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Em Viracopos pilotos e comissários entram em estado de greve

Os pilotos e comissários de voo decidiram nesta segunda-feira, 24, entrar em estado de greve, após assembleia realizada em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Campinas. Segundo o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), os trabalhadores protestam, entre outros pontos, contra a reforma trabalhista que tramita no Congresso.

Uma nova assembleia será feita na quinta-feira (27) para que a categoria delibere sobre a realização da paralisação, caso não haja recuos no texto do projeto de lei. Em conversa com o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, o diretor de Relações Institucionais do sindicato, Adriano Castanho, não descartou uma eventual paralisação na sexta-feira (28), data em que diversas entidades de trabalhadores planejam realizar uma greve geral.

Em nota, o SNA diz que o projeto da reforma trabalhista traz "enormes riscos" à categoria e impacta a segurança de voo. O sindicato afirma que a permissão de contratos de trabalho intermitentes abriria a possibilidade de os tripulantes ficarem sem remuneração na baixa temporada.

Outros pontos levantados pelo SNA dizem respeito à possibilidade de demissão por justa causa em caso de perda de habilitação ou reprovação em exame médico, o fim da validade das Convenções Coletivas após sua vigência e a possibilidade de demissões em massa sem negociação com os representantes sindicais.

 

"O SNA, juntamente com a categoria, vem atuando intensamente nos últimos dias para conscientizar deputados, inclusive o relator do projeto, sobre as necessidades específicas dos pilotos e comissários", diz a entidade. "As emendas propostas pelos aeronautas não mitigam totalmente os riscos de precarização da profissão trazidos pelo texto substitutivo da reforma, mas atacam os principais pontos que ameaçam não só estes profissionais como, em última análise, a sociedade como um todo, já que mexem com o ativo mais importante da aviação: a segurança de voo."

Prefeito Jonas corta R$ 618 mi em despesas

O prefeito Jonas Donizette (PSB) determinou um corte de R$ 618 milhões nas despesas deste ano, diante da queda de receita com impostos como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), Imposto sobre Serviço (ISS) e especialmente com o repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) verificado no primeiro trimestre. O corte corresponde a 15% das despesas previstas para 2017 e, em uma reunião tensa com o secretariado semana passada, Jonas traçou um quadro pouco animador da situação financeira do Município para este ano. As expectativas iniciais eram de que 2017 poderia dar algum respiro na arrecadação em relação a 2016, quando a Prefeitura fechou o ano sem conseguir pagar dívidas com fornecedores que somaram R$ 250 milhões. Esse déficit foi repassado para este ano e, segundo o secretário de Negócios Jurídicos, Sílvio Bernardim, está sendo pago, mas o valor total ainda não foi saldado.

Temendo que este ano seria de cofres vazios, já nos primeiros dias do novo governo, Jonas determinou um contingenciamento de 25% do orçamento, excluindo desse percentual despesas prioritárias, como folha de pagamentos. O contingenciamento, na realidade, significa postergar decisões de gastos, deixando para mais tarde compras de mercadorias e serviços que podem esperar. Como nos anos anteriores, a Prefeitura faz avaliações trimestrais das receitas e gastos para definir a necessidade de redução ou ampliação dos cortes. Um comitê gestor criado no primeiro mandato de Jonas avalia a necessidade de cada despesa antes de autorizar o empenho de verbas ao longo do ano.

A avaliação do trimestre concluiu que apenas postergar gastos teria pouca eficácia e por isso veio a decisão de cortar despesas para poder atravessar o ano.

O orçamento da Administração direta (que exclui empresas municipais e autarquias) está estimado em R$ 4,3 bilhões e os cortes atingirão especialmente o custeio da máquina, resultando em cautela nas despesas com os gastos ligados à manutenção da cidade. Se houver possibilidade, segundo ficou definido, haverá cortes na folha, atingindo gratificações, horas-extras e benefícios.

No primeiro trimestre, a Prefeitura recebeu R$ 164,7 milhões de repasse do ICMS, uma queda real de 2,37% na comparação com o mesmo período do ano passado, já descontada a inflação acumulada nos últimos 12 meses, de 4,57%.

