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Reação de cão a presente de aniversário chama atenção na internet

Humanos que nos perdoem mas, na batalha entre amor e comida, os cachorros sempre estarão de olho no petisco mais próximo. A prova? A reação da simpática cachorrinha Lucy ao ver o seu presente de aniversário, cuidadosamente escolhido pelo seu dono. O clique é tão divertido, que acabou chamando a atenção dos internautas nesta terça (21).

“Eu achei que encomendar um bolo de aniversário para o meu cachorro seria um desperdício de dinheiro, mas a reação dela valeu cada centavo“, escreveu o usuário tastyhouse no site Reddit. No clique, é possível ver que Lucy ganhou um belíssimo bolo de presente — mas não se preocupem, ele é feito especialmente para mascotes por uma padaria em Massachusetts, nos Estados Unidos. Confira:

 

Em poucos dias, o clique acumulou mais de 750 comentários e chamou a atenção dos administradores do site, ganhando destaque na página inicial. “A Lucy te ama mas, por um momento, ela ama o bolo só um pouquinho mais“, comentou uma jovem após ver o clique. “O único problema é a mensagem no bolo: é um fato bastante conhecido que cachorros não conseguem ler letra cursiva“, brincou outro internauta.

Giovannetti não terá mais cães Beethoven

A rede de choperias Giovannetti não contará mais com a presença de seus dois mascotes, o Beethoven Neto I e o Beethoven Neto II, pondo fim a uma tradição de 20 anos que alegra os clientes da casa. Segundo a empresa, ambos os cães serão transferidos na quinta-feira (23) para São Paulo para viver de aposentadoria. Irão morar na chácara de um dos proprietários da rede e conviver com outros quatro cachorros da família. Esse sócio do Grupo 15 – detentor da marca Giovanetti – foi quem trouxe o avô de Beethoven Neto e de Beethoven Neto II para Campinas, em 1997, dando início à tradição.

Beethoven Neto tem 7 anos de idade está oficialmente aposentado, e a direção do Giovannetti entendeu que, para não sobrecarregar Beethoven Neto II, de 3 anos, o mais correto seria afastar ambos das funções.“Passamos pela experiência de levar o mesmo cão as duas unidades, em dias alternados, quando o pai deles faleceu, e vimos o quão estressante foi para o animal. Por outro lado, não poderíamos privilegiar apenas uma das casas em detrimento da outra. Assim, a maneira mais sensata foi abrir mão da presença de nossas queridas mascotes”, afirma o gerente Wagner Bordin.

Ainda de acordo com a dirigente, outro fator que levou a rede a tomar a decisão foi o fato de não haver um sucessor disponível da mesma linhagem. “Adquirir outro São Bernardo sem qualquer ligação com o nosso Beethoven, apenas para servir de atração, não era o nosso intuito. No nosso entender, a linha sucessória era a tradição. Infelizmente, neste momento, ainda não há como perpetuá-la”, acrescenta.

Cada um dos cães Beethoven visitava uma das unidades das 19h às 21h diariamente. As visitas não ultrapassavam esse tempo para não estressar os animais devido à quantidade de flashes e de interações com os clientes.

Os animais circularam pelas duas unidades - Cambuí e Parque D. Pedro Shopping. Substituam Beethoven Filho, que morreu em um acidente de carro em maio de 2014.

História

O costume de manter São Bernardos nas choperias começou como uma brincadeira em 1997, quando um dos sócios trouxe um filhote de São Paulo para Campinas. O nome de Beethoven foi inspirado no filme Beethoven, O Magnífico, de 1992.

Desde os quatro meses de idade, Beethoven (avô) foi criado no Giovannetti Cambuí. Posteriormente, passou a morar em um canil em Monte Mor, com um adestrador, que o trazia às unidades Cambuí e Parque D. Pedro, nas noites de terça a sábado. Educado, entretinha os clientes, sem importuná-los. Ao chegar para trabalhar, lambia uma barra de gelo.

