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Senado vota proposta que pode mudar regras para motoristas de aplicativos

Em meio a protestos de taxistas e motoristas de aplicativos, o plenário do Senado vota hoje (31) proposta que pode deixar mais rígidas as regras para serviços de apps de transporte individual. Aprovado em abril pela Câmara dos Deputados, o texto tramita em regime de urgência e será o primeiro item da pauta do Senado na sessão desta terça-feira (30).

As regras aprovadas  pelos deputados desagradaram os representantes de empresas como Uber, Cabify e 99. Entre outros pontos, o texto prevê vistorias periódicas nos veículos, idade mínima para os condutores, exigência de "ficha limpa" aos motoristas, adesão de placas vermelhas e licença específica para trabalhar.

O projeto é  criticado pelos motoristas de aplicativos, que argumentam que ele "inviabiliza" o trabalho. Os representantes dos taxistas são favoráveis, porque dessa forma acreditam que a concorrência seria mais leal, com regras semelhantes para os dois profissionais. Outro argumento usado pelos taxistas é que, com as novas regras, o transporte ficará mais seguro tanto para passageiros quanto para motoristas.

No Senado, a proposta foi modificada na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT). Um substitutivo ao texto da Câmara, apresentado pelo senador Pedro Chaves (PSC-MS), feito com base no texto original e em mais duas propostas que tramitavam na Casa, é mais favorável aos motoristas de aplicativos. Nele, o senador classifica o serviço de privado e tira a necessidade de permissão dos municípios e, consequentemente, o licenciamento com exigência de placas vermelhas.

Sem consenso entre os senadores, mesmo sem ser votada na CCT, a matéria seguiu para o plenário, após aprovação do regime de urgência. "Se aprovarmos o texto original, será uma grande tragédia, pois o serviço ficaria subordinado ao Poder Público, precisando de licença para funcionar, assim como ocorre nos alvarás dos taxistas. Entendo que o Uber deve ser um empreendimento privado, com regras, cabendo à prefeitura apenas fiscalizar", disse Chaves .

Campanha

Enquanto taxistas organizaram carreatas em diversas cidades do país na semana passada, usuários e motoristas dos serviços de aplicativos encheram as páginas dos senadores no facebook e os e-mails deles com comentários contrários à proposta. Além disso, a Uber, por exemplo, investiu em anúncio contra a proposta no horário nobre de TV e mandou e-mails para todos os usuários cadastrados do serviço, com uma lista de motivos para que o texto seja rejeitado. No mesmo e-mail, a empresa pede o apoio dos clientes para pressionar senadores de seus respectivos estados a votar contra o texto da Câmara.

O diretor-presidente da Associação Brasileira das Associações Civis e Cooperativas de Motoristas de Taxi, Edmilson Americano, admite que a categoria não tem o poder financeiro dos concorrentes. Ainda assim, eles acreditam na aprovação do texto da Câmara. Segundo Americano, motoristas de todo o país já estão em Brasília para acompanhar a votação. A expectativa é de que pelo menos 3 mil carros estejam nas imediações do Congresso na hora da votação. Todos estão sendo orientados a agir sempre de  forma pacífica e ordeira’. “É desonesto e desumano cumprir os requisitos exigidos pelo Poder Público, como fazem os taxistas, e não exigir o mesmo para os motoristas dos aplicativos”, afirmou o presidente da associação.

Se for aprovado o texto da Câmara, sem nenhuma alteração no mérito, as regras irão à sanção presidencial. Caso haja mudanças, o projeto terá de voltar à Câmara dos Deputados, que dará a palavra final.

Nissan faz com que esportivo seja “pilotado” com controle de PlayStation 4; Assista

Gran Turismo Sport foi lançado oficialmente ontem e entre as ações que a Sony desenvolveu para promover o game foi criar um carro de verdade que pode ser controlado usando um DualShock 4, o controle do PlayStation 4. E não é qualquer carro também não: a máquina escolhida foi um Nissan GT-R, que foi rebatizado de GT-R/C.

São quatro sistemas que gerenciam a direção, transmissão, freios e aceleração, tudo sendo atualizado até 100 vezes por segundo. A operação através do controle do PlayStation pode ser feita a até um quilômetro de distância.

Para o vídeo que foi gravado, o convidado foi Jann Mardenborough, um dos vencedores da competição GT Academy que também é organizada pela Polyphony Digital (desenvolvedora da Sony e responsável pelo Gran Turismo) em parceria com a Nissan.