A arrecadação do ICMS é a segunda maior receita de Campinas e perde apenas para o Imposto Sobre Serviço (ISS), por isso a retração nos repasses preocupa a Administração, aumentando o risco de fechar o ano com déficit nas contas.

“Os municípios estão em sérios apuros com a queda na arrecadação. Muitas cidades dependem do ICMS para sobreviver e só terão melhoria na receita quando a economia do País voltar a crescer. Esse imposto está diretamente relacionado ao vigor econômico”, afirmou o economista e consultor municipal, Carlos Henrique Mussich.

Rombo

Jonas projeta um rombo de R$ 120,8 milhões no orçamento de 2018 caso a crise econômica que atinge o País nos dois últimos anos continue com queda nas receitas e aumento nas despesas. A Administração prevê arrecadar R$ 5,1 bilhões com as chamadas receitas primárias, que são aquelas oriundas de impostos, taxas, contribuições, transferências e vai gastar com despesas primárias, ou seja, com pessoal, custeio, investimentos, R$ 5,22 bilhões. O déficit primário projetado, de R$ 130,6 milhões, dependerá de quanto de restos a pagar o governo vai conseguir liquidar até o final deste ano.

A previsão está no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) encaminhado à Câmara pelo prefeito. Nessa previsão, a Administração projeta um orçamento para o próximo ano de R$ 5,368 bilhões, praticamente a mesma estimativa de 2017, que está em R$ 5,366 bilhões. A projeção de déficit para 2018 é menor do que a estimada para este ano, de R$ 130,6 milhões.

Apesar do resultado negativo previsto, a cidade ainda terá capacidade de endividamento e poderá lançar mão de operações de crédito para os investimentos necessários. A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) estabelece que o limite de endividamento dos municípios é de 120% das receitas correntes líquidas. O endividamento de Campinas atual é R$ 1,39 bilhão.

O déficit primário será financiado com recursos que aumentarão o endividamento, como é o caso da operação de crédito feita para a implantação dos corredores Campo Grande e Ouro Verde, por onde circularão os BRTs, e também para o programa de asfalto PAC 2.

Duas despesas pesam muito no orçamento. O déficit previdenciário e o pagamento de precatórios. A Prefeitura já aportou, nesses quatro anos, R$ 750 milhões para cobrir o deficit e tem uma dívida de R$ 439,1 milhões com precatórios, ou seja, ordens judiciais de pagamentos em ações de desapropriações, créditos tributários, salários, vencimentos, proventos, pensões e indenizações. Se não fossem essas despesas, a Prefeitura teria R$ 350 milhões anuais para fazer investimentos.

O quadro deixa claro que a Prefeitura não terá recursos próprios para investir, um dos motivos que leva o prefeito a avançar no programa de concessões, na tentativa de atrair investimentos privados que melhorem os serviços públicos. Pelo menos seis serviços públicos estão na lista de concessões que serão alavancadas em 2017 — pontos de ônibus, terminais de ônibus, zona azul, transporte coletivo, resíduos sólidos e iluminação pública.

O secretário de Finanças, Tarcísio Cintra, disse que 2018 será ainda um ano de aporte, de controle rígido dos gastos. “Será um ano de muita gestão. A situação só irá melhorar quando a atividade econômica voltar a crescer e por enquanto os sinais de que isso irá ocorrer são muito fracos ainda”, afirmou.

 

Número de mortos por febre amarela na região de Campinas sobe para cinco

Americana  confirmou nesta quarta-feira (19) a primeira morte por febre amarela no município. Segundo a Secretaria de Saúde, trata-se de um paciente de 46 anos que estava internado com suspeita da doença no Hospital Municipal e morreu na terça-feira (11). O resultado foi divulgado nesta tarde depois que o Instituto Adolf Lutz liberou o exame.

Ainda segundo a secretaria, os locais prováveis de infecção são os municípios de Amparo e Monte Alegre do Sul, já que o paciente era representante comercial e esteve nessas regiões seis dias antes do início dos sintomas.

