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Polícia (612)

Pai e filho são presos suspeitos de participar de assalto a banco em Jaguariúna

Pai e filho foram presos na noite de segunda-feira (24) suspeitos de participar do assalto a uma agência bancária em Jaguariúna (SP) durante a tarde. A suspeita é que um deles, que já tem passagem por desacato, embriaguez e tentativa de homicídio, seja o chefe da quadrilha. A Polícia acredita que ele já tenha participado de outros assaltos a banco na região.

As buscas começaram na casa da mãe de um dos suspeitos, no Jardim Imperial, onde foram apreendidos um carregador de fuzil, munições de diferentes calibres, um fuzil falso e peças de roupas utilizadas no assalto.

Os homens foram presos em outra casa na mesma rua com um revólver calibre 38. Segundo o Batalhão de Operações Especiais da Polícia (Baep), o homem que seria o chefe da quadrilha confessou participação no roubo.

“Ele não quis entrar em detalhes, mas confessou que além da participação, a função dele era o planejamento desse delito e de outros delitos dessa natureza também”, relatou o Tenente Raphael Ribeiro.

No quintal da residência onde os suspeitos foram presos, a polícia também encontrou cinzas que podem ser de um dos malotes roubados da agência, onde estariam documentos. O Baep informou ainda que, segundo o suspeito, o dinheiro levado estaria com o restante da quadrilha, que ainda não foi localizada.

Assalto

O crime aconteceu na tarde de segunda-feira (24) em uma agência do banco Santander, no Centro de Jaguariúna. Seis homens invadiram o banco com metralhadoras e fuzis depois de quebrar uma das portas com uma marreta.

A ação da quadrilha começou por volta das 16h, no horário de fechamento da agência. Não havia clientes no local e ninguém ficou ferido. Os seis homens fugiram em um veículo prata, que foi abandonado horas depois na zona rural da cidade.

 

A quantia roubada não foi divulgada. Testemunhas registraram dois dos suspeitos com armas pesadas do lado de fora da agência enquanto o assalto acontecia e também o momento da fuga.

Homem é encontrado morto na Estrada Friburgo, região do Aeroporto de Viracopos

Um homem de 28 anos foi encontrado morto neste domingo (23), na Estrada Friburgo, região do Aeroporto de Viracopos, em Campinas. Segundo a Polícia Civil, Warley Aparecido da Silva, era conhecido como Guri e morava com a esposa no bairro Vila Vitória. Por volta das 07h30, a Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.

De acordo com a perícia técnica, a vítima levou três tiros (um na cabeça, na nuca e um no braço). Segundo os vizinhos do homem, ele trabalhava como servente. Disseram também que nos últimos dias, ele teria brigado com parentes e contaram diferentes versões da confusão.

Compareceu no local do crime, a equipe do Setor de Homicídios de Proteção a Pessoa (SHPP) que continuará investigando o caso, que ainda não foram identificados os suspeitos do assassinato. Os investigadores informaram também que pela características das lesões no corpo, o crime teria ocorrido na madruga de sábado para domingo. A ocorrência de homicídio foi registrada na 2ª Delegacia Seccional. A vítima foi levada para Instituto Médico Legal (IML) e aguarda a família para fazer a liberação do corpo.

Os últimos dados divulgados pela pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP), os homicídios dolosos nos primeiros dois meses de 2017 em Campinas, teve um aumento de 38,8% em relação ao mesmo período do ano passado, com 18 mortes registradas. Este ano, o município já contabilizou 25. Ao todo, em 2016 foram 115 ocorrências de homicídios.

Outros crimes

Na última semana, a cidade registrou três crimes contra mulher. Foram dois casos suspeitos de latrocínio (roubo seguido de morte) e um feminicídio. A Polícia Civil investiga a morte de uma idosa, de 77 anos, que morava no bairro Taquaral, e que foi espancada, asfixiada e amarrada. O marido da vítima disse aos policiais que, ao voltar da igreja, encontrou a mulher morta. O homem relatou ainda que os autores do crime levaram dinheiro, dois celulares e um aparelho de medir pressão. O outro caso foi da estagiária de 21 anos assassinada a facadas, no Jardim Metanópolis, no distrito do Campo Grande.

