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Emmanuel Macron e Marine Le Pen vão disputar 2º turno presidencial na França

O 2º turno da eleição presidencial será disputado por Emmanuel Macron, de centro, e Marine Le Pen, da extrema-direita. François Fillon, dos republicanos, e Jean Luc Mélenchon, socialista, ficaram de fora, num resultado histórico. Às 22h30 (hora de Brasília), com 98% das urnas apuradas, Macron tinha 23,86% dos votos e Le Pen, 21,43%. François Fillon, terceiro colocado, tinha 19,94% e admitiu derrota. Jean-Luc Mélenchon ficou com 19,62%.

"Enquanto nosso país está passando por um momento único em sua história, marcado pelo terrorismo, os desafios econômicos e ambientais, sofrimento social, ele respondeu da forma mais bonita, votando maciçamente. Ele decidiu me colocar na liderança no primeiro turno das eleições", disse Macron a seus eleitores.

Le Pen afirmou a seus apoiadores que esta eleição é histórica e que a França não terá mudança com o "herdeiro de Hollande", referindo-se a Macron. Ela criticou a globalização e afirmou que é hora de os franceses se tornarem livres da elite arrogante. "A sobrevivência da França está em jogo", disse, ao pedir que os "patriotas" a apoiem.

Macron é favorito para vencer Le Pen no segundo turno, em 7 de maio. Uma pesquisa realizada na manhã seguinte ao primeiro turno mostra o candidato centrista derrotando a candidata de extrema-direita por 61% a 38%. Em outras duas pesquisas realizadas no domingo à noite, ele aparece com 62% e 64% das intenções de voto, respectivamente.

Os grandes derrotados da noite, o conservador François Fillon e o socialista Benoît Hamon, anunciaram imediatamente que votarão no social liberal para evitar assim o triunfo da extrema direita. Após assumirem o desastre que representa para seus partidos ficarem fora do segundo turno, ao mesmo tempo, pela primeira vez na V República Francesa (instaurada em 1958), ambos reconheceram sua responsabilidade pessoal nos resultados.

A última vez que a esquerda deixou de ter um candidato no segundo turno foi nas eleições presidenciais de 2002, disputadas por Jacques Chirac (conservador) e Jean-Marie Le Pen (extrema direita e pai da atual candidata Marine Le Pen).

"É uma derrota moral para a esquerda", afirmou Benoît Hamon, candidato derrotado do Partido Socialista (PS), que também defendeu o voto em Macron no segundo turno.

Mélenchon também se pronunciou publicamente, mas explicou que aguardaria a oficialização dos resultados para dar mais detalhes de seu posicionamento.

O segundo turno, que será realizado no próximo dia 7 de maio, permanece cercado de expectativa. Isso porque o resultado pode levar ao enfraquecimento ou até mesmo ao fim da União Europeia e da zona do euro. Macron defende a permanência da França no bloco. Já Le Pen apoia o chamado Frexit -- a saída do país do mercado comum.

O tema teve destaque na campanha em meio à discussão sobre o Brexit, a saída do Reino Unido da UE. A crise migratória no continente também levanta debates sobre a proteção das fronteiras. A França, juntamente com a Alemanha, é um dos países fundadores da UE e chamada de "locomotiva" da construção do bloco.

Campanha tumultuada

A campanha presidencial foi tumultuada desde o início, quando as primárias partidárias tiveram resultados inesperados, afastando os principais favoritos à presidência – o conservador ex-presidente Nicolas Sarkozy e ex-primeiro-ministro Alain Juppé (do Republicanos) e Manuel Valls (Partido Socialista).

A ascensão do movimento “En Marche!”, de Macron, e escândalos de corrupção envolvendo Marine Le Pen e François Fillon também contribuíram para tumultuar a campanha.

Tiroteio

Um dos episódios marcantes no fim da campanha eleitoral dos candidatos foi o ataque na Avenida Champs Élysées, que deixou um policial morto e dois feridos na última quinta-feira (20).

