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Garota de programa atira na cabeça de cliente insatisfeita com sexo oral

Uma garota de programa atirou duas vezes na cabeça de um cliente após ficar insatisfeita com a qualidade do sexo oral feito por ele.

O crime ocorreu em North Everett (estado de Washington, EUA). Marissa Wallen, de 21 anos, fazia programa na casa do homem, de 36 anos, quando perdeu o controle e atirou no cliente, segundo documentos oficiais obtidos pela emissora KIRO 7.

Em delegacia, Marissa declarou ter ficado constrangida com a técnica do cliente e "sem saber como dizer isso a ele". E, então, a prostituta decidiu se livrar dele de uma forma radical.

O cliente foi encontrado insconsciente três dias depois, sendo levado a um hospital da região. Exame de imagem mostrou duas balas na cabeça da vítima. O estado do paciente é grave.

Depois do ataque, Marissa gastou US$ 10 mil usando o cartão de crédito da vítima. Ela foi presa na terça-feira (7/11). Sua fiança foi estipulada em US$ 1 milhão.

Polícia encontra nove corpos desmembrados em apartamento de Tóquio; homem foi preso

A polícia japonesa encontrou nove corpos, dois deles decapitados, em um apartamento no subúrbio sul de Tóquio. Os agentes detiveram Takahiro Shiraishi, 27 anos, em um apartamento situado em Zama, no sul da capital. Os policiais realizavam buscas por uma mulher desaparecida quando encontraram as duas cabeças em um contêiner na parte de fora da residência do suspeito.

Com a descoberta, os policiais vistoriaram o apartamento e encontraram mais sete corpos. Segundo a polícia, as vítimas eram oito mulheres e um homem e estavam em diferentes estados de decomposição.

De acordo com o canal estatal NHK, Shiraishi afirmou à polícia: "Eu os matei e fiz algumas coisas com os corpos para ocultar as provas". Ele confessou o crime e explicou que guardava os cadáveres congelados no apartamento.

A agência Jiji Press informou que Shiraishi declarou à polícia que cortou os corpos no banheiro. Em seu quarto, os agentes encontraram uma serra.

Polícia investiga suposto 'pacto'

A polícia investigava o desaparecimento de uma mulher de 23 anos, sumida há dez dias, e descobriu um vínculo entre ela e Shiraishi. O vizinho do suspeito relatou que sentia odores estranhos vindos do apartamento. O acusado havia se mudado para o local em agosto e encontrado a jovem pela internet. A mídia japonesa reporta que ela havia publicado nas redes sociais que queria se suicidar, mas tinha medo de fazê-lo sozinha.

Câmeras de segurança os flagraram juntos na segunda-feira, em estação de trem de Tóquio, mas ainda é preciso confirmar com exames se o corpo da mulher é um dos nove. A mídia internacional ressalta que a polícia japonesa investiga se o homem é um serial killer e se houve um "pacto" entre ele e a desaparecida.

 

Apresentadora de televisão anuncia candidatura à presidência da Rússia

 

Jornalista participou ativamente de protestos em 2012 para denunciar fraudes nas eleições presidenciais realizadas há 5 anos.

A jornalista, atriz e apresentadora de televisão Ksenia Sobchak anunciou em uma carta publicada nesta quarta-feira (18) no jornal "Vedomosti" que será candidata à presidência da Rússia nas eleições de março de 2018

"Tenho uma atitude responsável para as ações no âmbito público e, ciente dos riscos e da grande complexidade da tarefa, decidi que a minha participação nas eleições pode ser um passo para as mudanças que o país tanto precisa", escreveu Sobchak.

Filha do já falecido Anatoli Sobchak, que foi prefeito de São Petersburgo e reconhecido por Vladimir Putin como seu mentor, a apresentadora, de 35 anos, participou ativamente nos protestos organizados em 2012 pela oposição para denunciar fraudes nas eleições presidenciais realizadas há cinco anos.

