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Ninguém mais quer saber do Apple iPhone 8, o desinteresse é oficial

De acordo com um estudo realizado pela firma Jefferies, o desinteresse pelo iPhone 8 por parte dos clientes resultou em uma queda de 900 mil ativações de rede pós-paga na AT&T, durante o último trimestre fiscal. Poucos ainda estão indo na onda do compacto modelo da Apple.

Ao invés disso, o analista da firma KeyBanc, John Vinh, diz que os consumidores não conseguem ver diferenças entre o iPhone 7 e o iPhone 8. Desta forma, eles estão comprando a versão de 2016 para não gastar tanto dinheiro. A título de comparação, os dispositivos custam US$ 549 e US$ 699, respectivamente.

Ainda segundo o especialista em mercado, grande parte dos compradores de novos iPhones estão esperando pela chegada do iPhone X, a variante comemorativa dos 10 anos de lançamento do iPhone original, que aconteceu em 2007, quando Steve Jobs ainda era vivo e líder da Apple.

Inclusive, o iPhone X está sendo considerado o smartphone mais interessante feito na história da empresa de Cupertino, marcando a história como o primeiro da linha a contar com uma tela OLED e remover o botão circular na parte frontal, dando uma abertura maior para o display.

Apesar de ter sua estreia marcada para o terceiro dia de novembro, é possível que o iPhone X seja adiado para 2018 — ou pelo menos até o final de 2017. Seja como for, interessados precisam pagar o valor mínimo de US$ 999, ou aproximadamente R$ 3.170, no mesmo estilo de conversão.

O iPhone 7, sumarizando, foi o smart mais vendido na primeira metade de 2017 e ainda tem um bom fôlego por conta da decepção geral com relação ao seu “irmão mais novo”, iPhone 8. Será interessante acompanhar esse mesmo cenário quando o iPhone X enfim chegar às lojas.

 

Após descoberta de golpe no Whatsapp, Caixa Econômica orienta clientes sobre segurança na internet

Segundo empresa de cibersegurança, mais de 350 mil teriam caído na armadilha virtual. É preciso sempre checar a veracidade das informações

Após a descoberta de um golpe disseminado pelo Whatsapp, a Caixa reforçou, nesta segunda-feira (9), que não distribui informações pelo aplicativo de mensagens. De acordo com a instituição, orientações de segurança estão publicadas em seu portal da internet e em suas agências com o objetivo de alertar clientes quanto a golpes, seja por e-mails spam, sites falsos ou por telefone.

Caso você receba mensagens sugerindo prêmio ou pagamentos, verifique antes de clicar no link, pode ser uma tentativa de fraude. A instituição explica ainda que, em casos de dúvidas, os clientes têm a sua disposição os canais de atendimento ao cliente Caixa, como SAC/Ouvidoria, 0800 ou qualquer uma de suas agências.

Falso pagamento de 14º Salário

Mais de 350 mil brasileiros teriam caído em um golpe por WhatsApp que anuncia a liberação de um 14º salário a ser pago pela Caixa Econômica Federal. Esse pagamento não existe. O objetivo dos criminosos é infectar telefones para que eles possam aplicar, mais tarde, golpes financeiros.

A fraude ocorre quando a pessoa recebe um link por WhatsApp que diz que para sacar um suposto 14º salário, é necessário que ela compartilhe o link com dez amigos ou dez grupos de conversa via WhatsApp. No meio desse golpe, o usuário autoriza o envio de notificações para o celular.

Ele funciona assim: o golpe diz que quem já trabalhou com carteira assinada pode conferir se tem o direito a receber, por meio da Caixa Econômica Federal, o equivalente a um salário mínimo. Para fazer a consulta, a vítima precisa acessar um link e responder a algumas perguntas. Ao clicar no link, o telefone é automaticamente infectado.

Cuidado com armadilhas

Segundo a empresa de segurança PSafe, em testes realizados com telefones infectados, algumas horas após o início do golpe, o criminoso envia uma outra armadilha, via notificação direta para o celular das vítimas.

“Para não cair em armadilhas na internet, como em golpe no WhatsApp, é importante que você desconfie de qualquer tipo de promessa exagerada que chega por mensagens, checando sempre se é algo real”, sugeriu a PSafe.