 

Outro crime que chocou, foi da atendente e garçonete Jamily Nayara Paulino, de 28 anos, morta com seis facadas, sendo duas no peito, pelo marido, de 59 anos, no bairro Vila Maria Eugência, na última segunda-feira. A vítima foi dopada pelo suspeito que foi preso por policiais do Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar (Baep), em Pirituba, na Grande São Paulo.

Polícia prende acusado de matar mulher a facadas

A Polícia Militar prendeu nesta quarta-feira em Pirituba, na Grande São Paulo, o auditor Carlos Roberto Pachione, de 59 anos, acusado de matar a mulher, a garçonete e atendente Jamily Nayara Paulino, de 28 anos, com seis facadas. Instalado na casa de uma amiga, ele tentou fugir ao notar a presença dos policiais. Com um visual diferente, de cabelo raspado, Pachione disse que não se arrepende do crime.Segundo policiais do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), o suspeito foi encontrado após uma abordagem a dois individuos no Jardim Itatinga, em Campinas. Eles estavam em um carro e demonstraram nervosismo. Após dar versões contraditórias, confessaram que haviam ido para Jundiaí levar uma pessoa acusada de homicídio em Campinas. Ao convencer os suspeitos a acompanhar eles até o local, acabaram sendo dirigidos para uma residência em Pirituba. Pachione tentou fugir pulando muro, mas foi preso. Segundo os policiais, a casa pertence a uma amiga dele — que conhecia Jamily. Ele teria dito que era procurado pela polícia porque estava com pensão alimentícia atrasada, ao buscar abrigo.

Com ele foi encontrado um documento falsificado, com o nome de Carlos Alberto Pacheco, de 56 anos. Ele acabou por confessar o crime e disse ter comprado o documento falso em Campinas por R$ 350,00, após o crime. Pachione alega que deixou a cidade porque tinha medo de ser reconhecido devido à repercussão na imprensa.

Para os policiais, Pachione alegou que sua mulher mantinha um relacionamento fora do casamento. Segundo ele, o crime aconteceu em um momento de raiva após ela dizer que tinha nojo de estar com ele. Pachione disse ainda aos policiais que Jamily o provocava dizendo que mantinha relações com o colega de trabalho, colocando em xeque sua virilidade.

Ele afirmou ainda que o relacionamento estava em crise e que por três vezes pediu para ela sair de casa — ele ficaria com o filho de 5 anos que vivia junto do casal na casa dos pais dele, no Conjunto Residencial Village Costa Verde. Sobre a noite do crime, confessou à polícia ter discutido com a mulher e que o filho dormia no momento da discussão. Ele disse que os pais dele podem confirmar sua versão.

Pachione também negou aos policiais que sua ação foi premetidada e que planejava a fuga. Afirmou ter a intenção de se entregar, mas que pretendia ficar 10 dias em Pirituba. Ao ser levado para prestar depoimento na 2ª Delegacia Seccional, disse que não ia comentar o caso com a imprensa.

Jamily era atendente em uma loja de pneus e acessórios para carros na região central de Campinas e também era garçonete em um restaurante japonês localizado na Vila Brandina, onde trabalhava apenas nos finais de semana. Pachione confirmou que o casal lanchou fora e que discutiu com sua mulher. Ele exigia que ela deixasse o emprego.

Segundo o Boletim de Ocorrência registrado do caso, durante a discussão, a moça mencionou que queria a separação em razão do ciúme dele. Ela justificou que não pediria a conta do trabalho em razão de ganhar bem. Após a discussão, os pais dele alegaram que o casal foi para o quarto, ligou a televisão no volume alto e por volta das 23h recebeu a ligação de uma filha, avisando sobre a tragédia.