Conquistou não só os campineiros, como a mídia brasileira. Participou de programas de TV de como os de Adriane Galisteu e de Luiza Brunnet, e, por noite, posava para cerca de 40 fotos, na maioria das vezes com crianças.

Ganhou um sanduíche no cardápio (hambúrguer acompanhado de fritas) e passou a estampar uma linha de produtos, como canecas e bonés. Entre as camisetas da marca Giovannetti, as do cachorro correspondiam a 35% das vendas.

Em 2010, ele se aposentou. Morreu em 2012. O filho Junior, então com um ano de idade, já havia sido adestrado e assumiu o posto de mascote. Mas, em 2014, morreu no acidente de carro.

Foi então que seu filho Beethoven Neto, nascido em 2010 e que há três anos visitava diariamente a unidade Giovannetti Parque D. Pedro, passou a ser o único mascote da marca. Trabalho tanto na unidade do shopping, quanto na do Cambuí, por um breve período, enquanto o irmão mais novo, Neto II, se preparava para auxiliá-lo.

Desde agosto de 2014, II passou trabalhava no Cambuí, enquanto I, trabalhava no Parque D. Pedro.

Zelo

 

A aposentadoria dos animais gerou polêmica no Facebook nesta quinta-feira (23), depois que o adestrador postou um vídeo dizendo estar preocupado com o futuro paredeiro dos animais. Mais tarde, o treinador postou um segundo vídeo afirmando que havia se expressado impulsivamente, pelo coração, mas, que, ao saber exatamente para aonde os animais iriam, se tranquilizou.

Fim de 'A lei do amor': Marina é Isabela, e Mág se mata

Acabou a dúvida: Marina (Alice Wegmann) é mesmo Isabela. O mistério vai ser revelado no último capítulo de “A lei do amor”. Alice e Humberto Carrão estão em Paraty até hoje gravando as cenas da grande revelação. Na trama, os dois vão a Ilhabela, onde aconteceu o sumiço de Isabela, e ela conta a verdade. Tiago a perdoa pela mentira e os dois terminam juntos e felizes.

Já Mág (Vera Holtz) vai se matar para se livrar de Tião (José Mayer). A grande vilã de “A lei do amor” tem seu embate final com o ex-marido na beira da linha do trem. Disposta a não voltar para cadeia e sem cogitar voltar a viver com Tião, Mág se joga em frente do trem.

 

Letícia (Isabella Santoni) sobrevive mais uma vez e fica com Antônio (Pierre Baitelli), Luciane (Grazi Massafera) termina a novela ao lado de Robinson (Gabriel Chadan). Hércules (Danilo Grangheia) é preso.

Motorista estaciona carro e se depara com o clone do seu veículo em SP

Durante uma tarde de compras em um supermercado de Taubaté, interior de São Paulo, um homem se surpreendeu.

Após as compras, ao sair no estacionamento para pegar seu carro percebeu que, ao lado dele, estava estacionado um automóvel idêntico ao dele. Com mesma cor, mesmo modelo e, incrivelmente, mesma placa. Ele decidiu, então, chamar a polícia.

 

Ao verificarem o número do chassi, os policiais descobriram que o carro era clonado e fruto de um roubo ocorrido ao final de 2016. O motorista acabou preso. Como informa “Quiririm News”.

O livro infantil “Salvem o Sagui” chega às livrarias e mídias digitais no dia 25 de março

Um menino e uma menina se envolvem numa aventura arriscada para salvar um sagui capturado por um traficante de animais. Para enfrentar o vilão, eles precisam pôr em prática o que aprenderam nas aulas de ciências. Como essa história termina?

Os saguis são animais nativos da América do Sul. Muitos desses macaquinhos foram trazidos da Floresta Amazônica e do Nordeste para serem vendidos como animais domésticos no Estado de São Paulo, mas acabaram soltos em praças e reservas de matas dentro das cidades. Em São Paulo é comum encontrar saguis em bairros da Zona Sul tais como Alto da Boa Vista, Jardim Marajoara, Jardim Cordeiro e Granja Julieta.

