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Ponte Preta garante vaga nas quartas do Paulistão

A Ponte Preta se garantiu nas quartas de final do Paulistão ao vencer por 2 a 1 o São Bento, em Sorocaba, com gols de Clayson e Yuri pela Macaca e Clébson diminuindo pelos donos da casa. A partida realizada na noite deste domingo (26) no Estádio Walter Ribeiro, válida pela 11ª e penúltima rodada da fase de classificação, foi a primeira do time sob o comando de Gilson Kleina, garantindo à Ponte 19 pontos, o que a leva direto para o mata-mata com o Santos na próxima fase. Já o São Bento, com 10 pontos, segue colado na degola, com apenas um gol a mais no saldo em relação ao São Bernardo.

O início da partida foi arrastado e sem emoção, com leve favoritismo para o São Bento, que precisava ganhar. Houve um lance mais perigoso para os donos da casa logo aos 4’, quando Ricardo Bueno, de fora da área, arriscou um forte chute e viu a bola raspar o pau direito. Mais nada, além disso, animou muito a torcida pelos primeiros 20 minutos, já que a Ponte conseguiu se fechar bem, impedindo o adversário de armar, mas também não conseguia criar boas chances.

Esse jogo truncado permaneceu, com muitas faltas no campo de defesa da Macaca, dando a Itaqui várias oportunidades de cobrar faltas perigosas, enquanto os alvinegros ainda buscavam uma forma de contra-atacar.

E a chance apareceu aos 23’, numa falha grosseira da zaga do Azulão. Gabriel Santos, num jogada infantil, se enrolou ainda no campo de defesa e viu Clayson roubar a bola com muita facilidade. Ele, então, seguiu com Ravanelli numa linda tabelinha até que o próprio Clayson ficou frente a frente com o arqueiro do São Bento e deu um toque para o gol. Rodrigo Viana até conseguiu chegar na bola, mas não o suficiente para impedi-la de balançar a rede: 1 a 0 para os visitantes.

A Ponte ainda teve uma chance preciosa de marcar o segundo aos 32’, novamente num rápido contra-ataque. Lucca chutou cruzado para a defesa de Rodrigo Viana, mas no rebote, Fábio Bahia ficou na cara do gol com a bola sobrando, só que Pitty chegou dividindo a jogada e evitou que a Macaca ampliasse a vantagem.

O São Bento começou a etapa final exatamente como no 1º tempo, pressionando e superior. Chegou algumas vezes no gol da Macaca, principalmente pela direita. Mas o time enfrentou sérios problemas de finalização. A equipe, entretanto, estava viva na disputa e resolveu os problemas aos 22’, num golaço. Clébson recebeu justamente pela direita de Régis, que estava sozinho, e pegou a bola num lindo voleio direto para o fundo da rede: 1 a 1.

 

A felicidade dos donos de casa durou pouco, graças a Yuri, que entrou justamente na etapa final. Lucca cobrou uma falta da intermediária e o atacante subiu para um cabeceio certeiro que tirou Rodrigo Viana completamente do lance e deu a vitória à Macaca.

Uruguai 1 x 4 Brasil: Estamos na Copa!!

No duelo de líder e vice-líder das Eliminatórias Sul Americanas da Copa do Mundo, melhor para a seleção brasileira que foi até Montevidéu e venceu os donos da casa por 4 a 1. Após sair atrás no placar contra o Uruguai, o Brasil não se afobou e contou com três gols de Paulinho e um lindo gol de Neymar para vencer mais uma partida nas Eliminatórias.

O jogo

Brasil e Uruguai fizeram um bom primeiro tempo no Estádio Centenário. Mesmo sem criar grandes oportunidades de gol, as duas equipes deram poucos espaços para o adversário. Apesar disso, a rede balançou para ambos os lados, nos erros individuais.

Aos 8 minutos, Marcelo vacilou ao tentar recuar para Alisson de peito na área e Cavani, atento ao lance, se adiantou sendo derrubado por Alisson. O árbitro marcou pênalti para a Celeste e Cavani não perdoou, abrindo o placar do jogo. Apesar do gol, o Brasil não se afobou e continuou trocando passes, buscando espaços. E a tática deu certo. Aos 19 minutos, Neymar recebeu no meio campo, avançou com ela com a cabeça levantada e tocou no meio para Paulinho. O meia soltou a bomba do meio da rua, acertando o ângulo esquerdo para empatar o jogo com um golaço.