Censura - Emenda à reforma política pode barrar manifesto em redes sociais

 

Parlamentares aprovaram permissão para que candidatos solicitem retirada de conteúdos na internet sem autorização judicial

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que irá procurar o presidente Michel Temer para solicitar que ele analise a possibilidade de fazer um veto parcial ao texto da reforma política que permite que candidatos solicitem diretamente aos provedores (incluindo redes sociais como Facebook e Twitter) a remoção de conteúdo que os candidatos considerem “discurso de ódio, disseminação de informações falsas ou ofensa”. A medida é considerada por diversas entidades uma tentativa de censura.

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) emitiram nota conjunta nesta quinta-feira na qual criticam a emenda à reforma política que permite que candidatos solicitem a remoção de conteúdo considerado “discurso de ódio, disseminação de informações falsas ou ofensa” feito nas redes sociais. O texto das entidades diz que a emenda contraria a Constituição e se trata de censura. A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) também se manifestou, por meio de nota, contra a emenda.

Já a Abraji classificou a proposta aprovada como "grave ameaça ao regime democrático" e que espera o veto do presidente Michel Temer.

"A Abraji considera a aprovação deste dispositivo uma grave ameaça ao regime democrático. Agora, apenas o veto do presidente Michel Temer pode garantir a liberdade de expressão na internet no pleito de 2018", afirma a associação.

ESPECIALISTAS: EMENDA FERE MARCO CIVIL DA INTERNET

A emenda que permite a remoção do conteúdo na internet foi incluída de última hora no projeto de lei que regulamenta o fundo eleitoral e muda regras eleitorais. O projeto foi aprovado na madrugada desta quinta-feira na Câmara dos Deputados e, em votação relâmpago na tarde desta quinta, no Senado. O texto avalizado pelos parlamentares permite que candidatos solicitem diretamente aos provedores de internet(incluindo redes sociais, como Facebook e Twitter) a remoção de conteúdo que os candidatos considerarem impróprio.

O artigo diz que “a denúncia de discurso de ódio, disseminação de informações falsas ou ofensa em desfavor de partido ou candidato, feita pelo usuário de aplicativo ou rede social na internet, por meio do canal disponibilizado para esse fim no próprio provedor, implicará suspensão, em no máximo vinte e quatro horas, da publicação denunciada até que o provedor certifique-se da identificação pessoal do usuário que a publicou, sem fornecimento de qualquer dado do denunciado ao denunciante, salvo por ordem judicial”.

Especialistas em direito digital alertam que o dispositivo aprovado é uma forma de censura prévia que fere a liberdade de expressão preservada no marco civil da internet. O parágrafo 6º do artigo 57-B — aprovado na Câmara e mantido no Senado — pode ser sancionado nesta sexta-feira, junto com o projeto de lei da reforma política que está nas mãos do presidente Michel Temer.

 

Fone de ouvido do Google consegue fazer tradução simultânea

Com o novo fone de ouvido do Google, o Pixel Bud, será possível ter uma conversa em tempo real com alguém que fala outra língua. 

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (4), com uma demonstração de tradução simultânea do inglês para o sueco. 

O celular grava a voz do interlocutor e dá uma tradução imediata no fone de ouvido —o Tradutor do Android já é capaz dessa tecnologia, mas o fone de ouvido garante rapidez à comunicação. 

O Pixel Bud só funciona com o celular próprio do Google, o Pixel, e se conecta diretamente ao Assistente. A ferramenta funciona em 40 línguas, incluindo português, alemão, inglês, japonês, coreano etc. 

Os fones estão disponíveis para pré-venda nos Estados Unidos por US$ 159 (R$ 498). Eles funcionam sem fio e chegam ao Canadá, Reino Unido, Alemanha, Austrália e Cingapura em novembro. 

 

Sucesso do iPhone X deve encher os cofres da... Samsung

A Samsung está muito interessada no sucesso comercial do iPhone X. Pode parecer um contrassenso à primeira vista, mas é fácil entender a razão que leva a sul-coreana a torcer para que as vendas do novo smartphone da Apple decolem. Como a empresa da Coreia do Sul é a única fornecedora dos painéis OLED da Apple, ela engordará as suas receitas com a comercialização do iPhone X.

De acordo com analistas da Counterpoint Techonology e do Wall Street Journal, a Samsung deve levar para os seus cofres cerca de US$ 110 a cada iPhone X vendido. A conta é feita com base na expectativa de 130 milhões de unidades comercializadas no primeiro mês após a estreia do smartphone mais poderoso da Apple.