O livro aborda um tema atual, educa e diverte. Animais silvestres que vivem à solta nas grandes cidades são assunto atraente para as crianças.

Pais terão ótimo conteúdo para conversar com os filhos. Como eles devem agir em situações de risco? Qual a importância do que é ensinado na escola? Qual é a atitude correta com os animais?

Professores terão material de apoio para orientar os alunos sobre preservação da natureza, direitos dos animais e ecologia urbana.

O texto é do jornalista Paulo Nicolau, que tem mais de 25 anos de experiência em telejornalismo. Nicolau estudou jornalismo na PUCAMP, trabalhou na EPTV Campinas e foi diretor nacional de jornalismo do SBT. É vencedor do prêmio Esso, autor do livro “Telejornalismo na Prática” e conselheiro da ACI - Associação Campineira de Imprensa.

As ilustrações são de Inês Quintanilha. A Inês se especializou em Arte e Literatura na Universidade de Oxford, na Inglaterra. Ela já ilustrou livros infantis de sucesso no Brasil e na Europa.

O prefácio é de Richard Rasmussen, biólogo, naturalista e apresentador de televisão. O programa de Rasmussen no NatGeo (National Geographic Channel) é exibido no Brasil e em dezenas de outros países.

“Salvem o Sagui” é indicado para leitores de 7 a 12 anos.

O livro estará disponível nos sites “Leiturinha”, “Árvore de Livros” e “Amazon”, entre outros.

Detalhes:

Capa comum:  30 páginas

Editora: Books and Writers (São Paulo, SP)

www.booksandwriters.com.br

Idioma: português

 

 

 

 

Casa da Criança Paralítica faz bazar e pede doações para 'sobreviver' à crise

 

 

 

Há 63 anos trabalhando com o atendimento especializado de crianças e adolescentes com deficiência física em Campinas (SP), a Casa da Criança Paralítica (CCP) passa por problemas financeiros, que resultaram em cortes de 20% dos funcionários, além de um maior critério na hora de receber novos pacientes. O déficit deste ano é estimado em R$ 1,2 milhão.

Nesta quarta-feira (8), das 8h às 17h, a entidade organiza um bazar beneficente para ampliar a receita com a venda de sapatos, roupas e eletrodomésticos. “Nossos gastos são de aproximadamente R$ 300 mil por mês, e hoje a gente não tem esse valor”, explica o diretor financeiro da unidade, Valdir Oliveira.

O serviço, que conta atualmente com 343 pacientes, sobrevive com recursos do governo, de empresas e de doações. Segundo Oliveira, desde o final de 2015, quando a questão financeira se agravou no país, as fontes têm “secado”.

“As empresas não têm ajudado por causa da questão econômica. Os governos têm retraído cada vez mais, tivemos redução no valor dos convênios e as pessoas, com medo do desemprego, se retraíram bastante”, lamenta.

Quando a crise se acentuou na unidade, iniciaram os cortes de funcionários de atividades administrativas e financeiras, mas as demissões não atingiram o setor de atendimento às crianças.

Doações

No final do ano de 2015, a entidade recebia mensalmente cerca de R$ 63 mil em doações. Neste ano, o valor gira em torno de R$ 50 mil.

“A pessoa continua doando por boa vontade, mas ela reduz o valor. A gente concorre com a capacidade da pessoa de decidir entre consumir, investir ou ajudar. Em uma hora de crise, ela valoriza o investimento e o consumo, e a ajuda ela corta, isso é natural”, afirma Oliveira.

Para a direção da CCP, a solução neste momento é trabalhar com o aumento das receitas, como a adesão de novos sócios e o bazar a ser realizado nesta quarta.

De acordo com a direção, está descartado o risco de a Casa fechar neste momento, mas novas reduções podem acontecer. “É possível [o corte de pacientes e medicamentos]. Vai chegar uma hora que não vai ter jeito, mas a nossa expectativa é de que essa hora nunca chegue”.

Socialização

Crianças de zero a 12 anos podem ser admitidas para tratamento na casa, que oferece atendimento em fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, enfermagem, nutrição, odontologia e psicologia.