O secretário de Saúde de Americana, Orestes de Camargo Neves, afirmou que por se tratar de um caso importado, o município não irá alterar o esquema de imunização na cidade, que consiste em 50 doses por período em seis unidades de saúde.

"Vamos continuar no mesmo ritmo, lógico que a gente depende sempre da disponibilidade de vacinas que o Ministério da Saúde dispõe pra gente. Pra atual situação é suficiente. Não temos o risco eminente de epidemia. Estamos só vacinando aquelas pessoas que vão para área de risco", afirma Neves.

De janeiro até agora foram aplicadas 7.824 vacinas. [veja abaixo os locais de vacinação]

Americana não está na lista das cidades com recomendação de vacina do Ministério da Saúde e não registrou nenhuma morte de macaco até o momento.

"Não há nenhum outro caso sendo investigado. Até agora não houve nenhum outro caso [...] Inclusive, nós temos macacos no Parque Ecológico e eles estão sendo monitorados e não teve nenhum caso de morte nem nada. E a gente pede para a população que mora em áreas que têm animais silvestres que caso tenha morte de macaco comunique a Vigilância", explica o secretário.

Bloqueio

Além disso, a Unidade de Vigilância em Saúde (Uvisa) realizou um bloqueio mecânico na região da casa onde o paciente morava, no bairro Frezzarim. Foram vistoriados 201 imóveis em 15 quarteirões. Nenhum caso suspeito foi identificado.

Campinas

Nesta tarde, a Secretaria de Saúde de Campinas  confirmou o primeiro caso de febre amarela no município. De acordo com a Vigilância Epidemiológica, um idoso de 63 anos, morador do distrito de Sousas e que antes era tratado como um registro suspeito, teve o resultado positivo para doença após exames do Instituto Adolfo Lutz.

O homem passa bem e está internado em um hospital público da cidade. O caso é autóctone, ou seja, o paciente não viajou para outro locais.

A Prefeitura ainda aguarda o resultado de outro registro suspeito de febre amarela. Segundo a Secretaria de Saúde, o jovem tem entre 25 e 30 anos e também é morador da zona rural de Sousas, onde foram encontrados, até esta quarta-feira, sete macacos mortos com a doença.

Desde o início do ano, outros três casos suspeitos de febre amarela em moradores de Campinas foram investigados e descartados pela administração municipal. Todos os registros eram importados. Ainda segundo a Vigilância, toda a população da zona rural da cidade já está vacinada contra a doença.

Mortes e casos confirmados na região

Além de Americana, Amparo  tem uma morte e um caso confirmado. Monte Alegre do Sul também teve um óbito provocado por febre amarela. Tuiuti também registrou uma morte pela doença na quarta-feira (12). Com isso, o total de óbitos subiu para cinco na região - o primeiro ocorreu em Paulínia.

Na dia 5 de abril, o governo do estado confirmou o primeiro caso autóctone de febre amarela na área de Campinas. Trata-se de uma mulher de 40 anos, contaminada no bairro Girardelli, em Monte Alegre do Sul.

Estado de SP

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informou nesta quinta-feira (13) que em 2017 há 14 casos autóctones de febre amarela silvestre confirmados no Estado. Desses casos, seis evoluíram para óbitos dos municípios de Américo Brasiliense, Amparo, Araraquara, Batatais, Tuiuti e Monte Alegre do Sul. Os demais casos autóctones, sem óbitos, ocorreram nas cidades de Monte Alegre do Sul, Araraquara, Águas da Prata, Amparo, Santa Cruz do Rio Pardo e Mococa.

Há cinco mortes confirmadas que são importadas, ou seja, as infecções ocorreram fora do Estado, todas em Minas Gerais (com notificações em Santana do Parnaíba, três na capital e um em Paulínia).

Além disso, informou que estão em investigação 17 casos de pessoas que foram ou estão sendo tratadas por suspeita de febre amarela silvestre.

Macacos mortos

A Região Metropolitana de Campinas contabiliza 40 macacos mortos com febre amarela: Campinas (7), Pinhalzinho (10), Amparo (6), Monte Alegre do Sul (11), Socorro (1), Tuiuti (5). Os números foram confirmados pelos municípios, já que o governo estadual não divulgou balanços separados por cidades.