Adicionadas à conta as subsidiárias da Samsung envolvidas no fornecimento de outras peças para o novo iPhone, como baterias e capacitores, a arrecadação total da empresa com componentes fornecidos para a Apple deve superar em US$ 4 bilhões a receita da empresa em relação às peças usadas no seu próprio Galaxy S8, por exemplo. Em suma, a rivalidade, ao menos do ponto de vista da sul-coreana, é bastante saudável.

“Em reuniões, executivos da Samsung são conhecidos por dizerem aos participantes que usam iPhone: ‘Tudo bem, eles são os nossos melhores clientes’”, relata a reportagem do WSJ. Ainda de acordo com a publicação, a Apple seria comumente referida dentro da rival como “LO”, sigla em inglês para “adorável oponente”, destacando mais uma vez o quanto a Samsung nem se importa tanto com as altas vendas de iPhone — muito pelo contrário.

Polêmico algoritmo lê numa foto se a pessoa é heterossexual ou gay

Um algoritmo controverso, desenvolvido por investigadores da Universidade de Stanford, nos EUA, é capaz de ‘ler’ nas fotografias a orientação sexual da pessoa. Este ‘gaydar’ tem uma fiabilidade de 91 por cento, muito acima dos melhores resultados obtidos por avaliadores humanos.

De acordo com o estudo, cujo resumo foi publicado no Journal of Personality and Social Psychology, o algoritmo analisou mais de 35 mil fotografias de um site de encontros, registando taxas de sucesso de 81 por cento na distinção entre homens hetero e homossexuais e de 74 por cento nas mulheres.

Quando analisou mais de cinco fotografias da mesma pessoa, a taxa de eficiência na deteção da orientação sexual subiu para os 91 por cento, nos homens, e 83 por cento, nas mulheres.

Um júri formado por humanos ficou muito abaixo nesta capacidade de separar hetero e homossexuais: 61 por cento no género masculino e 54 por cento no feminino.

“O rosto contém muita informação sobre a orientação sexual que é passível de ser assimilada e interpretada pelo cérebro humano”, destacaram os autores, Michal Kosinski e Yilun Wang.

É preciso é treinar o olhar. Este ‘gaydar’ (neologismo dos norte-americanos para ‘radar de gays’) foi programado para basear a análise em características subtis da cara humana. Homens e mulheres homossexuais tendem a apresentar pormenores “pouco típicos para o género”, patentes no “cuidado com o estilo” que aplicam na forma como tratam partes do rosto.

Mas há também características físicas a separar os homo dos heterossexuais, concluiu o novo algoritmo. Os homossexuais tendem a ter maxilares mais finos, narizes mais compridos e testas mais altas do que os heterossexuais.

Nas mulheres, as lésbicas tendem a ter maxilares mais grossos e testas mais baixas.

Nas conclusões, os autores referem que o estudo “dá um forte sustento” à teoria de que a orientação sexual pode ser influenciada por hormonas antes do nascimento: ou seja, ser gay não é uma escolha, já se nasce assim.

A comunidade científica caiu em cima dos investigadores por não terem usado fotografias de negros e por não considerarem outras orientações sexuais, como transgénero e bissexual.

Os ativistas pelos direitos LGBT também não perdoam este novo algoritmo, considerando que é uma violação da intimidade da pessoa (as fotografias foram retiradas de um site público, pelo que os membros não assinaram qualquer consentimento) e que pode ser usado contra as ambições da comunidade LGBT.

WhatsApp libera mensagens coloridas e mais funções

O WatsApp é a rede social mais usada no Brasil e está sempre recebendo novos recursos. No mês de agosto, os destaques do aplicativo foram as dicas exclusivas do app para celulares Android e iPhone (iOS) e a nova publicação de texto com fundo colorido no status. Até mesmo uma corrente falsa que promete recuperar fotos do aposentado Orkut aparece na lista.

Além disso, um app para escrever de forma invisível (sem o indicador de online) no bate-papo com amigos fez sucesso. O mensageiro também oferece a possibilidade de criar uma conversa sem precisar salvar o número no celular. Para completar, no último dia do mês, o WhatsApp sofreu uma instabilidade no mundo todo e diversos usuários ficaram sem conseguir enviar mensagens. Confira todos os destaques do aplicativo no mês de agosto e fique por dentro das novidades.

