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Instabilidade no sistema do INSS nesta quarta ainda é reflexo de ciberataque, diz órgão

A instabilidade no sistema do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) na manhã desta quarta-feira (17), na região de Campinas, ainda é reflexo do ciberataque da última sexta-feira (12). De acordo com o órgão, os serviços agendados foram protocolados manualmente. A Empresa de Tecnologia e Informação da Previdência (Dataprev) afirmou ao G1 que o atendimento "está sendo normalizado".

"Ainda é reflexo do ciberataque de sexta-feira (...). A instabilidade e a lentidão do sistema de informática estão sendo provocadas pela necessidade de atualização dos microcomputadores do INSS, o que causa um congestionamento da rede por excesso de circulação de dados", diz a nota do órgão.

Em Campinas, um cartaz na porta de uma das agências do Centro informava que o sistema de consultas estava fora do ar sem previsão de retorno, e também que alguns serviços estavam indisponíveis.

A entidade da categoria disse, ainda, que nas agências dos demais municípios afetados os funcionários estão recebendo documentos, mas não conseguem passar as informações para o sistema do INSS.Entenda o ataque de hackers

Sistemas eletrônicos e de internet do INSS foram desligados na sede do órgão, em Brasília, na sexta (12) após o ataque hacker. Servidores chegaram a ser liberados e o atendimento em todo o país foi interrompido.

Em um outro comunicado, enviado aos gerentes regionais do INSS e obtido pelo G1, a direção do instituto orienta que todos os computadores sejam desconectados, e que as máquinas que apresentem o vírus sejam separadas e mantidas desligadas (leia íntegra aqui). O texto também pede que os gestores informem à direção central sobre o número de equipamentos atingidos.

Em um print recebido pelo G1, é possível ver a tela de aviso do ransomware – ou vírus de resgate (entenda abaixo) – WanaDecryptor 2.0. A janela mostra uma mensagem em português e pede depósito de $300 em moeda eletrônica (bitcoin) para a liberação da máquina. Até as 16h20, o ministério não confirmava a autenticidade do texto.

 

Os vírus de resgate, ou ransomware, usam criptografia para "embaralhar" os arquivos do computador, impedindo o acesso do usuário. Eles são chamados assim porque os criminosos cobram transferência de dinheiro para a liberação. Em geral, os hackers pedem o uso de moeda eletrônica para dificultar o rastreamento da transação pelos investigadores.

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