Postos de vacinação

Veja os horários de atendimento dos postos de Americana para vacinação:

Período da manhã - senhas a partir das 7h30

Segunda, quarta e sexta - UBS Jd. São Paulo e Parque Gramado

Período da tarde - senhas a partir das 13h30

Segunda, quarta e sexta - UBS Jd Brasil e São Vito

 

Terça e quinta - Farmácia Central e UBS São Domingos

Em Americana ônibus cai em córrego e deixa três pessoas feridas

Três pessoas — motorista, cobrador e uma passageira — tiveram ferimentos leves após um ônibus intermunicipal da linha 6.34 (Americana/Nova Odessa) cair no Córrego Pyles, na Avenida Rafael Vitta, em Americana, próximo do cruzamento com a São Jerônimo. O acidente aconteceu por volta das 23h20 de segunda-feira. O condutor do ônibus foi submetido ao teste do bafômetro, que não constatou uso de álcool. As vítimas foram levadas pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi e passam bem.

O ônibus seguia pela avenida em direção ao centro de Americana. O acidente foi em uma curva. O motorista relatou para a polícia que o volante do ônibus travou e ele não consegui fazer a conversão. A perícia trabalha agora para descobrir se houve falha mecânica.

 

Em nota, a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU/SP) informou que o ônibus, modelo ano 2012, está devidamente vistoriado e autorizado a operar nas linhas metropolitanas até dia 21/05/2017 e que a permissionária Ouro Verde, responsável pela operação da linha, providenciou a retirada do veículo do local com auxilio de dois guinchos. “Com relação ao acidente informamos que as causas estão sendo apuradas pelas autoridades que estão realizando perícia no veículo. A empresa vai substituir o veículo acidentado para que as partidas programadas não sejam prejudicadas”, informou.

Fiéis celebram ressurreição de Cristo em Catedral lotada

Na madrugada e manhã de domingo, as comunidades da Arquidiocese de Campinas celebraram a Páscoa com procissões e missas na cidade. Dom Airton José dos Santos, arcebispo metropolitano, presidiu a missa das 9h30 na Catedral Nossa Senhora da Conceição, que ficou lotada de fiéis.

Cerca de 1,5 mil pessoas acompanharam a celebração da ressurreição do Senhor que trouxe a mensagem da vitória de Cristo sobre o pecado e a morte. Evandro Brito, de 42 anos, saiu cedo do Jardim campineiro acompanhado da família para marcar presença, como de costume, na Missa de Páscoa. “Fui batizado na igreja católica e frequento a missa na Catedral toda semana. Para mim participar da missa de Páscoa é importante porque representa a Semana Santa. A mensagem que fica é de paz e união. Está faltando paz e união entre as pessoas e, principalmente, entre os políticos. A situação está vindo à tona com a Operação Lava Jato”, disse.

Outro participante da missa solene, o gerente industrial Cláudio Natali, de 45 anos, morador do Parque Prado, trouxe seis pessoas da família para a celebração. Para ele, a missa é a parte central da fé cristã, por ser a celebração da ressurreição de Cristo. Participante de outras missas da Semana Santa, na Sexta-Feira Santa foi na Igreja Santo Antônio para a encenação do Cristo Morto. Segundo Natali, os tempos são difíceis e a mensagem do papa Francisco da escalada da guerra e da violência deixa os cristãos muito preocupados. “Depois de um dia ruim, vem sempre um domingo de Páscoa”, afirma. Fechando a Semana Santa, o Domingo de Páscoa é a consagração de um período que foi iniciado no Domingo de Ramos e marcado por uma programação que chamou à orações e reflexão. Posteriormente à Páscoa, nos próximos sete domingos é chamado o Tempo Pascal - 50 dias entre o domingo da ressurreição e o domingo de Pentecostes. De acordo com o arcebispo, os católicos são convidados a testemunhar a ressurreição de Cristo, o que evidentemente se faz necessário para a experiência de que o Salvador realmente ressuscitou.