Assim como no primeiro tempo, o Brasil voltou para o jogo dos vestiários trocando passes e buscando espaços na forte marcação uruguaia. Mais presente no campo ofensivo, o time de Tite não demorou a encontrar o caminho do gol. Aos 7 minutos, Firmino arriscou da entrada da área e Martin Silva fez boa defesa. No entanto, o goleiro deu rebote e Paulinho, bem posicionado, anotou o seu segundo gol no jogo.

Atrás no marcador, a Celeste saiu mais para o jogo e tentou pressionar o Brasil. Cavani teve a melhor oportunidade de bola parada, mas viu Alisson fazer grande defesa. Com o time uruguaio mais adiantado, a seleção passou a ter mais espaços para jogar e graças a categoria de Neymar ampliou o placar. Aos 29, Miranda lançou o atacante do Barcelona nas costas da zaga que arrancou até a área e encobriu o goleiro, marcando um golaço.

E ainda teve tempo para mais um. Nos acréscimos, Daniel Alves encontrou Paulinho entre os zagueiros, com um belo cruzamento e o meia anotou o seu terceiro, com o peito, fechando a goleada brasileira.

 

O Brasil volta a campo na próxima terça-feira para enfrentar o Paraguai, na Arena Corinthians, em São Paulo.

Guarani desperdiça chance no Brinco

O Guarani contou com tropeços de vários concorrentes e tinha uma chance de ouro de diminuir a distância para a zona de classificação da Série A2 do Campeonato Paulista. Mas foi omisso, incompetente e voltou a desperdiçar pontos em casa contra um adversário que está na zona de rebaixamento ao ficar no empate por 1 a 1 com o Velo Clube, ontem, no Estádio Brinco de Ouro, em partida válida pela 12ª rodada.

Com o resultado, o Bugre cai para a nona colocação, com 17 pontos e fica a três do Bragantino, que fecha o G4 — a diferença poderia ser de apenas um ponto em caso de vitória. No domingo, a equipe volta a campo para enfrentar o Água Santa, às 15h, em Diadema.

Se teve alguém que viu uma grande atuação do time, foi o técnico Maurício Barbieri. Talvez, tenha sido o único. No domingo a equipe até foi bem, mas o gramado prejudicou. Ontem, com o campo em plenas condições, o futebol foi extremamente pobre. No primeiro tempo, uma overdose de cruzamentos para a área. A maioria deles veio pelo lado direito, sem nenhum efeito.

O Velo veio para se defender, jogar por uma bola e pouco ameaçou na etapa inicial. Mas também foi pouco agredido. O Guarani teve controle, mas em nenhum momento exerceu pressão de verdade. Quem teve um pouco de lucidez foi Bruno Nazário, responsável pelas únicas oportunidades da equipe. Em duas, a finalização de fora da área levou perigo. Na terceira, aos 42’, após contra-ataque puxado por Eliandro, o meia errou o alvo.

O Bugre voltou do intervalo e continuou sem vibração e qualidade. E, quando deu uma brecha, os visitantes aproveitaram. Após bola rebatida por Alef, Cristian emendou de primeira, de fora da área, e mandou no cantinho direito de Leandro Santos para fazer 1 a 0, aos 8'. Flávio Carioca, aos 11', também arriscou, mas o goleiro defendeu.

O empate do Guarani, aos 17', veio na marra, chorado. Auremir carregou pelo lado direito, levou no fundo e cruzou. O goleiro Guilherme tirou e, na sobra, ao tentar afastar, Tiago Bernardi acertou Evandro e a bola morreu no fundo da rede: 1 a 1. Eliandro teve a chance da virada aos 22'. Após troca de passes, o atacante recebeu de Samudio, bateu rasteiro, mas a bola passou caprichosamente à esquerda do gol.