O piloto controlou o GT-R de dentro de um helicóptero, sobrevoando (e percorrendo à distância) o circuito de Silverstone. Mardenborough conseguiu fazer com que o GT-R/C alcançasse a velocidade de 210 km/h.

Caso alguma coisa desse errado entre a comunicação entre o controle e o veículo, os engenheiros o equiparam com um sistema que ativa imediatamente os freios e desliga o motor do carro.

O veículo agora vai partir para algumas exposições em escolas no Reino Unido para promover e estimular o estudo nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e cálculos.

Moto voadora pode ser a próxima novidade da polícia de Dubai; Assista

Embora as ideias mais fantásticas do mundo da tecnologia surjam no Vale do Silício, geralmente é em Dubai que elas são colocadas em prática primeiro. Depois de ganhar um policial robô, testar um serviço de táxi aéreo via drone e instalar um aquário high-tech no aeroporto para identificar passageiros chegando por lá, a cidade pode receber agora bikes voadoras que devem dar uma mãozinha para a polícia local.

A frota da organização já possui Ferraris e Lamborghinis para garantir que nenhum bandido fuja da lei, mas o novo veículo tem tudo para chamar ainda mais atenção que esses supercarros. O projeto do Hoversurf, uma espécie de moto com hélices, foi desenvolvido na Rússia, mas teve suas especificações totalmente adaptadas para Dubai. Isso significa uma resistência maior a condições climáticas extremas, como calor e poeira – ou areia, nesse caso.

Segundo os fabricantes, a motoca aérea consegue transportar até 300 kg de carga ou passageiros, pode atingir uma velocidade máxima de 65 km/h e tem autonomia de 25 minutos antes de precisar ser recarregada – sim, é claro que ela é 100% elétrica. Com essas características, a ideia é que o brinquedinho possa ser usado pela polícia em situações de emergência.

Afinal, já que o Hoversurf pode basicamente fugir do trânsito, fica fácil deslocar vítimas de um acidente para o hospital ou levar médicos ao local para que eles possam atender rapidamente as pessoas. Por enquanto, o produto só foi apresentado como mais uma promessa para a região durante o evento Gitex Technology, em Dubai. Isso quer dizer que ainda não há data certa para que o veículo seja adotado oficialmente pelas forças policiais da cidade. E aí, você gostaria de dar um rolê em uma moto dessas?

WhatsApp muda e agora diz onde seus amigos estão

Função é opcional e usuários podem interromper o compartilhamento a qualquer momento.

O WhatsApp começa a liberar nesta terça-feira (17) uma nova ferramenta que permite ao usuário compartilhar a sua localização exata no mapa. Para tanto, a tecnologia tira proveito do GPS existente na maioria dos celulares e smartphones. O recurso é compatível com Android e com iPhone (iOS).

Quando ativado, o recurso exibe em tempo real a localização do usuário. Conforme a pessoa se move, o indicador no mapa também se movimenta, para refletir o trajeto. Sabe aquele amigo que costuma mandar “Estou saindo de casa”, mas na realidade nem sequer entrou no banho? Com a nova tecnologia, a artimanha está com os dias contados.

O compartilhamento de localização ao vivo chega no formato de uma mensagem no próprio chat, com a posição do remetente no mapa. Ela funciona tanto em conversas individuais quanto em conversas em grupo. Para acioná-la é preciso tocar no ícone de clipe de escritório e depois selecionar o compartilhamento de local. Na sequência, entre as opções vai aparecer “Localização atual”.

A equipe de engenharia do WhatsApp ainda incluiu uma forma de visualização que mostra, num mesmo mapa, todos os usuários que decidiram compartilhar sua posição no globo.

O recurso fica ativo por até oito horas. De acordo com encarregado pela novidade, Zafir Khan, são três opções de duração da localização ao vivo:

15 minutos: indicado para aqueles momentos em que você está em vias de encontrar uma pessoa, e precisa de auxílio para encontrar a rua exata.

60 minutos: indicado para quando o usuário está saindo de casa para um compromisso de carro.

8 horas: para shows, festivais e outros eventos, em que o usuário normalmente está em grupo.

“Queremos que os usuários estejam no controle. Por isso adicionamos um botão de encerrar o compartilhamento a qualquer momento”, explica Khan. O botão é apresentado em vermelho, na janela de chat, logo abaixo da mensagem com a localização em tempo real.