Ao completar a idade limite, o paciente que ainda necessitar de tratamento segue na unidade, explica a coordenadora técnica, Lilian Robbi.

“A gente ainda tem objetivo, então ele vai ficando desde que tenha algo a ser feito na instituição. Temos uma paciente com 34 anos [...] ela faz o grupo de dança. Eles acabam ficando porque não encontram atividades na sociedade.”

Segundo Lilian, a paralisia cerebral e questões neurológicas e ortopédicas são as patologias que mais atingem os pacientes atendidos.

Maior critério

Para o diretor financeiro da unidade, a crise tem também aumentado a procura por atendimento nas organizações sociais. Segundo Oliveira, a demanda cresce no momento em que as pessoas não têm condições de seguir pagando planos de saúde, por exemplo.

“Nós não podemos fechar a porta nesses casos. Uma mãe que chega com o filho para ser atendido, você não pode dizer que não tem condições ou recurso financeiro para atender. Você tem que de alguma forma dar uma solução para o problema”.

Pelo aumento na procura, o critério para recebimento de novos pacientes também foi elevado. Normalmente, os que chegam à unidade passam por uma avaliação com médicos especializados. Apesar de não haver corte nos atendimentos, a quantidade de acolhimentos já é menor.

“Hoje as crianças ainda recebem atendimento completo, mas estamos priorizando os casos mais graves que chegam para a gente. Se eu tiver o corte do profissional técnico, vou ter que cortar pacientes, porque não tem como outro profissional absorver”, explica Lilian.

Em determinados casos, por questões de locomoção, as crianças precisam de atendimento individualizado, motivo pelo qual é necessário um profissional para cada paciente.

“Não tem como um profissional estar com três crianças dentro da sala. A criança com deficiência motora depende muito mais de uma pessoa ao lado dela. Têm crianças que não andam, que não falam, não têm controle de cabeça, então o profissional precisa posicionar para poder trabalhar”.Produzindo a renda

Grande parte dos pacientes são de famílias de “muito baixa renda”, de acordo com a coordenadora técnica. Por isso, a entidade também oferece programas aos pais e mães.

Oficinas de artesanato, de padaria, crochê, pintura e de tecido são, além de formas de gerar renda às famílias, um momento de descontração. “Hoje elas não trabalham [as mães das crianças]. Nas oficinas, é o momento em que ela está se dedicando a ela, criando alguma coisa, descobrindo uma habilidade nova [...] elas podem vender isso no meio delas, na comunidade, na igreja, para os vizinhos”, conta Lilian.

Bazar beneficente

Os produtos desenvolvidos em oficinas também serão comercializados no bazar beneficente da Casa da Criança Paralítica, que terá toda a renda voltada à entidade. Serão vendidas roupas, sapatos, eletrodomésticos e livros, a maior parte fruto de doações.

Com uma arrecadação média de R$ 15 mil ao mês, a ideia é fazer adaptações para que o rendimento do bazar suba em torno de 50%. “A nossa expectativa é ver se chegamos a R$ 25 mil por mês”, diz Valdir Oliveira.

O bazar é permanente e funciona diariamente em horário comercial, na sede da Casa da Criança Paralítica.

Serviço

Queima de Estoque do Bazar Beneficente da Casa da Criança Paralítica

Dia: 8 de março, quarta-feira

Horário: das 8h às 17h

Local: Casa da Criança Paralítica de Campinas

 

Endereço: R. Pedro Domingos Vitali, 160 - Parque Itália, Campinas

Acadêmicos do Tatuapé é a campeã do carnaval 2017 de SP

 

 

 

Acadêmicos do Tatuapé é a escola campeã do carnaval 2017 de São Paulo. Depois do vice em 2016, a escola da Zona Leste levou seu primeiro título com uma homenagem à Mãe África. O campeonato veio no critério de desempate: a escola ficou com a mesma pontuação da Dragões da Real (269,7 pontos), mas teve melhor desempenho no quesito samba-enredo

O presidente da agremiação, Eduardo Santos, agradeceu os integrantes pelo empenho na conquista do primeiro título. "Nós viemos aqui e mostramos para esse povo o que é a festa africana. O continente que mais sofre no mundo, mas que sabe fazer festa", disse.