 

O relógio foi andando e cada vez estava mais claro que um gol só viria num golpe de sorte. Sem qualidade para se impor diante de um adversário que completou nove jogos sem vencer, o Guarani seguiu enervando seu torcedor. E, realmente, a última chance veio num lance isolado, aos 40’. Eliandro recebeu na área, bateu cruzado e Evandro chegou concluindo, mas Duda salvou em cima da linha. Novo empate em casa e agora, em 18 pontos disputados no Brinco, o Guarani só somou 9.

Em jogo de 6 gols, Ponte empata com o Santo André

A Ponte Preta tinha tudo para sair de campo comemorando a conquista de três pontos, na tarde desta terça-feira (21), no Estádio Bruno José Daniel, no ABC, mas acabou lamentando a perda de dois pontos com o empate por 3 a 3 diante do Santo André, pela 10ª rodada do Campeonato Paulista. Lucca, Diogo Borges (contra) e Pottker fizeram os gols da Macaca, enquanto Henan, Jeferson (contra) e Cicinho marcaram para o time da casa.

A equipe campineira criou diversas oportunidades no ataque, mas não soube aproveitá-las. Já a defesa falhou feio em pelo menos dois gols do Ramalhão. Ao tentar cortar, Jeferson marcou contra (foi o 2º do Santo André). E, no final, Cicinho ficou livre para fazer o terceiro, aos 45' do segundo tempo. "Viemos para vencer, mas não deu. Não podemos baixar a cabeça. Erros acontecem", disse o jovem lateral.

Com o resultado, a Ponte segue na liderança do Grupo D, com 16 pontos, mas pode ser ultrapassada por Mirassol e Santos na sequência da rodada. Amanhã, o time do Interior pega o Palmeiras no Allianz Parque, enquanto o Peixe enfrenta o São Bento fora de casa.

O Santo André abriu o placar aos 7' na bola que veio pela direita. Dudu Vieira se livrou de Jeferson e cruzou na segunda trave. Henan subiu mais que os zagueiros pontepretanos e colocou a bola no canto: 1 a 0.

A Macaca reagiu e empatou com Lucca. Aos 10', Elton chegou bem pela direta e, já dentro da área, cruzou para trás. O artilheiro, livre, ajeitou para marcar seu sexto gol na competição: 1 a 1.

A Macaca voltou para o segundo tempo com Yuri no lugar de Matheus Jesus e melhorou. Teve pelo menos três chances e não marcou. O Santo André, por sua vez, não perdoou e fez na primeira chance que teve. Guilherme Garré trocou passes com Serginho e, na tentativa de aliviar o perigo, Jeferson acabou jogando contra o próprio gol: 2 a 1, aos 14'.

A Ponte voltou a empatar num lance bisonho da defesa do Santo André. Diogo Borges não percebeu a saída do goleiro e, ao tentar recuar, cabeceou por cima e fez gol contra: 2 a 2, aos 21'.

A Ponte virou logo depois. Aos 23', Clayson dominou o bom lançamento, limpou o lance do zagueiro e bateu cruzado. Zé Carlos rebateu para o meio da área e Pottker aproveitou para fazer 3 a 2.

No finalzinho, aos 45', o Santo André deixou tudo igual novamente. A bola veio da esquerda para a direita e Cicinho, livre por trás dos zagueiros, bateu firme e deixou tudo igual no marcador: 3 a 3.

O técnico interino João Brigatti tratou de minimizar os erros na partida desta terça-feira. "É claro que a gente sai com um sentimento ruim pelo empate, mas fica o lado positivo pela criação e pelo volume de jogo apresentado", disse.

Gilson Kleina deixa o Goiás e está de volta ao Majestoso

Gilson Kleina está de volta à Ponte Preta. O treinador acertou, na tarde desta terça-feira, a rescisão de seu contrato com o Goiás e será apresentado entre esta quarta e quinta-feira no Majestoso para assumir o time na reta final da fase de classificação do Campeonato Paulista.

Esta será a segunda passagem de Kleina pela Macaca. A primeira foi entre 2010 e 2012, antes de comandar o Palmeiras. Naquele período, foram 115 jogos com 48 vitórias, 32 empates e 35 derrotas.