"Nos cinco anos transcorridos desde a onda de protestos de 2012, minhas ideias políticas têm se consolidado e estou disposta a declará-las e defendê-las no mais alto nível", indicou.

Apesar das tentativas dos burocratas de comprometê-la, dos ataques de parte de seus "amigos liberais" e das especulações de "cientistas políticos de divã", Sobchak disse que sua candidatura "pode e deve ser útil tanto para a oposição como para a sociedade".

A jornalista afirma que as eleições de março não oferecem as melhores opções para os russos, já que os candidatos são os de sempre e que algumas pessoas que poderiam promover mudanças não poderão disputar o pleito.

Era uma referência indireta ao líder opositor Alexei Navalny, inabilitado para apresentar sua candidatura por ter antecedentes penais.

"Os cidadãos podem e devem manifestar seu desacordo com o poder, que quer se manter com a destruição da educação e da saúde, com a monstruosa corrupção e com a propaganda que impregna desde a zona rural até o Kremlin. Com a guerra e o isolamento internacional", escreveu a jornalista na carta.

Padrasto tortura por meses e mata enteado de 8 anos por "pensar que fosse gay"

De acordo com o promotor do caso, o garoto foi espancado e obrigado a ingerir suas próprias fezes; os episódios de tortura duraram oito meses

Isauro Aguirre, de 32 anos, foi acusado de conspirar com sua namorada para torturar e matar o filho dela, de apenas oito anos de idade. De acordo com o procurador responsável pelo caso, os crimes aconteceram porque Aguirre acreditava que o menino fosse gay. Agora, o homem pode ser condenado à pena de morte.

O assassinato aconteceu em meados de 2013, entretanto, o julgamento do caso começou apenas na última segunda-feira (16), na corte de Los Angeles, na Califórnia. O americano é acusado de atacar Gabriel Fernandez com spray de pimenta, obrigá-lo a ingerir as próprias fezes e depois vomitá-las, queimar a pele do garoto com bitucas de cigarro, agredi-lo com um taco e matá-lo com a "permissão" da mãe do menino. Tudo baseado na crença de que o garoto era  gay .

Logo após a morte de Gabriel, o casal ligou para a polícia e reportou o caso como suicídio. Os dois alegaram que a criança "gostava de bater em si mesmo, era homossexual e queria acabar com a própria vida". Entretanto, as evidências encontradas descartaram essa possibilidade e os dois foram presos.

O julgamento

Agora, Aguirre está sendo representado pelo advogado John Allan, que, diante das acusações, argumentou que o cliente “estava com problemas para lidar com uma situação muito estressante e caótica” durante o período dos ataques. A defesa do réu declarou que o homem admite o assassinato, porém, nega qualquer episódio de tortura .

Entretanto, o paramédico James Cermak, que trabalha no Corpo de Bombeiros do Condado de Los Angeles, afirmou que o corpo de Gabriel estava extremamente machucado quando foi encontrado, já falecido, no apartamento do casal.

Pearl Fernandez, mãe do garoto, também enfrenta acusações no caso de homicídio, mas será julgada em outra sessão. Além disso, quatro assistentes sociais são investigados por causa da morte de Gabriel, assassinado em mais um caso de homofobia após sua mãe e padrasto cometerem o crime por desconfiarem que fosse gay. 

 

 

Revista porno oferece 8,5 milhões de euros para destituir Trump

Foi numa página completa da edição de domingo do jornal “The Washington Post”, que Larry Flynt lançou o desafio ao povo dos Estados Unidos. O dono da revista pornográfica “Hustler” propôs pagar a quantia de 8,5 milhões de euros (10 milhões de dólares) a quem fornecesse informações comprometedoras e que levem à destituição de Donald Trump.

Larry Flynt quer tirar Trump do Governo norte-americano, pois considera no anúncio que o presidente dos EUA se tem mostrado “perigoso depois de nove meses tumultuosos” de governação. E diz que pior do que se falar em destituição, é ter este presidente por mais três anos.

