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Ex-Pussycat Doll revela abuso a integrantes do grupo: 'Prostituição'

A ex-Pussycat Doll Kaya Jones utilizou sua conta no Twitter para fazer uma série de revelações sobre como as integrantes do grupo eram vítimas de abuso durante seu período de atividade. Segundo a celebridade de 33 anos, o girl group era um “círculo de prostituição”. “É a verdade. Eu não estava em um girl group. Era um círculo de prostituição. Nós cantávamos e éramos famosas. Enquanto isso todo mundo nos usava e fazia dinheiro”, escreveu a artista.

“As pessoas me perguntam se eram muito ruim”, continuou Jones. “Ruim o suficiente para eu abandonar os meus sonhos, minhas colegas de banda e meu contrato de 13 milhões. Nós sabíamos que chegaríamos para o primeiro lugar”, afirmou. A coreógrafa fundadora do Pussycat Dolls, Robin Antin, negou as alegações de Kaya Jones. Em entrevista ao site The Blast, ela classificou as acusações da artista de “mentiras repulsivas e ridículas”. “Ela está procurando por seus 15 minutos de fama”, afirmou a também empresária.

“Para ser parte do time você precisava jogar com o time, dormindo com quem quer que te obrigassem”, afirmou Jones. “Eram executivos, empresários, agentes e outros artistas do estúdios”, disse. As acusações feitas por Kaya Jones ocorrem em meio às várias acusações de crimes semelhantes cometidos pelo produtor de cinema Harvey Weinstein por várias celebridades da indústria do entretenimento. Jones ficou no Pussycat Dolls entre 2003 e 2005. O grupo chegou ao fim em 2010, após vender mais de 53 milhões de discos ao redor do mundo.

 

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