O crime foi registrado como homicídio qualificado e será investigado pela 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) como feminicídio.

Jamily foi morta no quarto do casal. O filho, de 5 anos, dormia no mesmo cômodo. Ela levou seis facadas, sendo duas no peito. A polícia suspeita que ela foi dopada, já que ninguém ouviu barulhos. O corpo da jovem foi enterrado na tarde de quarta, no Cemitério Municipal Padre Anchieta, em Londrina. A mãe soube do crime por volta das 21h de segunda-feira, um dia após o assassinato, depois que amigos viram a história nas redes sociais. O corpo da jovem saiu de Campinas rumo ao Paraná na madrugada de quarta.

Ciúmes

Segundo amigos, Pachione sempre levava a jovem no ponto de ônibus e à noite a buscava no trabalho. Apesar de normalmente não reclamar da vida de casada, há cinco meses começou a demonstrar desejo de separar do marido devido ao ciúme excessivo dele. De acordo como o primo Adailton Paulino, recentemente ela se queixou do ciúme possessivo dele, mas nunca de agressão. “Nos últimos dias ele estava ameaçando ela, pois queria que ela parasse de trabalhar. Entre o emprego necessário para o casal e o filho, ela quis separar. Ele não aceitou.”

Segundo uma amiga próxima, a contato publicitária Andreia Marinello, Jamily chegou a se separar temporariamente do marido no ano passado devido ao ciúme, mas reataram pouco tempo depois. Recentemente ela chegou a comentar que o marido ameaçava matá-la, mas os cometários foram feitos em tom de brincadeira.

“Eu ri com ela, pois a gente achava que era mentira. A Jamily amava o Carlos e ele era uma pessoa muito social, agradável e legal.”

Vídeos

Na página social do auditor, que estava desempregado, as últimas postagens foram feitas em maio do ano passado. Pachione publicou dois vídeos, um romântico, com trailer da música You make me feel Brand New, do Simply Red e outro com uma música gospel, Excuse-me, de autoria do cantor Júnior. No vídeo aparecem as frases “às vezes amamos tanto que é preciso pedir perdão ao coração”.

Em um dos trechos da música postada é citada a seguinte frase: “me desculpa pelas coisas estranhas que faço, eu estou me afogando em seu oceano...”

 

Sonhadora e dedicada, dizem amigos

 

Bonita, brincalhona, trabalhadora, esforçada, dedicada, são algumas das qualidades listadas sobre Jamily, pelos seus amigos. “Era conhecida por menina do sorriso doce, de tão linda e humilde que era por dentro e por fora”, resume o primo Adailton Paulino. Jamily conheceu Carlos Roberto Pachione há sete anos, quando trabalhava de vendedora em uma loja de celulares em um shopping na Praia Grande, na Baixada Santista. Na época, ela tinha terminado um casamento de três anos. Pachione vivia sozinho, chegou de mansinho, lhe dava flores, elogiava, levava para comer em restaurante, lhe dava toda a atenção. “Ela estava carente e ele agia como um Don Juan. Era carinhoso, gentil, tudo o que uma mulher quer em um homem, assim o Carlos fazia”, disse uma amiga de infância, de 35 anos, que preferiu não se identificar. Na época, Pachione tinha um carro luxuoso e se dizia auditor. Os dois se casaram e logo ela engravidou. Ele tinha um bom apartamento em São Vicente e mesmo com a boa posição do marido, Jamily continuou trabalhando. “Ela era sonhadora, batalhadora. Ele era possessivo, mas ela não percebia. Ela o amava e achava que as atitudes de ciúmes dele eram normais. Ela também sentia ciúme dele, mas nada fora do comum”, contou a amiga. Depois de um algum tempo de casados, Pachione começou a perder bens. O casal teve que vender o apartamento onde morava para pagar dívidas e foi morar com uma amiga dela. Ficaram seis meses de favor com a amiga. Então ele decidiu ir para a casa dos pais. Ela ficou um tempo em São Vicente, cidade onde mora a mãe e o padastro. Todos achavam que era o fim do relacionamento, mas ela seguiu com ele. Jamily nasceu em Londrina, no Paraná. Os pais se separaram quando ela tinha entre cinco e seis anos. A jovem e a mãe se mudaram para Santos, onde estudou e fez muitos amigos. Era religiosa, frequentava uma igreja cristã e sempre estava nos cultos, onde conheceu o primeiro marido. A jovem sempre trabalhou. O primeiro casamento não deu certo e ela se separou. “Jamily não tinha olhos para ninguém. Sempre respeitou o Carlos. Mas ele tinha ciúmes do ex-marido dela. Mas nunca pensamos que este ciúme fosse tão doentio”, disse a amiga. Ela se formou em administração de empresas e há dois meses conseguiu emprego em uma loja de pneus e acessórios na região central de Campinas. Ainda estava em experiência, mas estava feliz porque ganhava bem. Na loja, ela trabalhava de segunda a sábado. E nos finais de semana à tarde fazia “bico” como garçonete em um restaurante japonês chique na Vila Brandina.