1. Recursos do WhatsApp exclusivos da versão para iPhone

O WhatsApp para iPhone (iOS) apresenta recursos exclusivos. Nesta versão, é possível aplicar filtros nas imagens, melhorar fotos noturnas e até gerenciar de forma rápida todas as mídias de um grupo no mensageiro. Para aproveitar as vantagens do 3D Touch, o app oferece atalhos inteligentes que permitem compartilhar itens, ver mensagens marcadas, acessar a câmera, abrir nova conversa ou fazer uma busca no app. Para completar, a integração com a assistente Siri permite ler e responder mensagens pelo iPhone sem tocar na tela.

2. WhatsApp fora do ar

No último dia do mês de agosto, o WhatsApp passou por uma instabilidade e ficou fora do ar para diversas pessoas no mundo todo. Os usuários começaram a perceber problemas no envio e recebimento de mensagens no início da tarde e relataram as falhas no Twitter. Além disso, ferramentas que monitoram o funcionamento de sites indicavam falhas no aplicativo. A empresa não informou o motivo da queda, mas não demorou para corrigir a instabilidade.

3. Publicar texto no WhatsApp Status

A atualização de destaque em agosto está na publicação de textos com fundo colorido no status do WhatsApp. A função está disponível para smartphones Android e iPhone (iOS) e o usuário não precisa ter uma foto específica para fazer o post instantâneo. Basta selecionar a cor de fundo, adicionar um texto personalizado e publicar para seus amigos no mensageiro. Ainda é possível ajustar a fonte (estilo da letra) e adicionar emojis divertidos. Para acessar o recurso, é necessário ter a versão mais recente do WhatsApp.

4. Contas verificadas para empresas

O WhatsApp está começando a implementar as contas verificadas para empresas. A ação, que já acontece no Facebook e Instagram, mostra um selo de que o perfil é original da companhia. Nessas conversas, não será possível apagar o histórico de mensagens, para garantir a segurança em ambas partes, e o usuário poderá bloquear contatos comerciais no app. O selo verde ainda não está disponível na versão beta do app para os estabelecimentos. Por enquanto, resta aguardar a liberação total da novidade.

5. Formatação de texto no WhatsApp para iPhone

A atualização do WhatsApp para iPhone para a versão 2.17.51 permite que o usuário escreva textos em negrito, itálico e riscado de forma mais fácil. A personalização, que serve para destacar e estilizar os recados no bate-papo, agora pode ser feita sem ter que adicionar a palavra entre códigos. O processo é bem simples: basta selecionar o conteúdo e aplicar as mudanças que preferir, selecionando no menu flutuante na tela. É possível alterar apenas trechos do texto ou o conteúdo completo, de forma semelhante ao Android.

6. Recursos do WhatsApp exclusivos para Android

O WhatsApp para Android também oferece recursos exclusivos para os usuários. É possível gravar áudios sem precisar ficar pressionando o botão de microfone do app, até mesmo em segundo plano. Além disso, você pode usar a tecla enter do teclado para enviar mensagens, de forma rápida, e até alterar a cor da luz LED das notificações e tamanho da fonte do texto no smartphone.

7. Escrever de modo invisível no WhatsApp

Um truque permite enviar textos de modo invisível no WhatsApp pelo celular. O Flychat, aplicativo gratuito para Android, cria um atalho flutuante com as conversas do mensageiro, para acesso rápido, como se fosse o Messenger. O destaque, no entanto, está na sua capacidade de "burlar" o indicador de online na conversa. Dessa forma, nenhum amigo curioso vai saber quando você visualizar ou estiver digitando um novo recado.

8. Corrente falsa no WhatsApp promete recuperar fotos do Orkut

Uma notícia para deixar os usuários em alerta também surgiu no mês de agosto. Uma corrente falsa enviada por mensagens do WhatsApp promete recuperar fotos do Orkut, rede social que teve o conteúdo completamente apagado pelo Google em 2016. O recado malicioso dizia que havia sido liberado o perfil na antiga rede, mas na verdade se tratava de um golpe. A ação, detectada pelo Kaspersky Lab no Brasil, tem como intuito a instalação de apps e fazer assinaturas de serviços SMS indevidamente. Vale ficar de olho nos recados.