 

O episódio na avenida mais famosa da capital francesa colocou a segurança nacional no topo da agenda. Candidatos com pontos de vista mais duros sobre segurança e imigração, como Len Pen e Fillon, podem ter ganhado um impulso maior entre alguns grupos de eleitores.

Coreia do Norte faz vídeo com montagem de mísseis atacando os EUA

A Coreia do Norte realizou uma apresentação musical para marcar o aniversário de seu fundador, Kim Il Sung, que terminou com uma montagem em vídeo mostrando mísseis colocando os Estados Unidos em chamas, sob aplausos da plateia e sorrisos do atual líder norte-coreano, Kim Jong Un.

A televisão estatal da Coreia do Norte transmitiu imagens de uma performance de coral assistida por Kim Jong Un, o neto do fundador, um dia depois de uma parada militar enorme em Pyongyang, que também marcou o aniversário de 105 anos do nascimento de Kim Il Sung.

O canto foi seguido por imagens de teste de lançamento de um míssil em fevereiro que, no vídeo, era acompanhado por outros mísseis no céu, atravessando o Pacífico e explodindo em gigantes bolas de fogo nos Estados Unidos.

O vídeo acabou com uma imagem da bandeira norte-americana em chamas, sobrepondo-se a filas e filas de cruzes brancas em um cemitério. (http://reut.tv/2orqo6d)

"Quando a performance acabou, todos os artistas e participantes da parada militar comemoraram com gritos de felicidade", informou a agência de notícias estatal KCNA.

 

A Coreia do Norte ameaça regularmente destruir os Estados Unidos e, em meio a tensões em alta na península coreana, uma guerra de palavras se intensificou, com a possibilidade de uma completa guerra nuclear caso Washington tome ações militares contra o país.

Homem que transmitiu assassinato pelo Facebook nos EUA se suicida

O homem procurado nos Estados Unidos por matar um idoso em Ohio e publicar o assassinato no Facebook cometeu suicídio nesta terça-feira, dando fim a três dias de intensas buscas por todo o país.

Localizado pela polícia próximo a Erie, na Pensilvânia, Steve Stephens, incluído na lista dos mais procuradores pelo FBI, "cometeu suicídio com um tiro" após uma breve perseguição, anunciou a polícia da Pensilvânia no Twitter.

O veículo, um Ford Fusion branco cuja descrição foi amplamente divulgada pela mídia, foi identificado às 11H00 locais (13H00 de Brasília) no estacionamento de um McDonald's próximo a Erie, informou o chefe da polícia de Cleveland, Calvin Williams, durante coletiva em Ohio.

No local, a Polícia rapidamente "deteve o carro" do suspeito e, naquele momento, o homem de 37 anos "provocou sua morte", explicou Williams.

Erie está situada a 160 km de Cleveland, onde Steve Stephens é suspeito de ter atirado e matado Robert Godwin, de 74 anos, pai de nove filhos, quando voltava para casa após o jantar de Páscoa.

Stephens gravou o vídeo de sua ação e o publicou no Facebook, junto com outro vídeo em que ameaçava matar mais pessoas, e afirmava que já havia assassinado outras 13 e que estava planejando o próximo crime.

- Compreender as motivações -

As autoridades americanas lançaram, então, uma busca, primeiro em quatro estados e depois em nível nacional, e ofereceram 50.000 dólares para quem fornecesse qualquer informação que pudesse contribuir com sua prisão.

"Uma das prioridades era assegurar que Stephens não iria provocar mais vítimas", explicou Stephen Anthony, um agente do FBI que participava das buscas.

"A outra prioridade era prender Stephens são e salvo, mas, infelizmente, ele decidiu que não seria assim", acrescentou.

Williams indicou que a polícia tinha a intenção de interrogá-lo para traçar seu percurso desde domingo e, sobretudo, para compreender suas motivações.