“Essa experiência é pessoal e não coletiva. Não há um inconsciente coletivo que funcione nesse sentido. É cada pessoa fazendo a experiência de Cristo vivo e ressuscitado em sua vida”, afirmou o arcebispo metropolitano. Segundo o religioso, cada pessoa transmite, enxerga e experimenta essa vivência com o Salvador.

Jesus ressuscitou para salvar a humanidade inteira e não somente para aqueles quem creem nele, e anuncia a esperança de que tudo pode ser renovado, que a vida pode ser renovada. “A grande mensagem da Páscoa para este ano, de um modo especial, tem a ver com a fraternidade, solidariedade e com a paz. A apesar da violência, falta de compreensão e desatenção para com aqueles que mais sofrem. E até mesmo espanto diante de algumas situações noticiadas pela mídia. Ainda assim, nós seres humanos podemos vencer tudo isso. Essa é a mensagem da Páscoa”, disse o líder da igreja católica na Região Metropolitana de Campinas.

Refletindo a respeito dos acontecimentos do mundo e sua influência no comportamento da população, na opinião do religioso, o enfrentamento dos problemas deve partir de meios que façam com que as pessoas vençam barreiras sem prejudicar ou maltratar outros seres humanos. “O grande problema vivido hoje é a falta de expectativa e perspectiva, o que gera um vazio. É como se fosse um hiato na vida da pessoa. A Páscoa de Cristo e sua ressurreição vêm justamente para preencher esse vazio. Precisamos dar esse testemunho de que tudo pode ser mudado. A vida muda”, disse o religioso. Em tempos de tensões no mundo, sejam econômicas ou militares, o arcebispo nota um aumento no número de fiéis nas igrejas, já que se voltar mais a Deus é uma atitude comum em momentos de grande dificuldade e com falta de horizonte.

 

“As pessoas começam a procurar sentido para aquilo que fazem. A fé que possuem a conduzem. O grande problema é que a gente acha que quando está tudo bem, não precisamos de Deus, mas é exatamente quando mais precisamos nos fortalecer porque existem altos e baixos na vida. E Jesus Cristo deve fazer parte da nossa existência em todos os momentos. Evidentemente não podemos fazer uma leitura sociológica desse cenário, mas do ponto de vista da fé, Deus toca o coração das pessoas em todos os momentos, mesmo que não consigamos enxergar, por conta de estarmos “neutralizados” em relação a essa presença”, afirmou.

Rodoviária de Campinas estima 118 mil passageiros durante feriado de Páscoa

A Socicam, empresa responsável pela administração do Terminal Rodoviário Ramos de Azevedo, em Campinas, estima que 118 mil passageiros passem pelo terminal durante o feriado de Páscoa. Para isso, será realizada uma operação, entre quinta (13) e segunda-feira (17), com reforço no quadro de funcionários e 50 ônibus extras para as viagens.

Os setores de operação, limpeza, segurança e manutenção, além de lojistas e demais serviços do terminal, receberão reforços de funcionários de acordo com a demanda, segundo a empresa responsável. Ainda segundo a Socicam, mais carros poderão ser disponibilizados caso seja necessário.

Maior movimento

Entre quinta e sexta-feira (14), a concessionária prevê a maior movimentação durante o feriado. Cerca de 30 mil pessoas devem deixar Campinas através do terminal rodoviário, principalmente das 20h às 23h, na quinta, e das 8h às 12h, na sexta. É importante que o passageiro chegue ao terminal com 1h de antecedência para o embarque.

Orientações

 

A Socicam ainda recomenda que os passageiros façam a compra dos bilhetes com antecedência para evitar transtornos. É possível adquirir a passagem pela internet no site da Socicam ou da viação escolhida para a viagem. Também é possível comprar com antecedência pessoalmente nos guichês dentro da rodoviária.

Para compras realizadas em agências fora do terminal é necessário retirar a etiqueta com o QR code na bilheteria da viação escolhida para liberar o acesso à área de embarque. É essencial que todos os passageiros, incluindo crianças, apresentem um documento original com foto no momento do embarque.

A partir dos 12 anos, adolescentes podem viajar desacompanhados. Antes disso, somente com autorização de pais ou responsáveis.