Sob o comando de Kleina, a Ponte conquistou o acesso à elite nacional, chegou às quartas de final do Paulista de 2011 e às semifinais de 2012, além das oitavas de final da Copa do Brasil na mesma temporada. É o técnico com mais partidas consecutivas à frente da Macaca nos últimos 15 anos e, após a saída de Felipe Moreira, era o primeiro da lista, antes mesmo do acerto que não vingou com Adilson Batista.

Kleina estava na concentração do Goiás para o jogo com o Crac, nesta quarta-feira, pelo Campeonato Goiano, quando solicitou uma reunião com a direção. Depois de uma conversa de aproximadamente duas horas, na tarde desta terça, ficou acertada a rescisão sem o pagamento da multa contratual prevista.

O treinador chegou ao clube goiano em setembro do ano passado e já não era unanimidade entre dirigentes e torcedores. Foram 29 jogos do Goiás sob seu comando, com 14 vitórias, sete empates e oito derrotas, com 55,1% de aproveitamento.

"O time vinha de cabeça baixa depois da eliminação na Copa do Brasil e minha chegada ajudou a devolver a confiança", avalia o interino João Brigatti, que deve voltar à função de auxiliar. (PS/AAN)

 

 

Ponte volta a carga por novo técnico e espera definir nome até fim da semana

Após a esfriar a busca por um treinador diante da falta de consenso entre dirigentes, a Ponte Preta espera definir um nome até o fim da semana. A lista de candidatos segue a mesma, com Vadão, Ney Franco e Gilson Kleina entre os principais cotados. Dificilmente o escolhido será alguém fora dessa lista.

Contra o Santo André, nesta terça-feira, às 15h, no ABC Paulista, João Brigatti comandará a Macaca pela quarta partida consecutiva - uma vitória, um empate e uma derrota até aqui, mas a tendência é que dê lugar para o novo comandante já para o duelo de domingo, quando a Ponte terá pela frente o São Bento, em Sorocaba.

Sem cogitar a efetivação do interino, a diretoria acha que a indefinição atrapalha também o planejamento já de olho no Campeonato Brasileiro. Por isso, voltou a carga em busca de um substituto efetivo para Felipe Moreira.

- Deve chegar um treinador, é questão de tempo. Por enquanto não me passaram nada, então eu sigo no comando - comentou Brigatti, em entrevista coletiva nesta segunda-feira.

João Brigatti foi ficando à frente do time desde a demissão de Felipe Moreira, no início de março. Adilson Batista chegou a ser escolhido, mas, por conta da rejeição da torcida, o acordo não se concretizou, implodindo uma turbulência interna, com divergência entre dirigentes.

Até para evitar novas polêmicas - e com Brigatti ganhando a simpatia da torcida, o processo foi momentaneamente deixado de lado. Mas a necessidade de criar um padrão de jogo, com o tempo passando e a próxima fase do Paulistão, além do Brasileirão, se aproximando, fez a diretoria se mexer para evitar um prejuízo ainda maior na sequência da temporada. 

 

Além de Vadão, Ney Franco e Gilson Kleina - os dois primeiros estão livre no mercado, enquanto que Kleina segue empregado no Goiás, Jorginho e Doriva correm por fora, mas sofrem com a resistência de diferentes alas da cúpula alvinegra.

Após derrota, técnico do Barbarense é preso por falta de pensão

O técnico da União Barbarense, Claúdio Britto, foi preso no fim da tarde de sábado (18), por falta de pagamento de pensão alimentícia, ainda no Estádio Antônio Guimarães, em Santa Bárbara d’Oeste, logo após seu time ser derrotado pelo Mogi Mirim. O treinador foi levado à delegacia acompanhado por funcionários do clube.

Segundo a Polícia Militar (PM), o valor da dívida seria de aproximadamente R$ 9 mil. Já o valor da fiança não foi divulgado.

A ação contou com a participação de seis viaturas da Polícia Militar (PM), mas o treinador foi encaminhado para Plantão Policial de Santa Bárbara. O filho dele tem hoje 16 anos.

Como o pagamento da pensão é feito via depósito na Caixa Econômica e o banco só abre nesta segunda-feira, Britto deve passar o fim de semana na cadeia da delegacia de Santa Bárbara. Na manhã deste domingo, ele ainda continuava preso na cadeia pública de Santa Bárbara d’Oeste.