"Queríamos verdadeiramente falar com ele para saber o motivo pelo qual ele fez o que fez", já que "pode haver outras pessoas em situação semelhante", declarou.

"Se há pessoas que estão em dificuldade ou que acredita que precisam de ajuda, falta que se comuniquem e avisem. Podem chamar a polícia, podemos enviar-lhes nossos especialistas em psiquiatria", explicou.

- Disponível para crianças -

O chefe da polícia fez um pedido aos dirigentes políticos e aos encarregados de redes sociais para que atuem a fim de evitar a presença deste tipo de conteúdo on-line, disponível "para todo mundo", inclusive crianças.

"Nunca deve ser compartilhado", disse Williams. "Creio que todos aprendemos isto", acrescentou.

Um dos netos da vítima, Ryan Godwin, solicitou no Twitter que os internautas parem de divulgar o vídeo do assassinato em respeito ao seu avô.

O Facebook assegurou ter bloqueado a conta de Stephens 23 minutos antes de ter sido alertado sobre o conteúdo do vídeo e prometeu melhorar seus mecanismos para impedir a difusão deste tipo de imagem.

O fundador desta rede social, Mark Zuckerberg, afirmou que seu grupo fará todo o possível para evitar que tragédias como esta se repitam.

"Temos muito trabalho. Continuaremos fazendo tudo o que podemos para evitar este tipo de tragédia", indicou Zuckerberg nesta terça-feira, durante a abertura da conferência anual de desenvolvedores de aplicativos organizada pelo Facebook em San José, na Califórnia.

 

"Estamos, de todo o coração, junto à família e aos amigos de Robert Godwin", declarou.

'Testaremos mísseis semanalmente': Lançamento fracassado gera guerra verbal entre Coreia do Norte e EUA

A Coreia do Norte continuará a testar mísseis, apesar da condenação internacional da iniciativa e do aumento das tensões com os Estados Unidos. Foi o que uma autoridade do governo do país asiático disse à BBC na capital Pyongyang.

"Vamos conduzir mais testes de mísseis semanalmente, mensalmente e anualmente", afirmou o vice-ministro das Relações Exteriores Han Song-Ryol ao correspondente da BBC John Sudworth.

Ele disse ainda que, se os EUA decidirem por ações militares contra o país, uma "guerra total" aconteceria.

Horas antes, o vice-presidente americano Mike Pence declarou que a Coreia do Norte não deveria "testar os EUA".

Pence chegou a Seul, na Coreia do Sul, no domingo, horas depois que o país vizinho tentou, sem sucesso, lançar um míssil balístico.

Ele afirmou que a era de "paciência estratégica" dos Estados Unidos com a Coreia do Norte havia chegado ao fim.

Como a situação chegou até aqui?

A Coreia do Norte acelerou seus testes de mísseis e de armas nucleares nos últimos anos, apesar de sanções dos EUA e de comentários negativos de outras potências.

O objetivo do país parece ser colocar uma ogiva nuclear em um míssil balístico intercontinental, que consiga atingir alvos ao redor do mundo.

Atualmente, acredita-se que a Coreia do Norte tenha mais de mil mísseis de capacidades distintas, incluindo os de longo alcance - que poderiam supostamente alcançar os Estados Unidos.

O programa de armas de Pyongyang teve grandes progressos nas últimas décadas - do foguete tático de artilharia em 1960 e 1970 aos mísseis balísticos de curto e longo alcance nas décadas de 1980 e 1990. E agora, um sistema de maior alcance está sendo pesquisado e desenvolvido.

Mas o presidente americano Donald Trump disse que isso não acontecerá, e aumentou a pressão sobre o país.

Trump enviou um navio porta-aviões e um grupo tático para a peninsula da Coreia, e os EUA e a Coreia do Sul estão posicionando um polêmico sistema de defesa antimísseis em preparação para possíveis hostilidades.