Recorde-se que durante a campanha presidencial, Larry Flynt já tinha oferecido 1 milhão de dólares (850 mil euros) a quem fornecesse vídeos ou até sons que pudessem comprometer o candidato a presidente dos EUA e provar algum tipo de comportamento ilegal ou inapropriado.

“Não espero que os amigos multimilionários de Trump o denunciem, mas acredito que há muita gente que sabe coisas a seu respeito e a quem US$ 10 milhões parecerá muito dinheiro”, explica o dono da revista no anúncio.

Larry garante que pretende “pagar toda a quantia” da recompensa oferecida e garante que já recorreu ao mesmo método para derrotar alguns republicanos. “Diante a crise atual, aumentei a recompensa para US$ 10 milhões”.

O dono da “Hustler” põe em causa a legitimidade da vitória do presidente norte-americano e mais preocupante do que isso, sublinha no anúncio, é que teme que Trump desencadeie “uma guerra mundial nuclear”.

 

Catalunha pode declarar independência nesta terça

Nesta terça-feira (9) às 13h (horário de Brasília) ocorre a sessão no Parlamento da Catalunha em que é esperado que o presidente desta região autônoma, Carles Puigdemont, possa declarar unilateralmente a independência em relação à Espanha.

A Catalunha realizou um referendo pela independência no dia 1º de outubro, que teve comparecimento de apenas 43%, dos quais 90% afirmaram que querem a separação do país e a formação de uma república. A votação do referendo foi considerada ilegal pelo governo de Madri desde o primeiro momento em que a região anunciou sua intenção.

A consulta foi marcada pela violência policial, quando as forças de segurança enviadas por Madri tentaram evitar sua realização em cem diferentes seções eleitorais.

Da decisão de Puigdemont depende o destino de 16% da população espanhola que vive nessa região do nordeste da Espanha, grande como a Bélgica e que contribui com 19% do PIB do país. A União Europeia já alertou que, em caso de separação, o território ficaria fora do bloco.

No último fim de semana, milhares de espanhóis foram às ruas e pediram que Puigdemont voltasse atrás. Na segunda, a prefeita de Barcelona, que é a capital da Catalunha, também pediu que ele não declarasse a independência porque "a coesão social" pode estar em risco.

"Se a independência for declarada unilateralmente, o governo não ficará sem resposta", insistiu nesta segunda a vice-presidente do governo espanhol, Soraya Saenz de Santamaria.

O que dizem as leis

As autoridades espanholas argumentam que a separação não é legal porque a Constituição do país declara que o país é indivisível. Além disso, a Constituição também estabelece que só o rei pode convocar um plebiscito, depois de ser proposto pelo chefe do governo, com autorização do Congresso.

O governo espanhol ainda considera que Puigdemont e outras autoridades catalãs que incentivam a independência cometem o delito de rebeldia.

Puigdemont, por sua vez, defende que a declaração de independência está prevista na lei do referendo, aprovada no Parlamento regional, e que seu governo vai adotar “o que diz a lei”. A lei foi aprovada em setembro, um ano depois de os partidos separatistas conquistarem a maioria absoluta dos assentos no Parlamento.

A lei catalã que determinou a realização do referendo diz que o Parlamento da Catalunha deve declarar a independência da região após uma proclamação de vitória do "sim" pela comissão eleitoral da Catalunha.

Puigdemont chegou a pedir uma mediação para a crise, mas o governo central tem afirmado que não haverá diálogo até que se desista da ideia.

O que pode acontecer

Diante do risco de separação da região, que é uma das mais ricas do país, o chefe do governo espanhol, Mariano Rajoy, diz que fará o que for possível para impedir a independência da região e preservar a unidade nacional.

De acordo com o jornal espanhol “El País”, o governo em Madri está estudando algumas opções legais:

- Ativar o artigo 155 da Constituição, que pode suspender a autonomia da região.

Para ativar este artigo, que diz que o governo pode adotar medidas para obrigar as regiões autônomas a seguir suas instruções, o governo precisa da aprovação do Congresso espanhol. Mas isso não deve ser um empecilho, já que o partido PP, de Rajoy, tem a maioria absoluta. No entanto, essa medida nunca foi tomada e há dúvidas sobre se pode ser efetivo.

