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Nem Justiça garante integração em Valinhos

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Os passageiros de Valinhos com destino a Campinas e Vinhedo continuam pagando pela segunda tarifa ao embarcar na cidade. A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) foi citada na última sexta-feira pela 1ª Vara do Foro de Valinhos para cumprir o convênio que dispõe sobre a integração tarifária no Terminal Municipal, sem custo adicional, mas o impasse continua. A EMTU notificou a operadora Rápido Luxo Campinas (RLC), que informou que, enquanto não houver consenso entre a empresa metropolitana e a Prefeitura de Valinhos sobre como e quem pagará a integração, terá de manter a cobrança. Com isso, desde entrada da Sancetur no transporte municipal, há 19 dias, os moradores seguem sem o beneficio.

A EMTU informou nesta segunda-feira que, como gestora do sistema de transporte, assim que foi citada pela Justiça, determinou à Rápido Luxo Campinas o cumprimento da decisão judicial e está aplicando as penalidades previstas na legislação vigente, desde o último sábado. A multa monetária diária corresponde a R$ 10 mil. A Prefeitura de Valinhos disse que até a tarde de ontem a Rápido Luxo vinha descumprindo a liminar. A Administração disse que informará o descumprimento nos autos do processo.

Em nota divulgada nesta segunda, a Rápido Luxo informou que recebeu apenas nesta segunda o e-mail enviado pela EMTU e negou que haja convênio assinado entre a Prefeitura de Valinhos, a atual operadora do urbano (Sancetur), a EMTU e a própria Rápido Luxo Campinas (metropolitano). Disse que a Rápido Luxo não é contra a integração, mas “enquanto não houver consenso entre a EMTU e a Prefeitura de Valinhos sobre como e quem pagará a integração, de maneira a manter o equilíbrio econômico-financeiro do contrato, terá de manter a cobrança, pois tem obrigações e responsabilidades com os seus funcionários (salários, encargos e benefícios), impostos e fornecedores”.

Segundo a empresa, a integração só era possível antes porque ela operava os modais urbano municipal e o metropolitano, o que não ocorre mais desde o dia 1º de dezembro. “Caso a EMTU e a Prefeitura de Valinhos não entrem em acordo e definam quem paga a conta (integração), a Rápido Luxo não terá condições de suportar o transporte gratuito de passageiros”. A empresa disse ainda desconhecer “a existência de um modelo de integração em qualquer localidade do País que não preveja a remuneração do operador”.

Até o dia 1º de dezembro, os passageiros que se dirigiam a Campinas ou Vinhedo, e que já tinham pago pela passagem de ônibus para se deslocar dentro de Valinhos, não precisavam pagar um segundo bilhete para ir até Campinas ou Vinhedo. Bastava que eles entrassem pela porta de trás dos veículos da Rápido Luxo Campinas e seguissem viagem. Isso porque, até então, quem operava o transporte dentro de Valinhos era a Rápido Sumaré, uma empresa do grupo RLC; assim, a rede prestava o serviço intermunicipal sem cobrar o adicional.

A partir do dia 1º, quando a Sancetur - Sou Valinhos assumiu o transporte municipal, o grupo Rápido Luxo Campinas parou de prestar o serviço de graça entre as cidades. A Prefeitura de Valinhos sustenta que a responsabilidade pela integração é da EMTU. Por isso, entrou na Justiça. No dia 8, a juíza Bianca Vasconcelos Coatti, da 1ª Vara da Comarca de Valinhos, concedeu liminar pela retomada da reintegração.

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