 

Também é necessária atenção com as bagagens, já que são permitidos 30 kg no bagageiro e 5 kg na bagagem de mão desde que não interfira no conforto dos outros passageiros dentro do ônibus. As bagagens devem estar identificadas com etiquetas contendo nome completo e telefone do proprietário, facilitando a busca em caso de perda ou extravio.

Crise econômica faz Vinhedo cancelar Festa da Uva este ano

A crise econômica fez Vinhedo cancelar a edição da Festa da Uva deste ano. A informação foi confirmada pela Prefeitura na quinta-feira (6). O evento tradicionalmente ocorria na primeira quinzena de fevereiro.

A Prefeitura afirmou que o cancelamento da festa faz parte de um conjunto de medidas para equilibrar as finanças do município e ressaltou que a ideia de fazer o evento em outra data foi cogitada, mas que não foi possível porque a época da safra da uva já passou.

No entanto, a administração municipal garantiu que o cancelamento vale apenas para esta edição e que no ano que vem o evento será realizado no mês de fevereiro, mas em novo formato.

Novidades

A Prefeitura salientou que o evento foi remodelado para atender os parâmetros acordados com o Ministério Público por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

Entre as mudanças está a concessão do espaço, por intermédio da modalidade de chamamento público, às empresas sediadas em Vinhedo que tenham interesse em organizar o evento.

Já no caso de shows, a empresa escolhida terá a responsabilidade de contratação, sem quaisquer custos e ônus para o município. Além disso, serão disponibilizados 14 espaços gratuitos para os artesãos de Vinhedo.

Confusão

Em 2016, uma confusão ocorreu por causa do volume de público que queria estar presente no show da dupla sertaneja Jorge & Mateus. Nas redondezas do local da festa, o trânsito ficou engarrafado nos arredores, afetou rodovias da região e algumas pessoas que tentavam chegar no evento de ônibus forçaram as portas e saídas de emergência de coletivos para seguir a pé para o parque municipal.

 

Logo após o ocorrido, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo acatou o pedido da promotoria e limitou o público diário a 10,5 mil pessoas - sendo 9 mil para a área de show e 1,5 mil para o restante do parque. O número, aliás, é o determinado no alvará de funcionamento do parque. A medida ocorreu dois dias antes de um dos shows mais esperados, o da cantora Anitta.

OMS inclui Campinas em área de risco para a febre amarela

A Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu Campinas na lista de municípios brasileiros classificados como áreas com recomendação de vacina contra a febre amarela. A decisão vale para viajantes internacionais que têm como destino a área urbana de Campinas. Segundo o órgão, apenas o município de São Paulo não faz parte da área recomendada para imunização em todo o Estado.

Nesta quarta-feira, Monte Alegre do Sul confirmou o primeiro caso autóctone (contraído na própria cidade, mas em área rural) de paciente infectado com a doença na região.

 

A inclusão de Campinas levou em conta as epizootias (mortes de macacos) nas proximidades da área urbana da cidade. No mês passado, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou a morte de três macacos devido à febre amarela em uma fazenda no distrito de Sousas e começou, no dia seguinte, a vacinação em massa de moradores da área rural dos distritos de Sousas e Joaquim Egídio.

Apesar das mortes dos macacos e da recomendação da OMS, uma campanha de vacinação em massa que englobe toda a cidade foi descartada pela Secretaria Estadual da Saúde — que fornece as doses da imunização — e também pela Prefeitura. Tanto para o governo paulista quanto para a Prefeitura, as áreas de risco são as em que apareceram macacos mortos pela enfermidade. Nesses locais de mata, os primatas foram picados por mosquitos silvestres dos gêneros Haemagogus e Sabethes.

Ainda de acordo com os órgãos, o trabalho de vacinação que está sendo feito hoje é suficiente para evitar a propagação da doença na cidade porque ela está restrita e controlada nos distritos de Sousas, Joaquim Egídio e no bairro rural Carlos Gomes.