7 tentativas de suicídio teriam elo com 'Baleia'

Policiais civis do Paraná estão investigando as circunstâncias de sete tentativas de suicídio de adolescentes, todas ocorridas nesta terça-feira na capital do estado, Curitiba. A Secretaria municipal de Saúde avalia que pode haver uma relação entre esses casos e o "jogo da baleia azul". De acordo com autoridades, os jovens tinham sinais de automutilação e de ingestão de remédios.

Baracho, acrescentando que o número de episódios é "muito acima do normal".

O "jogo da baleia azul', que se tornou motivo de preocupação em diferentes países, consiste em uma série de 50 desafios diários enviados ao participante por um "curador". Há desde tarefas simples como desenhar uma baleia azul numa folha de papel até outras muito mais mórbidas, como cortar os lábios ou furar a palma da mão diversas vezes. Como desafio final, o jogador deve se matar. O jogo já é alvo de investigação também no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e no Mato Grosso.

A mãe de uma menina de 15, moradora da Zona Oeste do Rio, descobriu que a filha estava cumprindo os desafios do jogo e a impediu de continuar. A menina foi internada num hospital, onde foi convencida de que estava no caminho errado.

Segundo João Carlos Baracho, a suspeita de relação entre as tentativas de suicídio de Curitiba com o desafio surgiu porque muitas das tarefas propostas pelo jogo devem ser executadas de madrugada, além de envolverem tanto o corte com lâminas como a ingestão de medicamentos.

QUADRO CASOS NA MESMA UPA

Na madrugada de terça, quatro dos jovens foram levados por suas famílias, a uma mesma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que fica no bairro de Sítio Cercado. Outro adolescente foi encaminhado a outra UPA, no bairro de Pinheiro, pelo Conselho Tutelar, também de madrugada.

Durante o dia, foram registrados um caso em um Centro de Atenção Psicossocial (Caps) e outro em um estabelecimento particular. Não foram divulgados mais detalhes sobre os jovens, incluindo possíveis relações entre eles.

— O que a gente percebe é que a distribuição é muito mais concentrada na região Sul da cidade — avalia Baracho.

SÉRIE TAMBÉM CAUSA PREOCUPAÇÃO

Em nota divulgada nesta terça-feira, a prefeitura alertou para os perigos do jogo Baleia Azul, informou que atividades de prevenção ao suicídio nas redes municipal e estadual de ensino.

A secretaria também alertou para os perigos envolvendo a série "13 reasons why", do Netflix, que fala sobre o suicídio de uma adolescente. Alguns especialistas acreditam que o programa pode induzir jovens a se matarem. O órgão recomenda que os pais assistam a série junto com seus fihos e conversem com eles sobre os temas retratados.