Apesar da tensão, a Coreia do Norte pode realizar um sexto teste nuclear em breve, segundo observadores.

No sábado, o país fez uma parada militar em que demonstrava seu arsenal de mísseis. No domingo, um míssil testado explodiu segundos após seu lançamento.

Os EUA irão atacar a Coreia do Norte?

Em entrevista conjunta com o presidente em exercício da Coreia do Sul, Hwang Kyo-ahn, na segunda-feira, Mike Pence disse que a Coreia do Norte não deveria "testar" Trump.

"Nas últimas duas semanas, o mundo viu a força e a determinação do nosso novo presidente em ações na Síria e no Afeganistão", afirmou.

"A Coreia do Norte não deveria testar sua determinação nem a força militar dos Estados Unidos nesta região."

Pence também reiterou o apoio do país à Coreia do Sul, dizendo ao presidente coreano: "Estamos 100% com vocês".

No último mês de fevereiro, o secretário de Estado americano Rex Tillerson afirmou que uma ação militar preventiva contra o país "é considerada".

No entanto, os EUA também trabalham com a China, o principal aliado da Coreia do Norte, para pressionar o regime a parar com os testes de mísseis e nucleares.

O correspondente da BBC em Seul, Stephen Evans, diz que a estratégia dos EUA no momento parece ser persuadir a China a conter a Coreia do Norte, enquanto mantém a pressão econômica e militar no país.

O que diz a Coreia do Norte?

O vice-ministro das Relações Exteriores Hang Song-Ryol disse à BBC que a Coreia do Norte acredita que suas armas nucleares "protegem" o país da ameaça de uma ação militar americana.

"Se os EUA forem descuidados o suficiente para usar meios militares, daquele dia em diante seria guerra total", afirmou.

Em uma entrevista coletiva na ONU nesta segunda-feira, o representante permanente do país nas Nações Unidas, o embaixador Kim In-ryong, condenou os bombardeios americanos na Síria, que atingiram uma base aérea após um suposto ataque químico realizado pelo governo de Bashar al-Assad.

Ele disse que os EUA estavam "perturbando a paz e a estabilidade mundial e insistindo em uma lógica gângster de que a invasão de um estado soberano é decisiva, justa, proporcional e contribui para defender a ordem internacional".

E outras potências mundiais?

A China reiterou seu pedido para que a Coreia do Norte para com todos os testes e pediu uma solução pacífica para a tensão.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lu Kang, disse à imprensa em Pequim nesta segunda-feira que a península Coreana é "muito sensível, complicada e de alto risco" e que todos os lados deveriam "evitar ações provocativas que joguem óleo no fogo"

No domingo, o tenente-general H.R. McMaster, principal assessor de segurança do governo americano, disse que o país está trabalhando com "uma série de opções" com a China, a primeira confirmação de que os países estão cooperando para encontrar uma solução para a questão.

O ministro das Relações Exteriores russo Sergei Lavrov afirmou que Moscou não irá tolerar "aventuras de Pyongyang com mísseis", mas que um uso de poder unilateral pelos EUA seria "um caminho muito arriscado".

Já o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, disse nesta segunda-feira em uma sessão parlamentar que os esforços diplomáticos são "importantes para manter a paz", mas que "o diálogo só pelo diálogo não faz sentido".

 

Ele afirmou ainda que o Japão precisa pressionar Pyongyang para "responder seriamente a um diálogo" com a comunidade internacional.

Polícia busca americano que matou vítima 'aleatória' em crime transmitido pelo Facebook

A polícia de Cleveland, nos Estados Unidos, está buscando por um homem que matou a tiros uma vítima escolhida "aleatoriamente" na rua e transmitiu o crime ao vivo pelo Facebook.

O vídeo, de pouco menos de um minuto de duração, mostra o movimento de alguém dentro de um carro, dizendo "vou matar esse cara agora", descendo do veículo e interpelando um idoso andando na rua; após um estampido, aparecem imagens do corpo na rua, e a pessoa que segura a câmera volta ao veículo.