9. Criar conversas no WhatsApp sem adicionar número aos contatos

Outra função curiosa e prática é a criação de uma conversa via WhatsApp sem precisar salvar o número nos contatos do celular. O truque funciona por meio do app gratuito e em português MySelf on WhatsApp ou pelo site no navegador do smartphone. Basta adicionar o número da pessoa que deseja criar a conversa e pressionar um botão na tela. A ação é direcionada para o app oficial do WhatsApp, no qual é possível continuar o bate-papo. Esse recurso também pode ser utilizado para criar uma conversa com seu próprio celular, ideal para guardar notas e compartilhar itens pessoais para acesso rápido via mensageiro.

10. Dicas para organizar as conversas no WhatsApp

Outro destaque do mês de agosto foi as dicas para organizar conversas do WhatsApp no celular. Pelo aplicativo, é possível fixar um bate-papo importante no topo da lista, para não perder tempo rolando a tela entre vários contatos. Além disso, o usuário pode criar atalhos das conversas para abrir rapidamente na tela inicial do celular. Para completar, o mensageiro permite fazer uma busca rápida por nomes de amigos e até utilizando palavras-chave nas conversas.

11. WhatsApp é a rede social mais usada no Brasil

Sabia que o WhatsApp é a rede social mais utilizada no Brasil? Essa notícia ganhou destaque em agosto no levantamento exclusivo do grupo Ibope em território nacional. O mensageiro está em 91% dos smartphones, deixando para trás até o popular Facebook, que surge em segundo lugar. Para completar a lista estão o Instagram (3º), Messenger (4º) e Twitter (5º). Vale destacar que todas as quatro colocações principais fazem parte do portfólio de Mark Zuckerberg.

12. Envio de gravações do iPhone pelo WhatsApp

Para finalizar a lista, o WhatsApp para iPhone permite enviar gravações para um contato usando um recurso nativo no smartphone. Dessa forma, o usuário pode enviar gravações de voz que já estão salvas no iPhone para seus chats. O destaque é que não é necessário baixar apps extras, nem ficar pressionando o botão de gravação do WhatsApp. Basta abrir o Gravador do iPhone e compartilhar o novo áudio. O conteúdo poderá ser ouvido na íntegra via bate-papo.

 

WhatsApp fica fora ar com instabilidades nesta quinta-feira (31)

Após reclamações de usuários, empresa confirma queda no aplicativo

WhatsApp apresenta instabilidade na tarde desta quinta-feira (31). O aplicativo não está funcionando corretamente e alguns usuários relatam dificuldades para enviar e receber mensagens. O problema acontece em celulares Android, iPhone (iOS) e na versão web do mensageiro. Ao que parece, a falha afeta usuários no mundo todo, inclusive no Brasil. No entanto, a maior parte de reclamações na Internet vem de moradores do continente europeu, conforme mostra o site Outage Report.

A assessoria do WhatsApp confirmou que o mensageiro passa por uma instabilidade, mas que o problema não é geral e deve ser solucionado em breve. A nota enviada pela empresa é curta e não apresenta detalhes: "nós estamos cientes da questão e estamos trabalhando para resolvê-la".

O aumento de notificações de pessoas com dificuldade para usar o WhatsApp começou por volta de 12:14, no horário de Brasília, segundo o site Down Detector, que mapeia o funcionamento de serviços online. De acordo com a ferramenta, os problemas mais relatados por usuários estavam relacionados ao acesso, envio de mensagens e a uma falha geral no aplicativo.

Nesse mesmo horário, usuários começaram a reclamar no Twitter de que o mensageiro estaria fora do ar. A queda no aplicativo chegou, inclusive, aos Trend Topics do microblog. Além disso, o Google Trends também registrou um aumento na busca pelo termo "WhatsApp fora do ar".

Aplicativos alternativos ao WhatsApp

Os usuários com problemas no WhatsApp que desejarem outras alternativas para se comunicar com os amigos podem utilizar o Telegram, principal concorrente do mensageiro. O app rival tem recursos como envio de fotos e vídeos que se autodestroem e edição de recados já enviados. Outras opções para troca de mensagens são o Facebook Messenger e o Viber. Para quem se preocupa com privacidade, o brasileiro ZapZap, o Signal e o ChatSecure podem sem alternativas.