O secretário de Saúde afirma que é preciso acompanhar os hábitos dos adolescentes, principalmente durante a madrugada, além de possíveis sinais de autoflagelação. Caso um comportamento fora do comum seja detectado, no entanto, os pais precisam sabem como lidar:

 

— A posição dos pais é no sentido de acolher o adolescente, dialogar, se colocar à disposição. Não naquela postura punitiva, de repreensão, e sim abrindo o diálogo, franco — explica.

Desafio da 'Baleia Azul' quase causa a morte de um adolescente em SC

As redes sociais tomaram conta da vida das pessoas. É difícil encontrar quem não navegue por algum tipo de site ou de aplicativo. O problema é que no meio de tanta oferta há algumas armadilhas. É o caso do desafio da 'Baleia Azul', um jogo on-line, difundido no mundo todo, que pode convencer o participante a fazer provas perigosas e até a se matar. O alerta vem de uma mãe de Santa Catarina que por muito pouco não perdeu o filho adolescente.

O adolescente de 15 anos tentou o suicídio duas vezes. Segundo a mãe, ele foi instigado por um jogo em um grupo de conversas no celular. O convite veio em uma rede social.

“Era um grupo, vários adolescentes a nível de Brasil, onde eles conversam, eles recebem as regras, as normas, os desafios. Comentam sobre os cortes que fazem, tudo”, diz a mãe.

Os cortes no corpo são parte dos desafios que quem entra no grupo precisa cumprir. As fotos são usadas para comprovar que o desafio foi cumprido. Nos últimos dias ela notou o comportamento estranho do filho. Depois disso, a mãe se passou pelo adolescente para saber o que acontece nesse grupo e descobriu que quem tenta sair é ameaçado.

“Primeiro sintoma de tudo, eu acredito que é aquela tristeza e aquele ficar de canto. Deixar as amizades. Gostaria que os pais observassem os seus filhos, os braços dos seus filhos. Eu fui ver as marcas aqui no hospital. Eu poderia ter visto antes”, aconselha a mãe.

Mas, esse não é um caso isolado. Segundo a polícia, outros casos de crianças e adolescentes que participavam desse tipo de jogo estão sendo investigados em outras cidades e regiões de Santa Catarina.

 

“Tentamos compartilhar ao máximo de informações pra tentar saber quem são os integrantes, quem efetivamente estaria praticando a instigação ao suicídio”, diz o delegado Frederico de Melo Silva.

Casal é encontrado morto em hotel de luxo de SP

Um casal foi encontrado morto a tiros na tarde deste domingo (16) dentro de um quarto do hotel Maksoud Plaza, no bairro Bela Vista, região central de São Paulo. A Polícia Militar suspeita de que tenha sido um homicídio seguido de suicídio. Os nomes dos mortos não foram informados.

O crime foi cometido por volta das 15h e registrado no 78º Distrito Policial (DP), no bairro dos Jardins, região nobre da capital paulista. Peritos da Polícia Técnico-Científica estavam no hotel, um dos mais tradicionais de São Paulo, colhendo informações sobre o caso na noite deste domingo.

 

A assessoria de imprensa do Maksoud Plaza emitiu uma nota na qual afirma que o hotel "está colaborando com as autoridades competentes envolvidas no caso ocorrido neste domingo" e que, por isso, não pode fornecer informações a respeito. "A empresa se solidariza às pessoas envolvidas e continuará colaborando com a investigação", conclui

Polícia apreende 350 quilos de drogas em Santa Bárbara d'Oeste

A polícia apreendeu 350 quilos de drogas em um galpão no Jardim São Francisco, em Santa Bárbara d'Oeste, na terça-feira (11). Segundo a corporação, dois homens invadiram o imóvel, que está para alugar, com um caminhão.

Dois suspeitos, de 40 e 41 anos, foram presos e vão responder por tráfico e formação de quadrilha.Segundo a polícia, a suspeita é que o entorpecente seja crack. O material foi encaminhado para análise no Instituito de Criminalística (IC).