 

Volante nos tempos de jogador, Britto encerrou a carreira em 2014, na própria União Barbarense, clube pelo qual teve passagem marcante no começo da década. Em janeiro deste ano ele virou auxiliar técnico de Edson Leivinha, que foi demitido após três rodadas da Série A2. Britto, na sequência, foi efetivado como treinador do time. A reportagem tentou contato com o clube, mas não encontrou nenhum responsável para comentar sobre o caso.

Rejeição da torcida atrapalha contratação de novo técnico

 

 

 

Um fato que aconteceu em julho de 2014 está se repetindo nos bastidores da Ponte Preta. Na ocasião, a diretoria havia firmado um acordo verbal para trazer o técnico Ricardinho, ex-meia do Corinthians, mas decidiu cancelar o combinado depois de sentir grande rejeição por parte dos torcedores e acertou a volta de Guto Ferreira. Nesta terça-feira (7), estava quase tudo certo com Adilson Batista e, diante de diversas manifestações contrárias nas redes sociais, a possibilidade de acerto esfriou.

A proposta foi encaminhada de manhã e Adilson ficou de responder até o final da tarde. Mas o próprio treinador teria se assustado com a enorme rejeição e não havia dado resposta até o início da noite. E, mesmo que fosse um sim, os dirigentes da Macaca estavam propensos a cancelar o convite.

Apesar de não ser o primeiro nome da lista e nem contar com apoio de todos os "cardeais" da Ponte Preta, Adílson Batista viria por ter um perfil agregador, que poderia criar um ambiente de time guerreiro. Assim como foram as equipes dirigidas por Guto Ferreira, Gilson Kleina, Jorginho e, mais recentemente, Eduardo Baptista.

Jorginho, vice-campeão da Copa Sul-Americana em 2013, é o nome de consenso entre os torcedores. O problema é que o presidente de honra da Ponte, Sergio Carnielli, não se mostra disposto em contar novamente com o profissional que, em sua opinião, deixou a Ponte cair para a Série B em 2013 para viver o que chamou de "sonho de ser campeão".

A Macaca cogitou trazer Vanderlei Luxemburgo, mas o alto custo e as exigências do experiente profissional fizeram o sonho acabar antes mesmo de começar. Cogitou-se, então, trazer Vadão, que foi deixado de lado por estar há muito tempo fora do futebol masculino.

Depois pensou-se em Ney Franco e Levir Culpi, mas não houve consenso entre os dirigentes porque os profissionais já não teriam a mesma gana de outros tempos por vitórias e campanhas de superação. Gilson Kleina, que tem balançado no Goiás, era o preferido e só foi colocado de lado por causa da multa rescisória, considerada alta demais. Doriva seria outra alternativa, mas o modo como deixou o clube e se transferiu para o São Paulo em 2015 também deixou feridas abertas na torcida.

Estágio

 

Enquanto isso, o ex-treinador da Macaca Felipe Moreira recebeu e recusou convite para dirigir o XV de Piracicaba na Série A2 do Paulista. O motivo é o estágio que fará nos próximos dias no Bayern de Munique, na Alemanha.

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Luxemburgo diz não à Ponte Preta

 

 

 

A escolha do novo treinador da Ponte Preta vem se transformando em um verdadeiro conclave no Estádio Moisés Lucarelli. Por "objetivo de carreira", porque espera convite de um grande clube de São Paulo, Vanderlei Luxemburgo disse não. Por isso, a diretoria se viu obrigada a partir para um plano B, C ou D, que possa agradar a maioria dos "cardeais" da Macaca.

Vadão, que recentemente, deixou a seleção brasileira feminina, tem aprovação de uns e reprovação de outros, assim como Ney Franco, Doriva, Jorginho, Adilson Batista, Levir Culpi e até Gilson Kleina.

Entre os que decidirão o nome do novo comandante estão — pela ordem de peso no voto — o presidente de honra Sergio Carnielli, os vice-presidentes Hélio Kazuo e Giovanni Dimarzio, o presidente Vanderlei Pereira e o gerente de futebol Gustavo Bueno.