"Agora nós somos campeões do carnaval. Ninguém pode escrever a história do carnaval de São Paulo sem passar por 2017 e sem citar o nosso nome", afirmou o presidente da Tatuapé. O presidente minimizou a polêmica da troca dos jurados e avaliou que as notas foram coerentes com os nomes das escolas apontadas como destaques.

Exaltação ao povo africano

 

A Tatuapé foi a quarta escola a desfilar na primeira noite de carnaval. Comandada pelo carnavalesco Flávio Campello, a Tatuapé fez uma exaltação do povo africano, de sua cultura e dos seus deuses com o enredo: "Mãe-África conta a sua história: Do berço sagrado da humanidade ao abençoado menino da terra do ouro".

Na madrugada do sábado (25), contou com 3,2 mil componentes, cinco alegorias e completou seu desfile com 61 minutos — a 4 minutos do limite. Suas fantasias representavam os diferentes grandes reinos da história do continente e seus países atuais, além das religiões africanas, como o cadomblé, o cristianismo e o islamismo.

Aos 72 anos de idade, Leci Brandão foi responsável por abrir o desfile, sambando e cantando à frente da comissão de frente, composta por 14 guerreiros protetores da árvore do Baobá, símbolo da força e da resistência do povo africano.

O casal de mestre-sala e porta-bandeira Diego e Jussara desfilaram pelo sexto ano na escola, e conquistaram uma nota 10 e outras três 9,9.

O carro abre-alas simbolizava "A Matriz da Vida" e apresentava a África como berço da humanidade. Nas alas seguintes, a escola apresentou componentes que representavam reinos africanos: Egito, Mali, Songhai, Iorubá, Benin e Marrocos. O segundo carro da escola representava "África de todos os reinos", destacando as preciosidades encontradas nesses diferentes povos.

Na sequência a escola trouxe alas que representavam as religiões: candomblé, cristianismo, islamismo, hinduísmo e judaísmo. O terceiro carro, uma espécie de templo do ecumenismo, foi batizado de "África de todos os deuses".

O desfile seguiu com uma ala dedicada para cada uma das formas de expressão: pintura, escultura, poesia e literatura, musicalidade e carnaval. Estas alas foram acompanhadas do quarto carro, "Da África: samba, congada e maracatu", uma síntese das manifestações culturais que unem o Brasil à África.

Encerrando o desfile, uma homenagem ao Zimbabwe, com cinco — de suas 21 — alas e um carro alegórico dedicado à história do país, desde o Império Monomotapa, passando por sua colonização até o país que é hoje. O final ainda teve direito a paradão da bateria com a escola cantando sem os instrumentos.

Trajetória da escola

 

A Acadêmicos do Tatuapé retornou ao Grupo Especial em 2013 e foi a vice-campeã no ano passado. A agremiação foi fundada em 1952 e está sediada na Rua Melo Peixoto, no bairro de mesmo nome. O título chega após 5 anos seguidos desfilando no Grupo Especial. Em seu retorno à elite do carnaval de São Paulo em 2013, a Tatuapé ficou apenas na 11ª colocação. Em 2014, ficou em 6º lugar. Em 2015, terminou na 12ª colocação.

Cachorrinho que ficou em frente ao Hospital esperando seu dono o reencontra sete dias depois

 

 

 

A história do cãozinho que comoveu as redes sociais na última semana teve um final feliz na manhã desta quinta-feira (23). Finalmente, o dono do Marronzinho recebeu alta do Hospital Humanitário, em Limeira, e o melhor amigo dela estava lá para reencontrá-lo.

Um vídeo postado no Facebook pela ONG Associação Limeirense de Proteção Animal (Alpa) mostra a alegria do cachorro ao perceber que o dono está de volta, e, que, enfim, eles poderão voltar a ficar juntos.