De acordo com a agência France Presse, se Carles Puigdemont avançar em sua determinação, uma suspensão da autonomia da Catalunha por parte do Estado poderia, por sua vez, levar a um conflito na região.

- Decretar situação de interesse para a segurança nacional.

Neste caso, o governo poderá nomear uma autoridade para “dirigir e coordenar” a situação. Fontes ouvidas pelo “El País” dizem que a medida foi feita para situações de catástrofes e atentados e que, por isso, não está claro como seria nesta questão.

- Decretar estado de alarme, sítio ou exceção.

A aplicação do estado de alarme possibilita que os funcionários e a polícia da região autônoma passem a depender do governo central. No entanto, tampouco há certeza sobre sua aplicação para a crise na Catalunha.

O estado de sítio, que precisa de aprovação de maioria simples no Congresso, suspende os direitos fundamentais e permite, entre outras medidas, detenções administrativas e proibição de protestos.

Por último, o estado de exceção precisa da aprovação de uma maioria absoluta e permitiria a suspensão dos direitos de presos e a autoridade civil do governo seria substituída por uma militar.

Caso Odebrecht provoca a prisão preventiva do vice-presidente do Equador

O vice-presidente equatoriano Jorge Glas, investigado por envolvimento no escândalo de corrupção da Odebrecht, está em prisão preventiva desde segunda-feira.

A medida aprofunda ainda mais a luta de poderes entre o presidente Lenín Moreno e seu antecessor Rafael Correa (2007-2017), grande aliado de Glas.

Em uma audiência da Corte de Justiça de Quito, o juiz Miguel Jurado também embargou os bens e bloqueou as contas bancárias de Glas.

"Acato - sob protesto - este infame atropelo contra mim, mas tenho fé que a justiça finalmente será imposta e provarei minha inocência", reagiu Glas no Twitter de sua casa em Guayaquil.

O vice-presidente, de 48 anos, afirmou que a decisão foi adotada "sem provas e com indícios forjados", e revelou que recorrerá "a instâncias nacionais e internacionais" para se defender.

Glas foi transportado em um avião militar para Quito, onde foi levado para uma prisão da zona norte da cidade.

A Procuradoria encerrou no domingo a fase de instrução do caso de corrupção envolvendo a Odebrecht e funcionários equatorianos, incluindo Ricardo Rivera, tio de Glas.

O procurador-geral, Carlos Baca, havia solicitado a prisão de Glas "em vista dos novos elementos de convicção na investigação por associação ilícita".

O juiz decretou ainda a prisão preventiva de Rivera, que cumpria detenção domiciliar, diante do "potencial risco de fuga".

Glas, afastado de suas funções pelo presidente Lenín Moreno, em meio à profunda divisão entre os governistas, teria recebido do ex-diretor da Odebrecht no Equador José Conceição Filho 16 milhões de dólares em propina em troca de contratos de obras com o governo equatoriano.

Acusado pela oposição de estar envolvido em outros casos de corrupção, Glas foi responsável desde 2007 por setores estratégicos do Equador e a partir de 2013 se tornou vice-presidente.

O processo de Glas no caso Odebrecht se mistura no Equador com a luta de poder no governo, entre os partidários de Lenín Moreno e de seu antecessor, Rafael Correa.

O atual presidente é acusado por Correa, que mora atualmente com sua família na Bélgica, e Glas - antigos aliados - de se unir à oposição de direita para acabar com a chamada "revolução cidadã".

Nesta segunda-feira, dezenas de partidários e opositores a Glas se concentraram diante da Corte de Quito a espera da decisão do juiz.

Segundo o departamento de Justiça dos Estados Unidos, a Odebrecht pagou 33,5 milhões de dólares a funcionários públicos no Equador entre 2007 e 2016 para obter contratos de obras públicas no país.