O assunto, que continua agitando os bastidores do Majestoso, só deve ser resolvido hoje. Enquanto isso, o auxiliar técnico João Brigatti aproveita seus momentos de alegria pela vitória como interino sobre o Ituano, por 1 a 0, em Itu.

Nas redes sociais, o ex-goleiro alvinegro teve seu nome enaltecido por centenas de pontepretanos ontem e até pedidos para que fosse efetivado no cargo. Mesmo assim, garante que não pensa nisso. "Sou funcionário da Ponte Preta como auxiliar técnico. Vislumbro ser técnico um dia, mas estou me preparando e ainda falta muito para isso", disse.

O profissional, de 51 anos, passou por todos os times de base da Macaca, chegou à Seleção Brasileira Sub-20, foi titular do time profissional, treinador de goleiros e hoje é auxiliar-técnico.

Por isso, como profundo conhecedor do clube afirma que paixão é o que move a Macaca. "Vivo a Ponte Preta há muitos anos e sei que sempre foi muito difícil. Quando acontece esse tipo de vitória (como foi contra o Ituano, sofrida e no finalzinho) o torcedor sai com a alma lavada. Estou muito feliz de ter proporcionado essa alegria para a torcida" , contou.

Enquanto não for decidido o novo técnico, Brigatti seguirá no comando. "A liderança do Grupo D nos deixa muito felizes e encaminha uma classificação que será muito importante", comemora. "Tivemos uma vitória com cara de Ponte e é isso que a torcida quer ver. Se perdermos muito gols, isso são detalhes, o que importa é o resgate do time", completa.

 

A Macaca volta a campo domingo, às 16h, no Moisés Lucarelli, para enfrentar o Corinthians, que passa por um momento tenso no Paulistão.

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Ponte Preta vence o Ituano e assume liderança

 

 

 

A Ponte Preta quase parou na forte marcação do Ituano, na noite de domingo (5), no Estádio Novelli Junior, em Itu, mas saiu de campo comemorando a liderança do Grupo D do Campeonato Paulista. Jogando pela sétima rodada, a Macaca teve mais posse de bola, jogou praticamente todo o segundo tempo com um homem a mais, teve dois gols corretamente anulados pela arbitragem e só conseguiu a vitória, com gol de Lucca, aos 40' da etapa final.

Com este resultado, a equipe campineira que foi comandada interinamente por João Brigatti, ultrapassou o Mirassol (14) com 15 pontos e se distanciou do Santos, que é o terceiro (10). No próximo domingo, joga com o Mirassol, às 16h, no Majestoso.

Até lá, a diretoria já terá anunciado o nome do novo treinador. Além de Vanderlei Luxemburgo, que ainda não disse sim nem não, os dirigentes avaliam a possibilidade de contratar Ney Franco, Doriva e até Gilson Kleina.

A Macaca começou pressionando. Aos 7', Lucca recebeu na intermediária, caminhou e, quando percebeu que tinha espaço, bateu de fora da área. A bola passou raspando a trave.

O Ituano tinha dificuldade para chegar ao ataque e, por isso, arriscava de longe. Aos 20' e 21', Claudinho tentou surpreender Aranha. Na primeira, o goleiro pegou firme sem muita dificuldade. Na segunda, a bola foi para fora.

A Macaca chegou a marcar, aos 40', com Clayson que aproveitou cruzamento de Pottker. Mas, o atacante estava impedido e o lance foi anulado. O jogo era lento, recheado de faltas e quase nada de emoção no primeiro tempo.

A etapa final começou com a Ponte buscando o ataque. Aos 2', Clayson lançou Nino Paraíba na direita. O lateral avançou e fez cruzamento rasteiro. Lucca e Pottker tentaram, mas não alcançaram a bola, com o gol aberto.

A melhor chance do Ituano aconteceu aos 4' depois que Romarinho fez o levamento. Guly subiu e desviou de cabeça. Bem posicionado, Aranha mandou para escanteio. Aos 6', o volante Morato fez falta por trás em Matheus Jesus e foi expulso direto.

Com um mais, a equipe campineira procurou ocupar melhor os espaços. Aos 17', Pottker fez jogada pessoal na área, se livrou da marcação, e bateu forte. A bola passou rente ao travessão.