“A OMS não observa as regiões de uma cidade. Ela recomenda a vacinação porque não sabe qual será o percurso do viajante. Se ele vai ficar só na área urbana ou se vai para uma região de mata. Por isso a recomendação é vacinar. A Saúde está aumentando o raio de ação da vacinação em massa, a partir das áreas de risco. A prioridade é pra quem está, de alguma forma em região rural. Começamos com um círculo e estamos aumentando o raio dele”, afirmou a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), Andrea Von Zuben.

Ela explicou que as pessoas que têm interesse em serem vacinadas, na medida do possível, estão sendo imunizadas. “Fazemos a distribuição da vacina conforme recebemos. A maior parte das doses vai para área de risco, mas quem tem interesse deve marcar no telefone 160 ou 156. A prioridade é população que fará viagem para área de risco. Mas nas unidades de saúde, não pedimos comprovação da viagem.”

O agendamento das vacinas nos postos da cidade ontem era para o meio do mês de junho.

Opinião

Pesquisadores ouvidos pelo Correio esta semana sustentam que há risco do cenário da febre amarela em Campinas se aproximar do caos. Isso porque, segundo os cientistas, com o aumento dos casos de primatas mortos, há a possibilidade de o Aedes aegypti (transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya) transmitir a doença em área urbana. Por esse motivo, a orientação dos especialistas é de que toda a população seja vacinada, já que ela é a única forma 100% eficaz de proteger a sociedade.

 

Para o infectologista Rogério de Jesus Pedro, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o “temor” é presente, embora não haja motivo para pânico porque a doença segue, pelo menos por ora, restrita ao ciclo silvestre.

Festa do Peão de Americana abre venda de ingressos para a edição 2017

A organização da 31ª edição da Festa do Peão de Americana (SP) abriu a venda de ingressos para o evento. Eles podem ser adquiridos em pontos credenciados ou online, e custam a partir de R$ 40.

Neste ano, a festa será de 9 a 18 de junho e haverá shows de Simone & Simaria, Gusttavo Lima, Matheus e Kauan, Wesley Safadão, Luan Santana, Bruno & Marrone, além de Chitãozinho e Xororó

Confira a programação completa.

Serviço

O quê: Festa do Peão de Americana

Quando: de 9 a 18 de junho

Onde: Parque de Eventos CCA - Rodovia Anhanguera, 120, Vila Bertini

Quanto: ingressos a partir de R$ 40

 

Informações e pontos de venda: site do evento

Fila para tratamento de autismo em Campinas chega a 206 pacientes

A fila para atendimento na Associação para o Desenvolvimento dos Autistas de Campinas (Adacamp) chega a 206 pessoas, de acordo com a Prefeitura. A instituição é a única conveniada com o governo municipal para tratamento gratuito na cidade e não tem aumento no número de vagas há pelo menos cinco anos. As outras unidades que que prestam assistência são particulares.

Atualmente, a Adacamp auxilia no tratamento de 204 autistas. Destes, uma parte é atendida com verbas dos governos federal e estadual, enquanto 48 são mantidos pela administração municipal. A secretária de Direitos da Pessoa com Deficiência e Cidadania, Eliane Pereira, afirmou que tem trabalhado para aumentar o valor dos repasses.

“O município tem acompanhado, tem buscado a resolução das dificuldades e, na medida do possível, estamos tentando ampliar essa oferta de vagas quando a situação econômica começar a melhorar para que a gente possa corresponder à sociedade ”, explicou a titular da pasta.

Transtornos

A dona de casa Paula Caetano tem dois filhos com autismo, mas apenas um conseguiu atendimento na instituição por conta da falta de vagas. “A gente fica muito angustiada de não conseguir um atendimento adequado para eles, porque eles realmente precisam, é importante", contou a mãe.

Já a relações públicas Fernanda Teixeira mora em Campinas, mas precisa levar o irmão, de 36 anos, para fazer tratamento em Valinhos (SP). No local, o paciente faz aulas de dança, fisioterapia e já teve evolução no quadro. No entanto, a clínica corre o risco de fechar as portas por falta de verbas.

 

“Desde o ano passado, ele já entrou em filas em várias entidades e nunca o meu telefone tocou. Ele nunca foi chamado, nem que seja só para uma avaliação", disse Fernanda.

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