Khan ressalta que as informações trafegam na rede do WhatsApp com a técnica de segurança de criptografia ponta a ponta. Na prática, isso quer dizer que nem mesmo os funcionários da plataforma conseguem acessar as informações de localização, como já acontece com mensagens em texto, fotos, vídeos, áudios e chamadas de voz ou vídeo.

O aplicativo mais popular do país oferecia uma ferramenta de localização geográfica que também usava o GPS do smartphone como parâmetro para enviar um ponto no mapa. No entanto, não era possível ajustar para que a localização se atualizasse constantemente.

O recurso de Localização Atual foi visto anteriormente em versões de testes do WhatsApp. Esta é a primeira vez que a companhia confirma sua existência e também a disponibilidade para toda a base de usuários – 1,3 bilhão de pessoas se conectam ao mensageiro a cada mês. Segundo a empresa, pode levar até uma semana para que a atualização chegue a todos.

Recurso similar está presente no Telegram, apontado como principal alternativa entre os aplicativos de chat – com direito a uma série de funcionalidades exclusivas.

Ninguém mais quer saber do Apple iPhone 8, o desinteresse é oficial

De acordo com um estudo realizado pela firma Jefferies, o desinteresse pelo iPhone 8 por parte dos clientes resultou em uma queda de 900 mil ativações de rede pós-paga na AT&T, durante o último trimestre fiscal. Poucos ainda estão indo na onda do compacto modelo da Apple.

Ao invés disso, o analista da firma KeyBanc, John Vinh, diz que os consumidores não conseguem ver diferenças entre o iPhone 7 e o iPhone 8. Desta forma, eles estão comprando a versão de 2016 para não gastar tanto dinheiro. A título de comparação, os dispositivos custam US$ 549 e US$ 699, respectivamente.

Ainda segundo o especialista em mercado, grande parte dos compradores de novos iPhones estão esperando pela chegada do iPhone X, a variante comemorativa dos 10 anos de lançamento do iPhone original, que aconteceu em 2007, quando Steve Jobs ainda era vivo e líder da Apple.

Inclusive, o iPhone X está sendo considerado o smartphone mais interessante feito na história da empresa de Cupertino, marcando a história como o primeiro da linha a contar com uma tela OLED e remover o botão circular na parte frontal, dando uma abertura maior para o display.

Apesar de ter sua estreia marcada para o terceiro dia de novembro, é possível que o iPhone X seja adiado para 2018 — ou pelo menos até o final de 2017. Seja como for, interessados precisam pagar o valor mínimo de US$ 999, ou aproximadamente R$ 3.170, no mesmo estilo de conversão.

O iPhone 7, sumarizando, foi o smart mais vendido na primeira metade de 2017 e ainda tem um bom fôlego por conta da decepção geral com relação ao seu “irmão mais novo”, iPhone 8. Será interessante acompanhar esse mesmo cenário quando o iPhone X enfim chegar às lojas.

 

Após descoberta de golpe no Whatsapp, Caixa Econômica orienta clientes sobre segurança na internet

Segundo empresa de cibersegurança, mais de 350 mil teriam caído na armadilha virtual. É preciso sempre checar a veracidade das informações

Após a descoberta de um golpe disseminado pelo Whatsapp, a Caixa reforçou, nesta segunda-feira (9), que não distribui informações pelo aplicativo de mensagens. De acordo com a instituição, orientações de segurança estão publicadas em seu portal da internet e em suas agências com o objetivo de alertar clientes quanto a golpes, seja por e-mails spam, sites falsos ou por telefone.

Caso você receba mensagens sugerindo prêmio ou pagamentos, verifique antes de clicar no link, pode ser uma tentativa de fraude. A instituição explica ainda que, em casos de dúvidas, os clientes têm a sua disposição os canais de atendimento ao cliente Caixa, como SAC/Ouvidoria, 0800 ou qualquer uma de suas agências.

Falso pagamento de 14º Salário

Mais de 350 mil brasileiros teriam caído em um golpe por WhatsApp que anuncia a liberação de um 14º salário a ser pago pela Caixa Econômica Federal. Esse pagamento não existe. O objetivo dos criminosos é infectar telefones para que eles possam aplicar, mais tarde, golpes financeiros.

A fraude ocorre quando a pessoa recebe um link por WhatsApp que diz que para sacar um suposto 14º salário, é necessário que ela compartilhe o link com dez amigos ou dez grupos de conversa via WhatsApp. No meio desse golpe, o usuário autoriza o envio de notificações para o celular.