As investigações em curso no Equador já provocaram a prisão de mais de dez pessoas, incluindo Rivera e o ex-ministro de Eletricidade Alecksey Mosquera, aliado de Glas.

- Fim da reeleição ilimitada -

Lenín Moreno propôs na segunda-feira acabar com a reeleição ilimitada para a presidência do país, com um referendo que também vai sugerir a inabilitação permanente de todos os políticos e funcionários condenados por corrupção.

"A terceira pergunta da consulta será sobre o fim da reeleição ilimitada", anunciou o presidente, sem precisar a data do referendo.

A reeleição ilimitada para a presidência foi aprovada por Rafael Correa, antecessor de Moreno e com quem o atual presidente trava uma luta de poder.

Em 2015, o Congresso controlado por Correa aprovou emendas constitucionais autorizando a reeleição ilimitada a partir de 2021.

Correa também foi o promotor da Constituição vigente desde 2008, que estabeleceu a reeleição presidencial, por apenas uma vez, consecutiva ou não.

Moreno, que já apresentou à Corte Constitucional as sete perguntas do referendo, declarou que seu objetivo é "suprimir, pelo resto da vida, os direitos políticos de servidores públicos declarados culpados de corrupção".

"Que nunca mais voltem a ser funcionários ou candidatos! O mesmo com as empresas corruptas e corruptoras: que jamais voltem a trabalhar para o Estado. Nos dois casos também proporemos que os bens e propriedades destas pessoas ou empresas sejam arrestados para indenizar o que o Estado perdeu com a corrupção".

Outra pergunta propõe a demissão dos membros do Conselho de Participação Cidadã, órgão criado por Correa para nomear as autoridades de controle e eleitorais.

Os demais temas também desmontam o legado de Correa, como a lei que impõe impostos sobre transações imobiliárias, a redução da área de exploração de petróleo na reserva amazônica protegida do Yasuní e a restrição da mineração em áreas protegidas.

A Corte Constitucional deverá se pronunciar sobre a viabilidade das propostas de Moreno até o final de outubro.

 

Maduro pede que militares 'lubrifiquem' fuzis contra os EUA

'Estamos sendo ameaçados descaradamente pelo império mais criminoso que já existiu e temos a obrigação de nos preparar para garantir a paz', disse presidente venezuelano durante cerimônia em base aérea em Maracay.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, apelou nesta terça-feira (26) às Forças Armadas para que "lubrifiquem" os fuzis diante das ameaças de seu homólogo americano, Donald Trump.

"Estamos sendo ameaçados descaradamente pelo império mais criminoso que já existiu e temos a obrigação de nos preparar para garantir a paz", disse Maduro durante uma cerimônia na base aérea Libertador, na cidade de Maracay (norte).

Dois dias após Trump incluir a Venezuela na lista de países com restrições para viagens aos Estados Unidos, Maduro destacou que para obter a "prosperidade" é necessário "ter os fuzis, os mísseis e os tanques bem lubrificados, preparados (...) para defender cada palmo do território" venezuelano.

Trump já proibiu administrar nova dívida emitida pelo governo venezuelano e a estatal de petróleo PDVSA, e impôs sanções financeiras a Maduro e a cerca de 20 funcionários e ex-colaboradores.

Em agosto passado, Trump não descartou o uso da força para pressionar Caracas a restabelecer a democracia.

"O futuro da humanidade não pode ser o mundo das sanções ilegais, da perseguição econômica", assinalou Maduro, vestido com uma camisa verde oliva e uma boina militar.

O líder venezuelano pediu às Forças Armadas "máxima lealdade", enquanto centenas de soldados realizavam manobras terrestres e aéreas, incluindo um desembarque de tropas e combates corpo a corpo.

Aviões de fabricação russa sobrevoaram a base durante a cerimônia, na qual também desfilaram tanques, veículos blindados e mísseis.

"A Venezuela conta hoje com o sistema de mísseis mais moderno que as Forças Armadas já possuíram em sua história", destacou Maduro, em claro desafio a Trump, que chama o líder chavista de "ditador".

