengo e no Atlético Mineiro – foi condenado como mandante da morte da ex-amante Eliza Samudio a uma pena de 22 anos e 3 meses de prisão.

 

Eliza desapareceu, em 2010, quando ela estava com 25 anos e seu corpo nunca foi achado. Na ocasião do crime, o jogador era titular do Flamengo e não reconhecia a paternidade da criança.

 

Embora já tenha sido condenado, Bruno estava preso preventivamente, enquanto aguarda o julgamento de sua apelação ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG).

 

 

O goleiro também foi condenado pela Justiça do Rio de Janeiro por cárcere privado, lesão corporal e constrangimento ilegal contra Eliza Samudio. Mas, segundo a defesa de Bruno, ele já cumpriu essa pena.

Bando explode agência abastecida para saque do FGTS

 

 

 

Criminosos armados com fuzis e metralhadoras invadiram a região central e explodiram o cofre de uma agência da Caixa Econômica Federal na madrugada deste domingo (12), em Jarinu.

De acordo com policiais militares, a agência estava abastecida com dinheiro para o saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O valor roubado não foi informado. O prédio ficou destruído pelas explosões e a única agência da Caixa na cidade não deve abrir nesta segunda-feira (13).

O ataque aconteceu por volta das 4 horas. De vários carros, os criminosos fizeram disparos em direção aos prédios do Fórum e da base da Guarda Municipal. Viaturas da Polícia Militar foram recebidas a tiros.

Os tiros acordaram e assustaram os moradores. Durante a fuga, os criminosos lançaram nas ruas dispositivos para furar os pneus dos veículos, a fim de dificultar a perseguição.

 

Os autores do roubo conseguiram fugir. Até a tarde deste domingo nenhum suspeito tinha sido preso. A força especializada da Polícia Militar foi acionada para resgatar explosivos deixados no interior da agência. A Polícia Federal assumiu as investigações.

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Homem mata mulher e filho e se suicida em SP

 

 

 

Uma família foi encontrada morta na manhã de segunda-feira, 6, dentro de um apartamento no bairro Água Rasa, na zona leste da capital paulista. Com base na cena do crime, a Polícia Civil concluiu que Fábio Luiz Pinaffi Nunes, de 36 anos, matou a mulher, Thaise Leocádio Ramos, de 33, e o filho de 5 anos e depois cometeu suicídio.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado no 29.º Distrito Policial, familiares das vítimas sentiram forte odor vindo de dentro do apartamento e chamaram o zelador do prédio para entrar no local. O imóvel fica em um prédio de classe média na Rua Butiá.

Ao abrirem a porta, viram o corpo de Thaise deitado no sofá com ferimento de arma de fogo na cabeça. No chão da sala estava o corpo de Nunes, também com uma marca de bala na cabeça, ao lado de um revólver. Já o garoto foi encontrado morto na cama do casal com hematomas também na cabeça.

A polícia foi acionada e após analisar a cena do crime concluiu que foi um duplo homicídio praticado por Nunes, seguido de suicídio. O pai de Nunes confirmou aos policiais que ambos eram casados e que o menino era filho do casal e relatou que o rapaz passava por uma crise de depressão.

 

Os corpos das vítimas foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) para passarem por exames necroscópicos e toxicológicos das vítimas e a arma foi encaminhada para perícia.

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Criança morre atropelada ao correr para pegar pipa em Campinas

 

 

 

Uma criança de 8 anos morreu na noite de domingo (5) após ser atropelada na Rodovia Anhanguera (SP-330), na altura de Campinas. De acordo com a Polícia Civil, a vítima corria atrás de uma pipa no momento do acidente.

O atropelamento aconteceu por volta das 19h10, no km 95 da via, sentido Capital. Ainda segundo a polícia, foi solicitado o resgate do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu), e um médico atestou o óbito no local.

Uma viatura da Concessionária AutoBAn, responsável pelo trecho, também foi acionada. Houve o fechamento de duas faixas da pista durante 30 minutos.

 

A ocorrência foi registrada na 2ª Delegacia Seccional de Campinas como acidente. O motorista prestou depoimento e foi liberado.

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Polícia investiga morte de jovem de Campinas encontrado na praia de Copacabana

 

 

 

A polícia investiga a morte do universitário Ruan Kaike dos Santos, de 22 anos, dois dias após ser encontrado desacordado na praia de Copacabana, no último domingo (26). O rapaz, que era de Campinas e estava no Rio para o carnaval, passou dois dias internado no Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon, mas não resistiu.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, Ruan foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e chegou ao hospital em estado gravíssimo, mas não apresentava sinais de lesões no corpo.

Em nota, a Polícia Civil informou que Ruan teria sido vítima de afogamento, mas que a 12ª DP (Copacabana) abriu um inquérito para investigar a morte e pretende ouvir parentes do jovem, além de possíveis tesemunhas.