Identificado pela polícia como Steve Stephens, de 37 anos, ele diz, em um segundo vídeo, que teria assassinado 13 pessoas e ainda desejava matar outras.

O chefe de polícia da cidade, Calvin Williams, confirmou a morte de Robert Godwin, de 74 anos, mas disse não ter conhecimento de outras vítimas. Williams afirmou que "múltiplos recursos" foram mobilizados na busca por Stephens e fez um apelo para que ele se entregasse "para receber a ajuda que precisa".

"Não há motivos para mais derramamento de sangue. Precisamos dar um fim nisso hoje. Precisamos tirar Stephens das ruas."

Um alerta foi emitido "no Estado de Ohio e além" por conta do incidente "sem sentido", segundo Williams. O chefe de polícia pediu que as pessoas não abordem o suspeito, que provavelmente está armado e é perigoso.

Acredita-se que Stephens esteja dirigindo um veículo esportivo creme ou branco. Ele é alto (1,91 m) e negro.

Uma página criada para coletar doações para a vítima ultrapassou a meta de US$ 20 mil (R$ 63 mil) em poucas horas.

Williams disse que o alvo de Stephens parece ter sido escolhido aleatoriamente e acrescentou que ele "claramente tem um problema".

O FBI, a polícia federal americana, está trabalhando em conjunto com a polícia local nas investigações, informou a emissora CNN.

O Facebook disse ajudar as autoridades em casos em que haja "ameaça clara à segurança". A rede social classificou o ato como um "crime horrível" e acrescentou que "não permite esse tipo de conteúdo" no site.

Não é a primeira vez que um assassinato é postado ou transmitido ao vivo no Facebook.

Em junho do ano passado, um homem foi morto enquanto transmitia imagens de si mesmo nas ruas de Chicago. Em março, um homem não identificado foi alvejado 16 vezes durante uma transmissão ao vivo.

 

A ferramenta Facebook Live, lançada em 2010, permite que qualquer pessoa com conta no Facebook faça transmissão de vídeo em tempo real.

Abertas as inscrições para a 2ª Oficina de Cinema e Tecnologia em Stop Motion

No último dia 12, a Secretaria Municipal de Educação de Paulínia abriu inscrições para a 2º Oficina de Cinema e Tecnologia em Stop Motion. O curso gratuito é voltado para crianças de 10 a 15 anos.

Os interessados devem se dirigir ao Paulínia Stop Motion, localizado no complexo Rodoshopping, das 9 às 16 horas, até o dia 2 de maio.

Durante a Oficina, que terá duração de 30 horas, os alunos terão aulas de roteiro, design e animação, além de ter a oportunidade de desenvolver e dirigir um curta metragem com duração de aproximadamente um minuto.

O Projeto Paulínia Stop Motion desenvolve conceitos de cinema e tecnologia através da produção audiovisual. Os participantes têm a chance de conhecer novas profissões, desenvolver a criatividade e a imaginação em um ambiente multidisciplinar e descontraído. 

SERVIÇO

Oficina de Cinema e Tecnologia em Stop Motion

Inscrições: De 12/04 a 02/05, das 9h às 16h

Local: Paulínia Stop Motion (Complexo Rodoshopping)

Número de vagas: 150

 

Informações: (19) 3933-3887

Dois ornitorrincos são decapitados em um parque da Austrália

Dois ornitorrincos foram decapitados em um parque de Albury, no sudoeste da Austrália, informaram as autoridades, que denunciaram o ato como "cruel".

Hazel Cook, uma responsável local, explicou ao Border Mail que, segundo o veterinário, os ornitorrincos não foram vítimas de outros animais selvagens.

"É possível ver onde tentaram cortar a vértebra", disse, sem saber especificar se a decapitação foi anterior ou posterior à morte.