China bloqueia WhatsApp antes de congresso do Partido Comunista

Os usuários do popular aplicativo WhatsApp na China sofreram problemas de acesso nos últimos dias, no que parece ser uma nova medida para aumentar a censura, antes da realização do congresso do Partido Comunista. As informações são da EFE.

Desde a semana passada, os servidores do WhatsApp na China detectaram bloqueios intermitentes no aplicativo e nos últimos dois dias o bloqueio pareça permanente, segundo pôde comprovar a agência EFE.

O WhatsApp, que criptografa suas mensagens e dificulta a monitoração por terceiros, é utilizado por dissidentes e ativistas para evitar os aplicativos chineses que passam informação ao regime e compartilham informação de maneira segura.

A suspeita é de que o endurecimento da censura acontece por conta da proximidade do XIX Congresso do Partido Comunista, que começa no próximo dia 18 de outubro, quando há a expectativa de mudança na cúpula do regime, mesmo que o presidente Xi Jinping siga no comando.

Em julho, os usuários do aplicativo já tiveram problemas na hora de enviar fotos e vídeos aos seus contatos, que alguns meios de comunicação locais atribuíram a uma estratégia do governo para prejudicar a WhatsApp, favorecendo seu rival local, o aplicativo WeChat, que colabora com a censura do país apagando mensagens ou contas inteiras com material politico considerado "sensível".

A Administração do Ciberespaço da China anunciou diferentes normas para endurecer o controle na internet e, a partir do próximo mês, vai verificar as identidades reais de usuários, além de aumentar o controle sobre o conteúdo de comentários postados em redes sociais.

Apuração confirma vitória de Merkel nas eleições gerais na Alemanha

A apuração final dos votos das eleições gerais na Alemanha confirmou nesta segunda-feira (25) a vitória do bloco conservador liderado pela chanceler, Angela Merkel, e a estreia da ultradireitista Alternativa para a Alemanha (AfD) no Parlamento como terceira força. Com informações da EFE.

Segundo os dados divulgados pelo Escritório Eleitoral Federal, a União Democrata-Cristã (CDU) de Merkel e sua irmanada União Social-Cristã da Baviera (CSU) ficaram com 33% dos votos, uma queda de 8,5 pontos em relação há quatro anos e o seu segundo pior resultado depois dos 31% de 1949.

O Partido Social democrata (SPD), liderado por Martin Schulz, caiu para 20,5%, mais de cinco pontos abaixo das eleições gerais anteriores e o pior resultado da história da legenda.

A AfD, que nas eleições de 2013 ficou fora do Bundestag (equivalente à Câmara dos Deputados) ao não conseguir, por alguns décimos, o mínimo necessário de 5% dos votos, neste domingo conquistou 12,6%.

O Partido Liberal (FDP), legenda tradicionalmente que pende a balança na Alemanha e que há quatro anos também não conseguiu o mínimo para entrar no Legislativo, retorna à Câmara com o apoio de 10,7%.

A Esquerda obteve 9,2% dos votos, seis décimos mais que em 2013, enquanto o Partido Verde ficou com 8,9%, meio ponto a mais que nas eleições anteriores.

De acordo com a lei eleitoral, após serem apurados todos os primeiros votos (diretos para um candidato) e os segundos (listas de partidos) o Parlamento será ampliado das 631 cadeiras da última legislatura para 709, o maior número até o momento.

Um governo com maioria parlamentar exigiria a reedição da grande coalizão entre conservadores e social-democratas que Merkel liderou na última legislatura, mas que Schulz rejeitou ontem à noite; ou a formação de uma tripartite entre os partidários da chanceler, os liberais e os verdes.

Trata-se de uma aliança inédita em nível federal e as negociações serão difíceis devido às diferenças nos programas dos dois partidos minoritários, mas Merkel acredita contar com um governo antes do Natal.

A participação dos alemães nestas eleiçoes gerais, segundo os dados do Escritório eleitoral federal, ficou em 76,2%, frente a 71,5% em 2013.

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