A operação foi realizada pela Polícia Militar (PM) e Polícia Civil da cidade. O proprietário foi até o galpão, estranhou a presença do veículo e chamou a polícia. Um dos suspeitos confessou que havia drogas escondidadas no caminhão.

Os tilojos das drogas estavam no compartimento, no teto do baú do caminhão. De acordo com a delegada da Polícia Civil, Olívia Fonseca, o homem disse que tinha alugado o espaço.

"Falamos com o responsável pela imobiliária, que negou a afirmação. O suspeito confessou, depois, que foi pago para manter a droga no local.

 

O dono da carreta não foi encontrado, mas a polícia suspeita que ele esteja envolvido no crime.

Menino de 11 anos é atacado por pit bull e tem a perna dilacerada

Um menino de 11 anos foi atacado por um cão da raça pit bull e precisou ser submetido a uma cirurgia na perna. O caso aconteceu no sábado (8) em uma avenida do bairro Jardim São José, em Ribeirão Preto. O animal escapou de uma área cercada em que uma obra está sendo realizada e mordeu o jovem na altura da panturrilha. O garoto passa bem e está se recuperando.

Segundo informações registradas no boletim de ocorrência, a cadela teria escapado da área por um vão. Um empresário que passava perto do local de carro afirma que viu o momento em que o pit bull deixou o local e perseguiu a vítima, que segundo ele, estava passeando pelo local de bicicleta.

“Eu já vendo isso, porque não tinha ninguém na rua, já fui buzinando porque eu não sabia que cachorro que era. Quando eu vi, o menino grudou no meu carro chorando e era um pit bull branco que estava dilacerando a perna dele, foi a cena mais horrível que eu passei na minha vida”, explica Pérsio Dizerto Lelis, de 46 anos.

Sem saber o que fazer, o empresário afirma que acelerou o carro e abriu a janela do seu lado. Em seguida, ele chegou perto de onde o menino estava sendo atacado e puxou o garoto pela roupa para dentro do automóvel. Mesmo assim, a cadela não largou da perna do jovem e o empresário disse que teve que golpear o pit bull para poder colocar o garoto em seu carro.

“O menino entrou no carro com a perna dilacerada. Tem sangue em toda porta do carro e corri para UPA da 13 de maio e fui conversando com o menino, acalmando ele, perguntando nome, endereço e no meio do caminho eu liguei para minha esposa ir até a casa do menino. Ela foi lá, pegou a mãe dele e levou para a UPA na sequência”, explica.

Ao deixar o menino na UPA, o empresário diz que foi questionado por uma médica sobre quem seria o dono do pit bull. Pérsio voltou ao local onde o ataque ocorreu e encontrou o Corpo de Bombeiros. Além deles, o dono do animal, que alugou a cadela para que fizesse a segurança da área também estava com eles.

“Ele estava lá, se identificou, deu um cartão, e começou a querer mudar os fatos falando que os meninos eram ladrões. Ele começou a mudar a história, a polícia chegou, eu fui policial, e contei o que aconteceu. Mandei lavrar o boletim de ocorrência e entrei como testemunha no documento”.

Já o dono do animal explica que acredita que alguém tenha danificado o portão pelo qual seu pit bull escapou. Sérgio Catandeiro, que é empresário e adestrador de animais, afirma que alguns animais seus já fugiram anteriormente, mas nunca havia ocorrido algo similar antes.

“Os animais são treinados justamente para proteger construções. Na porta da obra não tinha como o cão fugir porque ele estava no subsolo. Só que na porta da obra, tinham marcas de pé do tipo que alguém chutou”, diz.

Depois de ser informado do estado de saúde do garoto, o adestrador afirma que se encontrou com a família e começou a prestar ajuda à vítima. Ele explica que pagou a ambulância que fez o transporte do menino até o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, onde foi submetido a uma cirurgia na perna e segue internado em observação.

“Como a testemunha que socorreu disse que viu o menino só na bicicleta, a gente supõe que tentaram entrar na obra, forçaram o portão e por isso o cachorro veio a fugir. A gente tenta tomar todas as precauções, mas infelizmente aconteceu”, conclui Sérgio.