A voluntária Larissa Maluf contou que o animal foi retirado do hospital na quinta-feira, dia 16, e foi levado para a ONG Alpa onde recebeu vários tratamentos. “Nós o tiramos do hospital para cuidar dele. Estava com muito carrapato e pulgas”, explicou. A voluntária contou ainda que o cachorro, que tem 4 anos, já tomou algumas vacinas e agora está saudável.

Identificado como Sandro, 30 anos, o dono do Marronzinho é morador rua e foi encontrado convulsionando por outras pessoas, que acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Quando percebeu que tiraram Sandro de perto dele Marronzinho entrou em desespero e saiu correndo atrás da ambulância. Durante o trajeto, os socorristas precisaram parar o veículo e ele aproveitou a oportunidade e entrou dentro da ambulância para acompanhar o dono. Os dois estão juntos há quatro meses, segundo a voluntária.

"Quando ele viu o Sandro, ele ficou desconfiado. Ficou parado, olhando. Quando a caiu a ficha dele de quem era, foi uma festa!", contou a voluntária. No vídeo divulgado é possível ver que muitas pessoas compareceram ao hospital para ver o reencontro.

 

A partir de agora, tanto Sandro como Marronzinho vão poder sair das ruas. A ONG Anjos da Noite acolheu a dupla de amigos. Lá a Alpa vai continuar os tratamentos no animal, e o morador em situação de rua vai continuar recebendo toda assistência necessária.

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"Sol Nascente": Carol abre o jogo com Mario, revela caso com César e diz quem é o pai de sua filha

 

 

 

Demorou, mas Carol (Maria Joana) decidiu abrir o jogo com Mario (Bruno Gagliasso). Muito mais madura do que quando chegou a Arraial do Sol Nascente, a advogada vê que ser sincera é o melhor que ela pode fazer agora.

"Há muito tempo eu queria te contar, só não falei porque podia custar a minha vida e da minha filha. Mas agora você precisa saber a verdade... A Giulliana não é sua filha. Ela é filha do César (Rafael Cardoso)", despeja Carol, lembrando que foi tudo um plano para separar o motociclista e Alice (Giovanna Antonelli), deixando Mario perplexo.

Também mostrando o quanto mudou nos últimos tempos, Mario não pensa duas vezes antes de insistir em criar Giulliana como sua filha, sim! "Vou amar a Giulliana do mesmo jeito. Nada mudou. Eu sou o pai. Ela é nossa filha." Arrasou, Mario.

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Carnaval não é feriado; saiba o que diz a lei

 

 

 

Apesar de a maioria das empresas concederem folga para seus funcionários nesta época, o Carnaval não faz parte do calendário de feriados nacionais. Os empregadores que dão folga neste dia fazem isso por liberalidade ou por cumprimento de acordo coletivo.

Isso significa que os empregadores não são obrigadas a dar folga no Carnaval. Na maior parte do país, a terça-feira de Carnaval é considerada ponto facultativo. Por liberalidade ou acordo, muitas companhias empresas permitem que os funcionários emendem com a segunda-feira.

Trabalhar na segunda ou terça-feira de Carnaval também não dá direito a receber hora extra, já que não é feriado.

 

A lei 9093/95 –que estabelece quais são os feriados nacionais- permite que os municípios fixem seus feriados. “A lei permite definir os feriados de acordo com a tradição local, em número não superior a quatro por ano”, diz o advogado trabalhista Sérgio Schwartsman.

Nos locais em que o Carnaval é feriado, como no Rio, os empregados que trabalharem têm direito a folga compensatória em outro dia da semana. Se isso não ocorrer, eles deverão receber as horas extras trabalhadas com o acréscimo de pelo menos 100%, ou mais, se isso estiver previsto na convenção coletiva da categoria desse trabalhador.

 

“No Rio de Janeiro, por exemplo, a terça-feira de Carnaval foi declarada feriado estadual por lei. O carioca que trabalhar tem direito a receber hora extra, inclusive”, afirma o advogado Mauricio de Figueiredo Corrêa da Veiga.

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