Implantes de chips em funcionários de empresas serão realidade no Brasil

No mês passado, uma empresa causou polêmica nos Estados Unidos ao anunciar que iria implantar chips no corpo de funcionários, como uma investida tecnológica para substituir os antigos crachás, além de chaves e senhas. Hoje, 61 dos 80 funcionários da empresa já têm chips implantados em seus corpos. Agora, a empresa que forneceu os chips pretende começar a fazer o mesmo em companhias aqui no Brasil.

Do tamanho de um grão de arroz, esse chip fica localizado entre os dedos polegar e indicador, e funciona como um código de barras para que leitores digitais o identifiquem, sabendo rapidamente o nome e área de atuação do trabalhador, além de dados de cartões de crédito para que eles consigam comprar itens na cantina da empresa.

Todd Westby, CEO da fabricante dos chips, Three Square Market, explicou que a adesão à instalação dos chips foi totalmente voluntária. “A moral da história é que somos uma empresa de tecnologia e os funcionários naturalmente se interessam pelo que é novo”, declarou. Westby acredita que sua iniciativa gerará uma “revolução como foi a do iPhone”, mas a tecnologia vem sendo criticada por fornecer ao empregador possibilidades de se monitorar os passos que o funcionário dá inclusive nos momentos de descanso, além de monitorar seu trajeto entre a casa e o trabalho e descobrir seus hábitos de consumo.

O CEO explica, contudo, que para esse tipo de monitoramento ser possível, o chip precisaria ser equipado com um GPS, coisa que não foi feita. No entanto, “nós já desenvolvemos toda a tecnologia de um GPS alimentado pela energia do corpo”, revelou Westby.

Planos para o Brasil

"Dois hospitais brasileiros já nos procuraram querendo experimentar a tecnologia", disse o executivo à BBC Brasil. Ele contou que médicos brasileiros estão particularmente interessados em fazer testes com o chip em pacientes com doenças degenerativas, já que o chip consegue armazenar dados que revelam o histórico do paciente, como registros de medicamentos e tratamentos realizados. "O Brasil será nosso próximo mercado. Sei que vocês também têm uma demanda muito grande no sistema penal", disse.

Contudo, uma proposta em andamento na Justiça brasileira impede que esse tipo de chip seja instalado em pessoas sem a devida autorização do indivíduo. Sendo assim, é possível que a chegada dos chips da Three Square Market por aqui causem uma polêmica ainda maior do que aconteceu nos EUA.

Privacidade em xeque

Além da questão do GPS no chip, que forneceria ao padrão informações privadas do funcionário, há também a questão da invasão. Esses chips poderiam ser invadidos por hackers? "A tecnologia que estamos usando é passiva. Não tem GPS, portanto o hackeamento é impossível", responde o empresário, mas, caso haja o GPS, isso pode mudar. E, justamente por isso, o CEO garante que "até que tenhamos a tecnologia 100% segura, ela não será lançada".

Um outro uso para esse tipo de chip seria pelo sistema penal brasileiro. Westby acredita que a tecnologia possa substituir documentos e até tornozeleiras eletrônicas. "As tornozeleiras eletrônicas existem para monitorar pessoas condenadas, mas são caras e têm logística difícil. O chip resolveria isso", explica.

Fonte: BBC

Novo golpe da volta do Orkut se propaga no WhatsApp

Site de relacionamentos foi encerrado em 2013 e seu criador já tem até outra rede social

O Orkut foi encerrado em 30 de setembro de 2014 e não tem data para voltar à ativa. Seu fundador tem até uma nova rede social chamada Hello e não faz mais parte do Google, onde colocou o seu site de relacionamento no ar. No entanto, um novo golpe promete a volta do Orku, que visa roubar seus dados e créditos de celular, se propaga no WhatsApp nos últimos dias.

A promessa da corrente é que você poderia acessar o Orkut antigo. Com esse apelo, a mensagem chegou a 500 mil pessoas, de acordo com dados da empresa de segurança digital PSafe.

Ao clicar no link compartilhado no WhatsApp, você é levado a uma página para responder perguntas simples, como você tinha conta no Orkut? Após isso, você é induzido a compartilhar a “novidade” com 10 contatos.

No fim das contas, o golpe dá as caras quando o internauta é direcionado a páginas com serviço pago de SMS para roubar créditos (ou aumentar a conta do seu plano pós-pago), oferta de download de apps falsos para Android e um formulário para roubar dados pessoais.

 

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