Aos 32', a Macaca teve outro gol anulado corretamente. Pottker recebeu de Matheus Cassini na entrada da área e rolou para Lucca, que estava um pouco à frente. Aos 36', Pottker ficou livre de frente para o goleiro, mas também estava impedido.

O Ituano não chegava, mas quando desceu quase marcou. Aos 38' Bassani recebeu na esquerda e bateu cruzado. Aranha segurou firme.

 

Depois de tanto insistir, o gol finalmente saiu aos 40'. Na rebatida da zaga Cassini abriu para Nino Paraíba. Da direita, o lateral cruzou na medida para Lucca completar de cabeça e fazer 1 a 0, aos 40'.

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Ponte Preta perde para o Cuiabá nos pênaltis

 

 

 

Apresentando um futebol muito abaixo da média, a Ponte Preta perdeu nos pênaltis por 5 a 4, para o Cuiabá, na noite desta quinta-feira (2), no Estádio Moisés Lucarelli, e foi eliminada da Copa do Brasil, em sua segunda fase. O time começou bem, chegou a abrir vantagem no placar com um belo gol de falta de Lucca, mas sofreu o empate ainda no primeiro tempo com Cleberson e, no segundo tempo, se perdeu em campo.

Nas cobranças de pênalti, Potkker, Lucca, Ravanelli e Ramon marcaram, mas Matheus Jessus errou, chutando fraco para a defesa de Henal. Pelo Cuiabá, Dakson, Douglas Mendes, Robinho, Richard e Udson marcaram e garantiram a passagem inédita para a terceira fase. O Cuiabá agora jogará com o Goiás em duas partidas, nos dias 8 e 15, com a partida de ida em Goiânia e a volta em Cuiabá.

A Macaca começou o jogo como o técnico Felipe Moreira queria: em alta velocidade. E foi assim que pressionou o Cuiabá em seu campo de defesa, que se fechou esperando algum espaço para usar o contragolpe.

Na primeira descida ao ataque, aos 6', Lins tocou para Pottker, que teve espaço para finalizar e arriscou chute cruzado que Henal fez boa defesa. O Cuiabá não saía de seu campo e acabou tomando o gol, aos 19', depois que Nino Paraíba foi derrubado na entrada da área.

O meia Lucca bateu a falta com absoluta precisão no ângulo do goleiro Henal, que nada podia fazer. Um golaço para colocar a Macaca na frente: 1 a 0. Aos 35', quase saiu o segundo gol depois que Pottker arrancou pela direita e cruzou na medida para Lucca. Apesar de estar bem posicionado, o camisa 10 cabeceou para fora.

Na sequência, em sua única oportunidade criada no primeiro tempo, o time visitante empatou. Udson jogou da intermediária para dentro da área, Robinho ajeitou para trás e a bola sobrou limpa para Cleberson chutar forte no canto de Aranha para marcar 1 a 1, aos 39'.

Sem Fernando Bob, que ficou no vestiário por causa de uma contusão muscular, a Macaca voltou com Jadson no meio-campo. Aos 9', Pottker recebeu de Emerson, saiu da marcação e bateu cruzado. Henal só acompanhou o perigo.

O Cuiabá abriu mão de atacar e passou a segurar o jogo de todas as maneiras. A Ponte, por sua vez, perdeu muito com a saída de Fernando Bob e deixou de pressionar o adversário porque não conseguia romper a forte marcação.

Aos poucos, o rival foi ganhando espaço em campo. O jogo ficou tenso porque o risco de contra-ataque era iminente e a Ponte só tentava chegar ao ataque em bolas longas, que eram facilmente devolvidas pela zaga.

Numa falha de Jadson, Juba foi acionado na esquerda e bateu de primeira. Aranha fez uma grande defesa, aos 37'. No minuto seguinte, Juba pegou outro chute à queima-roupa, que Aranha defendeu novamente.

 

Aos 43', Alex Sandro tomou a bola de Jadson no meio, arrancou sozinho e, no momento do chute, jogou uma chance de ouro para fora. Ele estava de frente para Aranha. Aos 44', Aranha salvou de novo no chute de Jeffinho. O Cuiabá poderia ter vencido no tempo normal.

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