"Não temos a menor ideia do motivo pelo qual alguém faria algo assim, particularmente a um animal tão carinhoso como o ornitorrinco", acrescentou.

Uma porta-voz dos parques nacionais do estado afirmou que os ornitorrincos parecem ter morrido "por um ato cruel e abjeto contra um dos animais australianos mais amados".

O ornitorrinco, um animal noturno, é um dos poucos mamíferos que põem ovos. Se alimenta de vermes, insetos e pequenos crustáceos.

Tem um focinho em forma de bico de pato, pelagem espessa, patas e cauda como as do castor. É inofensivo, embora as patas dos machos adultos estejam cobertas de ferrões cujo veneno pode causar dor nos seres humanos.

 

 

Grupo LGBT russo denuncia campo de concentração gay na Chechênia

De acordo com informações do site Metro, cerca de 100 homens gays estão detidos em um campo de concentração na Chechênia, uma das repúblicas que compõem a Rússia e é predominantemente mulçumana.

Segundo o grupo ativista russo LGBT Network, esse é o primeiro campo de concentração para cidadãos LGBT desde o Holocausto. O campo estaria sendo utilizado para forçar a população homossexual a deixar a região.

As repressões contra homossexuais começaram depois de um pedido para uma marcha de direitos gays na capital de Grozny. A situação da comunidade LGBT na Rússia piorou nos últimos anos depois que o presidente Vladimir Putin revogou uma série de direitos dos gays no país, em 2013.

De acordo com o grupo LGBT, acredita-se que homossexuais têm sido assassinados na região. Os ativistas protestam e alegam que nenhuma norma ou tradição nacionalista ou religiosa justifica qualquer sequestro ou assassinato de seres humanos. “Qualquer referência a tradições que justificam esse tipo de ação é amoral e criminosa”.

O ativista Alexander Artemyev, da Anistia Internacional da Rússia, disse ao Metro que este é o caso mais difícil que o grupo já se envolveu. “Estamos prontos para evacuar as pessoas da região”, afirma.

Em relação à veracidade da denúncia, o grupo explica que por causa do clima homofóbico que domina a região, com uma cultura que honra práticas de violência contra a comunidade LGBT, é praticamente impossível checar as informações. “As pessoas têm medo de falar”, conta Artemyev. “Nós estamos clamando para que as autoridades russas tomem todas as medidas possíveis para investigar o caso”.

O líder da Chechênia, Razman Kadyrov, é próximo a Putin e é um dos responsáveis pela implantação das leis mulçumanas na região. Segundo informação oficial, a Chechênia nega as acusações e alega que não existem homossexuais na região. “Se homossexuais existissem na Chechênia, não haveria necessidade de leis punitivas porque os próprios parentes ficariam responsáveis por mandá-los a um lugar de onde não retornariam”, informa um porta-voz de Kadyrov.

 

Denúncias também foram publicadas no Huffington Post. Segundo o Huffington Post, gays estariam sendo presos a partir de seus perfis em aplicativos e redes sociais. Já o jornal The Washington Post publicou um editorial criticando a “postura bárbara” de Razman Kadyrov em relação à população LGBT.

Âncora noticia ao vivo na TV acidente que matou o próprio marido

A apresentadora de um telejornal indiano noticiou ao vivo neste sábado o acidente de carro que matou o próprio marido. Supreet Kaur, que ancora o programa IBC24, de Chhattisgarh, transmitia o caso quando identificou, nas imagens da tragédia, o veículo em que viajava o cônjuge. A jornalista de 28 anos ainda manteve a compostura até o fim do noticiário – e então começou a chorar.

O marido de Supreet, Harshad Kawade, viajava com outras cinco pessoas quando seu carro foi atingido, provavelmente por um caminhão. O repórter que participava da cobertura não chegou a revelar os nomes das vítimas, mas Supreet reconheceu o veículo e a região da batida.