Ele funciona assim: o golpe diz que quem já trabalhou com carteira assinada pode conferir se tem o direito a receber, por meio da Caixa Econômica Federal, o equivalente a um salário mínimo. Para fazer a consulta, a vítima precisa acessar um link e responder a algumas perguntas. Ao clicar no link, o telefone é automaticamente infectado.

Cuidado com armadilhas

Segundo a empresa de segurança PSafe, em testes realizados com telefones infectados, algumas horas após o início do golpe, o criminoso envia uma outra armadilha, via notificação direta para o celular das vítimas.

“Para não cair em armadilhas na internet, como em golpe no WhatsApp, é importante que você desconfie de qualquer tipo de promessa exagerada que chega por mensagens, checando sempre se é algo real”, sugeriu a PSafe.

Censura - Emenda à reforma política pode barrar manifesto em redes sociais

 

Parlamentares aprovaram permissão para que candidatos solicitem retirada de conteúdos na internet sem autorização judicial

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que irá procurar o presidente Michel Temer para solicitar que ele analise a possibilidade de fazer um veto parcial ao texto da reforma política que permite que candidatos solicitem diretamente aos provedores (incluindo redes sociais como Facebook e Twitter) a remoção de conteúdo que os candidatos considerem “discurso de ódio, disseminação de informações falsas ou ofensa”. A medida é considerada por diversas entidades uma tentativa de censura.

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) emitiram nota conjunta nesta quinta-feira na qual criticam a emenda à reforma política que permite que candidatos solicitem a remoção de conteúdo considerado “discurso de ódio, disseminação de informações falsas ou ofensa” feito nas redes sociais. O texto das entidades diz que a emenda contraria a Constituição e se trata de censura. A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) também se manifestou, por meio de nota, contra a emenda.

Já a Abraji classificou a proposta aprovada como "grave ameaça ao regime democrático" e que espera o veto do presidente Michel Temer.

"A Abraji considera a aprovação deste dispositivo uma grave ameaça ao regime democrático. Agora, apenas o veto do presidente Michel Temer pode garantir a liberdade de expressão na internet no pleito de 2018", afirma a associação.

ESPECIALISTAS: EMENDA FERE MARCO CIVIL DA INTERNET

A emenda que permite a remoção do conteúdo na internet foi incluída de última hora no projeto de lei que regulamenta o fundo eleitoral e muda regras eleitorais. O projeto foi aprovado na madrugada desta quinta-feira na Câmara dos Deputados e, em votação relâmpago na tarde desta quinta, no Senado. O texto avalizado pelos parlamentares permite que candidatos solicitem diretamente aos provedores de internet(incluindo redes sociais, como Facebook e Twitter) a remoção de conteúdo que os candidatos considerarem impróprio.

O artigo diz que “a denúncia de discurso de ódio, disseminação de informações falsas ou ofensa em desfavor de partido ou candidato, feita pelo usuário de aplicativo ou rede social na internet, por meio do canal disponibilizado para esse fim no próprio provedor, implicará suspensão, em no máximo vinte e quatro horas, da publicação denunciada até que o provedor certifique-se da identificação pessoal do usuário que a publicou, sem fornecimento de qualquer dado do denunciado ao denunciante, salvo por ordem judicial”.

Especialistas em direito digital alertam que o dispositivo aprovado é uma forma de censura prévia que fere a liberdade de expressão preservada no marco civil da internet. O parágrafo 6º do artigo 57-B — aprovado na Câmara e mantido no Senado — pode ser sancionado nesta sexta-feira, junto com o projeto de lei da reforma política que está nas mãos do presidente Michel Temer.

 

Fone de ouvido do Google consegue fazer tradução simultânea

Com o novo fone de ouvido do Google, o Pixel Bud, será possível ter uma conversa em tempo real com alguém que fala outra língua. 

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (4), com uma demonstração de tradução simultânea do inglês para o sueco. 

O celular grava a voz do interlocutor e dá uma tradução imediata no fone de ouvido —o Tradutor do Android já é capaz dessa tecnologia, mas o fone de ouvido garante rapidez à comunicação. 

O Pixel Bud só funciona com o celular próprio do Google, o Pixel, e se conecta diretamente ao Assistente. A ferramenta funciona em 40 línguas, incluindo português, alemão, inglês, japonês, coreano etc. 