 

O corpo de Ruan será levado para Campinas por parentes, que aguardam a liberação do Instituto Médico Legal (IML). O velório está marcado para quinta-feira (2), no cemitério Parque das Acácias.

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Festa rave na Fazenda Cafezal termina em confusão

 

 

 

Uma festa rave na Fazenda Cafezal, em Jaguariúna, terminou em confusão, denúncia de arrastão e um menor apreendido com meio litro de lança-perfume na manhã desta terça-feira. O evento começou às 22h de segunda-feira e terminou às 10h do dia seguinte. A Polícia Militar foi acionada via 190 por um rapaz que informou ter sido vítima de um arrastão. Segundo a suposta vítima que deixou a festa em um carro, um grupo que também estava no evento e aguardava um ônibus, levou seu óculos, modelo Ray-Ban, uma corrente e a carteira. Os acusados foram revistados, mas como não foi encontrado nenhum dos objetos citados, todos acabaram sendo liberados.

Durante a abordagem de outro veículo, modelo Gol, que também saída da festa, os policiais encontraram um menor, de 16 anos, dentro do veículo cheirando lança-perfume. Em revista, foi encontrado mais meio litro do entorpecente no carro. O adolescente estava acompanhado de outros três rapazes maiores de idade. Os quatro foram conduzidos à delegacia de Jaguariúna e o carro foi apreendido porque nenhum dos condutores era habilitado. O Conselho Tutelar foi acionado e o menor só foi liberado após a presença de sua avó, que saiu de Sumaré para ir apanhá-lo.

 

Esta foi a segunda ocorrência envolvendo rave em Jaguariúna desde o final de semana. No último domingo, oito adultos e dois adolescentes acabaram sendo detidos. Depois da reclamação de barulho alto logo no evento, que estaria incomodando a vizinhança, policiais militares e guardas municipais foram até a rave e encontram drogas como lança-perfume e maconha. A festa reunia mais de 100 pessoas e acontecia em uma chácara no bairro do Guedes. Todas as pessoas levadas para a delegacia de polícia foram ouvidas e depois liberadas.

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Ex-goleiro Bruno deixa a prisão após habeas corpus do STF

 

 

 

O goleiro Bruno Fernandes, de 32 anos, ex-jogador do Flamengo, deixou às 19h30 desta sexta-feira, 24, a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) de Santa Luzia, na Grande Belo Horizonte, onde cumpria pena de 22 anos e 3 meses de prisão pelo sequestro, assassinato e ocultação de cadáver da ex-amante, Eliza Samudio, com quem teve um filho. A defesa do jogador conseguiu no dia 21 um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) para que o atleta fosse libertado.

A decisão foi do ministro Marco Aurélio Mello, que considerou o fato de o jogador estar preso há quase sete anos sem que o júri que o condenou tenha sido referendado em segunda instância. A defesa recorreu da decisão do Tribunal do Júri. Bruno chorou ao saber da decisão e deixou a Apac com a mulher, Ingrid Calheiros, e advogados.

Na decisão, o ministro afirma que “a esta altura, sem culpa formada, o paciente está preso há seis anos e sete meses” e “nada, absolutamente nada, justifica tal fato”. “A complexidade do processo pode conduzir ao atraso na apreciação da apelação, mas jamais à projeção, no tempo, de custódia que se tem com a natureza de provisória.”

O advogado Lúcio Adolfo afirmou nesta sexta à Rádio Estadão que “em liberdade, ele não põe em risco ninguém”. Ele ressaltou que o goleiro “já tem proposta de trabalho de alguns times para o campeonato estadual”. “Ele vai tomar o caminho que achar melhor. Certamente nunca mais será o mesmo.”

Em março de 2013, o goleiro foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão. O Juízo do Tribunal do Júri da Comarca de Contagem, em Minas, determinou que se cumprisse a pena em regime inicial fechado, negando o direito de recorrer em liberdade. E afirmou que estavam presentes os requisitos da prisão preventiva, determinada em 4 de agosto de 2010.

Clamor social. Em sua decisão, o ministro Marco Aurélio Mello discordou. “O Juízo, ao negar o direito de recorrer em liberdade, considerou a gravidade concreta da imputação. Reiterados são os pronunciamentos do Supremo (STF) sobre a impossibilidade de potencializar-se a infração versada no processo. O clamor social surge como elemento neutro, insuficiente a respaldar a preventiva”, observou.

 

A defesa do goleiro já havia apelado da decisão ao Tribunal de Justiça. Ao STF, os advogados destacaram o “excesso de prazo da constrição cautelar, uma vez transcorridos mais de três anos desde o julgamento, sem análise da apelação” e afirmaram tratar-se de “antecipação de pena”. Os defensores destacaram ainda, como acatou Marco Aurélio, “as condições pessoais favoráveis do paciente – primariedade, bons antecedentes, residência fixa e ocupação lícita”.

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