 

A agonia de Supreet durou mais dez minutos. Só depois de encerrada a transmissão, ela começou a chorar e a ligar para os parentes, segundo o jornal Indian Express. Mais tarde, a polícia do distrito de Mahasamund confirmou a morte de Harshad Kawade.

Autópsias comprovam uso de armas químicas em ataque na Síria

O governo turco informou nesta quinta-feira (6) que autópsias realizadas no país em três corpos de vítimas confirmaram o uso de armas químicas pelo regime de Bashar Al-Assad no ataque de terça-feira (4) contra a cidade síria de Khan Sheikhun. Os exames foram feitos por médicos legistas da Turquia, representantes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ).

Ao menos 86 pessoas, incluindo 30 crianças, morreram em um bombardeio na terça-feira em Khan Sheikhun, uma pequena cidade da província rebelde de Idlib, no noroeste do país, controlada pela oposição. Dezenas de pessoas feridas no suposto ataque químico ainda estão recebendo atendimento médico na Turquia, país vizinho da Síria.

"Foram realizadas autópsias em Adana [sul da Turquia] de três corpos transportados de Idlib. Os exames revelaram que armas químicas foram utilizadas", declarou nesta quinta-feira o ministro turco da Justiça, Bekir Bozdag.

Segundo o ministro, os médicos constataram que as vítimas tinham pupilas dilatadas, convulsões e espuma saindo pela boca. As autópsias, que demoraram quase três horas para serem realizadas, foram gravadas.

Até o momento, as substâncias químicas não foram identificadas formalmente, mas a OMS afirmou que algumas vítimas apresentavam sintomas que podem ter sido provocados por uma exposição a uma categoria de produtos "que incluiria agentes neurotóxicos".

Turquia e países ocidentais responsabilizam Assad

A Turquia e outros países, como os Estados Unidos, a França e o Reino Unido, responsabilizaram o regime de Bashar Al-Assad pelo ataque. Na quarta-feira (5), o presidente turco Recep Tayyip Erdogan acusou o líder sírio, a quem chamou de "assassino". Já o presidente americano, Donald Trump, declarou que o regime de Damasco ultrapassou "vários limites" e classificou o ataque como "uma afronta à humanidade".

Mas o governo da Rússia, que apoia Damasco, afirmou na quarta-feira que Força Aérea síria bombardeou um "depósito" dos rebeldes que continha "substâncias tóxicas". Na explosão, as substâncias foram dispersadas. Nesta manhã, o Kremlin classificou o ataque como "um crime monstruoso", atribuindo-o ao grupo Estado Islâmico e indicou que os Estados Unidos não contam com provas para acusar Bashar Al-Assad.

O exército sírio "não usou e nunca utilizará" armas químicas contra seu próprio povo, "nem mesmo" contra os rebeldes e jihadistas, afirmou nesta quinta-feira o ministro sírio das Relações Exteriores, Walid Muallem. O ministro apresentou explicações similares às da Rússia. "O primeiro bombardeio realizado pela Força Aérea síria aconteceu às 11H30 (5H30 de Brasília) contra um depósito de munições da Frente Al-Nusra (ex-braço da Al-Qaeda) e que continha substâncias químicas", disse Muallem.

França, Reino Unido e EUA pedem investigação do ataque

Apesar da oposição da Rússia, o governo francês espera aprovar uma resolução que condena o ataque no Conselho de Segurança da ONU nesta quinta-feira. O texto, elaborado pela França, Estados Unidos e Grã-Bretanha foi apresentado ontem durante reunião de emergência na ONU. O Kremlin considera o documento inaceitável.

 

Além da condenação do uso de armas químicas, os três países pedem a investigação sobre as responsabilidades do bombardeio contra Khan Sheikhun. O chefe da diplomacia francesa, Jean-Marc Ayrault, disse que é difícil convencer os russos a votar a resolução. O chanceler também excluiu qualquer participação da França em uma eventual ofensiva na Síria e defendeu a retomada imediata das negociações de paz no país.

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