Os fones estão disponíveis para pré-venda nos Estados Unidos por US$ 159 (R$ 498). Eles funcionam sem fio e chegam ao Canadá, Reino Unido, Alemanha, Austrália e Cingapura em novembro. 

 

Sucesso do iPhone X deve encher os cofres da... Samsung

A Samsung está muito interessada no sucesso comercial do iPhone X. Pode parecer um contrassenso à primeira vista, mas é fácil entender a razão que leva a sul-coreana a torcer para que as vendas do novo smartphone da Apple decolem. Como a empresa da Coreia do Sul é a única fornecedora dos painéis OLED da Apple, ela engordará as suas receitas com a comercialização do iPhone X.

De acordo com analistas da Counterpoint Techonology e do Wall Street Journal, a Samsung deve levar para os seus cofres cerca de US$ 110 a cada iPhone X vendido. A conta é feita com base na expectativa de 130 milhões de unidades comercializadas no primeiro mês após a estreia do smartphone mais poderoso da Apple.

Adicionadas à conta as subsidiárias da Samsung envolvidas no fornecimento de outras peças para o novo iPhone, como baterias e capacitores, a arrecadação total da empresa com componentes fornecidos para a Apple deve superar em US$ 4 bilhões a receita da empresa em relação às peças usadas no seu próprio Galaxy S8, por exemplo. Em suma, a rivalidade, ao menos do ponto de vista da sul-coreana, é bastante saudável.

“Em reuniões, executivos da Samsung são conhecidos por dizerem aos participantes que usam iPhone: ‘Tudo bem, eles são os nossos melhores clientes’”, relata a reportagem do WSJ. Ainda de acordo com a publicação, a Apple seria comumente referida dentro da rival como “LO”, sigla em inglês para “adorável oponente”, destacando mais uma vez o quanto a Samsung nem se importa tanto com as altas vendas de iPhone — muito pelo contrário.

Polêmico algoritmo lê numa foto se a pessoa é heterossexual ou gay

Um algoritmo controverso, desenvolvido por investigadores da Universidade de Stanford, nos EUA, é capaz de ‘ler’ nas fotografias a orientação sexual da pessoa. Este ‘gaydar’ tem uma fiabilidade de 91 por cento, muito acima dos melhores resultados obtidos por avaliadores humanos.

De acordo com o estudo, cujo resumo foi publicado no Journal of Personality and Social Psychology, o algoritmo analisou mais de 35 mil fotografias de um site de encontros, registando taxas de sucesso de 81 por cento na distinção entre homens hetero e homossexuais e de 74 por cento nas mulheres.

Quando analisou mais de cinco fotografias da mesma pessoa, a taxa de eficiência na deteção da orientação sexual subiu para os 91 por cento, nos homens, e 83 por cento, nas mulheres.

Um júri formado por humanos ficou muito abaixo nesta capacidade de separar hetero e homossexuais: 61 por cento no género masculino e 54 por cento no feminino.

“O rosto contém muita informação sobre a orientação sexual que é passível de ser assimilada e interpretada pelo cérebro humano”, destacaram os autores, Michal Kosinski e Yilun Wang.

É preciso é treinar o olhar. Este ‘gaydar’ (neologismo dos norte-americanos para ‘radar de gays’) foi programado para basear a análise em características subtis da cara humana. Homens e mulheres homossexuais tendem a apresentar pormenores “pouco típicos para o género”, patentes no “cuidado com o estilo” que aplicam na forma como tratam partes do rosto.

Mas há também características físicas a separar os homo dos heterossexuais, concluiu o novo algoritmo. Os homossexuais tendem a ter maxilares mais finos, narizes mais compridos e testas mais altas do que os heterossexuais.

Nas mulheres, as lésbicas tendem a ter maxilares mais grossos e testas mais baixas.

Nas conclusões, os autores referem que o estudo “dá um forte sustento” à teoria de que a orientação sexual pode ser influenciada por hormonas antes do nascimento: ou seja, ser gay não é uma escolha, já se nasce assim.

A comunidade científica caiu em cima dos investigadores por não terem usado fotografias de negros e por não considerarem outras orientações sexuais, como transgénero e bissexual.

Os ativistas pelos direitos LGBT também não perdoam este novo algoritmo, considerando que é uma violação da intimidade da pessoa (as fotografias foram retiradas de um site público, pelo que os membros não assinaram qualquer consentimento) e que pode ser usado contra as ambições da comunidade LGBT.

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