O caso foi registrado na Central da Polícia Judiciária (CPJ) de Ribeirão Preto como omissão de cautela na guarda e condução de animais. O pit bull foi levado de volta para a clínica do adestrador e ficará isolado por dez dias até que os profissionais verifiquem o que de fato ocorreu e levou à cadela a atacar o menino.

“Eu pude socorrer, nem imaginava que eu teria forças, mas eu consegui puxar o moleque para dentro do carro, foi muito pontual. Eu agradeço a Deus porque é um presente que a gente ganha da vida por poder ajudar uma criança. A violência daquele cachorro foi aterrorizante”, finaliza Pérsio.

 

O G1 tentou entrar em contato com os familiares do menino por telefone, mas não conseguiu localizá-los até a publicação desta reportagem.

Corpos são encontrados dentro de pneu queimado

Duas pessoas foram encontradas carbonizadas dentro de um veículo, no final da manhã deste domingo (9), em uma área rural de Artur Nogueira, limite com Engenheiro Coelho. As vítimas estavam dentro de pneus, na caçamba de uma camionete Strada, com placas falsas. O carro também foi queimado.

A polícia chegou no local após ser acionada por um morador que passava perto de um canavial, no bairro Mato Dentro, e avistou o carro em chamas.

Como os corpos estão completamente queimados, não há como identificar se as vítimas são homens ou mulheres.

A polícia suspeita que criminosos tenham ordenado as vítimas a entrarem nos pneus antes de serem incendiadas. A placa do carro é clonada de um VW/Gol.

 

A Polícia Civil vai investigar o caso e acredita que o incêndio seja criminoso. Os cadáveres foram levados ao Instituto Médico Legal (IML) de Americana-SP.

Militar aposentado é detido por agressão e maus-tratos de animais em Campinas

Ao menos 60 cães e gatos foram encontrados na noite de quarta-feira (5) em condições de maus- tratos, muitos com doenças graves e contagiosas. O flagrante foi em uma residência na Nova Campinas, bairro nobre da zona leste de Campinas.

O dono da residência, um coronel aposentado do Exército Brasileiro, foi levado para a delegacia por suspeita de agressão e pela condição dos animais, alguns mortos.

Os animais ficavam em cômodos sujos, abafados e brigavam pela pouca comida, segundo os vizinhos, que denunciaram o caso para a Guarda Municipal.

"Os gatos ficavam trancafiados em uma situação deplorável", explica a presidente da Associação Late Cão, Marjorye Carvalho.

Os gatos, ao menos 50, ficavam na parte de cima da residência, e a maioria apresenta problemas oculares, informou a médica veterinária Beth Santos, que também acompanhou o flagrante após denúncias de vizinhos. Eles também fizeram apelos pelas redes sociais por ajuda.

Na garagem, os voluntários e guardas se depararam muita sujeira e comida estragada. Encontraram ainda dez cães convivendo com animais mortos.

Levado ao 1º DP

A Polícia do Exército acompanhou o depoimento do coronel aposentado no 1º Distrito Policial. De acordo com a EPTV, afiliada da TV Globo, o detido responderá por agressão e ameaça aos guardas municipais e maus tratos aos animais.

"Quando ele foi abordado para um diálogo, o mesmo agrediu um componente da guarnição e foi detido", afirmou o inspetor da Guarda Municipal Valdir Tuckmandel.

Como ajudar?

Enquanto ele prestava explicações, voluntários e associações de proteção animal retiravam os cães e gatos da casa.

De acordo com a presidente da Associação Anjos de Rua, Luisa Grande, primeiro, os animais serão levados para receber cuidados médicos.

 

Depois, devem seguir para lares voluntários e, por fim, adotados. Quem quiser ajudar os animais resgatados devem obter mais informações nas redes sociais das associações Late Cão e Anjos de Rua. A Anjos de Rua divulgou um email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

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